Fauna paulistana
Fonte: O Eco - Aline Ribeiro - 17/06/2006 "Não é só de arranha-céus, trânsito conturbado e corre-corre que São Paulo é feita. Em meio às porções de mata que restaram na capital, escondem-se ainda hoje pelo menos* 432 diferentes espécies de animais*. O número inédito é fruto de 12 anos de um estudo que mapeou 48 parques e áreas verdes da cidade, incluindo terrenos municipais, estaduais e particulares. Na lista, estão animais como furões, cágados, preguiças, carpas, gaviões, rãs, gambás, tatus, cobras, pererecas, macacos e uma diversidade de aves. Do total, há 25 espécies ameaçadas de extinção. Entre elas, a anta, a onça-parda, a lontra e a araponga. Como a contagem foi feita pela primeira vez, a lista pode e deve crescer ao longo dos anos. “O número pode aumentar não só por causa do surgimento de novas espécies, mas porque melhoraremos o mapeamento”, explica Anelisa Magalhães, coordenadora do projeto e técnica da Divisão de Fauna da Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente. Até agora, foram registradas 285 espécies de aves (macuco, jandaia-de-testa-vermelha e cabeça-seca), 57 mamíferos (paca, sagüi e furão), 40 anfíbios (sapo-cururu e pererecas), 37 répteis (falsa coral, jararaca, cascavel), 9 peixes (carpa, tilápia, guarú), 2 aracnídeos (armadeira e caranguejeira) e 2 malacostracas (caranguejos e lagostinhas de água doce). “Demos atenção maior para a avifauna, seguida dos mamíferos e da herpetofauna. Os esforços para a identificação de peixes ainda são pequenos”, diz. Como o estudo é pioneiro, fica difícil saber a evolução do número de espécies no município. “O que temos certeza é que algumas desapareceram, como o macaco mono-carvoeiro (também conhecido por muriqui), a onça-pintada, a queixada e algumas aves”, afirma Anelisa. Na Área de Proteção Ambiental (APA) Capivari-Monos, localizada no extremo sul de São Paulo, próximo à Serra do Mar, o encontro com o muriqui era razoavelmente comum no passado. Como a região sul é onde há a maior concentração de matas preservadas, é lá que ocorre o maior número de espécies paulistas. Utilidades A listagem, mais que um inventário da fauna de São Paulo, será utilizada como suporte para a soltura dos animais que chegam à secretaria por meio da população ou da Polícia Ambiental e Guarda Civil. Todo mês, cerca de 200 bichos apreendidos do tráfico ou encontrados machucados na capital paulistana são encaminhados para a divisão. Quase 70% deles são aves. Agora, já será possível saber em que local eles vão encontrar comida e se adaptar com mais facilidade. A pesquisa também é útil para subsidiar projetos de licenciamento ambiental, apontando quais espécies ocorrem no terreno onde determinada obra será erguida. Desta forma, empresas e o poder público poderão consultar a listagem da fauna, para depois aprovar ou não um empreendimento. Antes de ser concluído, o estudo já foi utilizado na elaboração do EIA-RIMA do Rodoanel. “O levantamento é um bioindicador das áreas verdes de São Paulo. Essas informações servirão de base para outras ações”, reforça Maria Amélia de Carvalho, técnica da Divisão de Fauna da secretaria. O estudo é resultado dos trabalhos da Divisão de Fauna, com a ajuda do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), Instituto Butantã, Centro de Controle de Zoonoses, Instituto Adolfo Lutz, Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Sabesp. Para a identificação completa dos animais, os técnicos da divisão permaneceram um ano em cada área. “O correto é pegar todas as estações do ano, para ver quais espécies ocorrem em cada uma delas”, explica Maria Amélia. Para a identificação das aves, foram utilizados binóculos e gravações com as vozes dos bichos (útil para atrair os pássaros). Já os pequenos mamíferos - de difícil visualização - tiveram de ser capturados com armadilhas. Os grandes mamíferos foram computados por meio de seus vestígios, como pegadas, fezes e pêlos. Os répteis e anfíbios foram coletados e encaminhados aos institutos especializados para análise. Além das 25 espécies ameaçadas de extinção, outras 14 da lista têm status de provavelmente ameaçadas. As endêmicas são 73. O inventário que relaciona todas as espécies saiu no Diário Oficial do Município, mas não há previsão de quando será disponibilizado na internet. Além de nomes popular e científico, o levantamento traz a classificação da espécie e o nome do técnico que a avistou. Estranho cotidiano Na lista de animais recebidos mensalmente pela secretaria, algumas espécies são bastante inusitadas. “Certa vez, um morador trouxe um macho jovem de onça que estava bastante acuado. Depois de manejado, foi solto numa área de sua ocorrência”, lembra a diretora da Divisão de Fauna da secretaria, Vilma Geraldi. Ela conta que, quando há a abertura de loteamentos e estradas, é comum o encaminhamento de veados à divisão. E esses não são casos isolados. Animais dos 28 municípios da Grande São Paulo são entregues para a secretaria. “Dia desses, um carcará foi mandado pra nós com a perna quebrada. Ele foi encontrado na rodovia Washington Luís.” Com certa freqüência, bugios intimidados pela pressão antrópica da região da Serra da Cantareira (região norte) também têm “aparecido” na divisão. “Eles são expulsos por condomínios de classe média e alta e favelas”, diz Vilma. Fonte: O Eco - Aline Ribeiro - 17/06/2006 A seguir lista dos animais vistos no sitio Lua Cheia em Itapecerica e no bairro da Previdência zona oeste de São Paulo: O objetivo é reunir o máximo de informações sobre cada um dos animais que habitam a região, que facilitem o relacionamento feliz com cada animal presente, desde os mamíferos, até os unicelulares, incluindo também os seres do reino dos microorganismos. A palavra "*animal*" deriva do Latim anima, no sentido de fôlego vital, e veio para o Português pela palavra em latim animalis. Solicitamos a todos os freqüentadores do Sitio Lua Cheia e do Bairro Previdência, para informarem quando avistarem, ou se encontrarem com um animal, descrevendo:Fauna no Bairro Previdência.
Um dos meus prazeres mais apreciados na minha vida é sair andando pelas ruas de São Paulo ainda no amanhecer para desfrutar do coral de cantos de pássaros, das carícias das sombras das árvores, do encanto das flores que brotam dos jardins. Quando paro numa planta encontro um planeta de insetos, musgos, e diversos outros seres. O Natureza adorada, dá-me silêncio e quietude para poder contemplar e desfrutar tua obra. Informações que podem ajudar no registro do animal visto- Nome popular e científico do animal
- Descrição do máximo das características físicas. Fotos.
- O dia e hora em que foi visto
- O lugar no sitio onde foi visto
- Descrever a relação que se estabeleceu, e tudo o que achar interessante para o conhecimento do animal e seu jeito de viver e se relacionar com humano.
- Nome e e-mail da pessoa que viu o animal.
Aves:
Anu-preto (anu.pequeno, anum -Crotophaga ani. Costuma estar em bandos. Alimenta-se de insetos e o artrópodes, pequenos vertebrados, ovos de outros passarinhos. Ninho feito com galinhos e folhas -entorno de 20 ovos. 33 cm. Anu-branco, quiriru (Guira guira)Vive em grupo. Ninho nas arvores. Dorme em grupo nas arvores. 41cm Andorinha azul-branca Araponga
Beija-flor
Beija flor tesoura (Eupetomena macoroura)
Maior porte. Cauda cumprida, termina em tesoura. Ninho aereo, assentado em forquilha ou galho de arvore. predomina a cor azul, tons de verde e amarelo. Bem-te-vi (Pitangus sulphuratus)
Ninhos nas arvores. É um dos pássaros que mais abunda na região. Chupim, chopim (Molotrus banaoiensis) Preto-azulado. 20cm Parasita, coloca seus ovos para que outros passarinhos criem seus filhos. Corruira, (Troglodytes aedon)
Abunda muito. Saltita no solo, e entre os galhos dos arbustos. Ninhos em cavidades. Coruja Coruja-buraqueira, Coruja-do-campo (Speotyto cunicularia)
Ninho feito pelo casal no solo. Cobre com capim. Jacu
João de Barros (Furnarius rufus)
o casal canta em dueto, perto do ninho. Ninho de barro acima de galhos, postes. Garças (branca)
Gavião
Gavião-carijó (Rupornis magnirostris)
Parque previdência. Ninho no topo das arvores.
Hector tem visto desde 1990 até 2008 no bairro. 36cm. Quiriqueri, Falcão quiriquiri. (Falco sparverius)
Quiriquiri é seu canto de defesa. Constrói seu ninho em cavidade de arvores.
Hector viu várias vezes desde 1990 a 2008 *Maritaca *
Pardal (tico tico)
Periquito (Brotogeris tirica)
Grupos de 10 a 15, barulhentos. Ninho em cavidades de arvores ou entre as folhas de palmeiras. pica-pau
Pica pau carijo, cha-chã. (Colaptes Campestris) Pinta silva
Picharro (parece Sabiá preta)
Quero – quero (Vanellus chilensis)
Ninho feito no solo. 33cm. Rolinha (Columbina talpacoti)
Alimenta-se de sementes e frutos coletados no solo. Ninhos em arvores ou arbustos. Levanta uma assa ou as duas em defesa ou paquera. 18 cm. Sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris)
começa seu canto de paqueira em torno das 3h. Sanhaço (azulado) (Thaupis sayoca)
Abunda. Saracura
Tico-tico (Zonotrichia capensis)
Abunda. Tem um canto pela manhã e outro ao entardecer. Tucanos
Tucano de bico verde (Ramphastos dicolorus)
Ninhos em cavidades de arvores. Urubus
Répteis
Jararaca (peçonhenta)Coral
Cobra cipó (não peçonhenta)
Lagartos pequenos e grandes.
Teiú
Lagarto verde ou papa-vento (Enyalius iheringii)
Mamíferos
Macacos (Sagui, Mico leão, Mono-Muriqui, Cuxiu, Barrigudo, Bugio, Coatá, Uacari, Macaco prego) Muriqui (Brachyleles arachroides) Bugiu:Cervídeos
Veado catingueiro (M goreazoriba)Pedro – Paulo (no mato, na linha). Stela viu um filhote no dia 8/8/02 na Borba Gato nas 19:00, o anoitecer. 15/08/02 Stela viu um veado na Borba Gato a noite. Veado mateiro (Mazannoa americana) Cervo do pantanal (sem chifres) Cachorro do Mato Dusicyon [Cerdocyon] thous ( Raposa-do-mato, Guará)
O pelo é grosso e de cor geral pardo-cinzenta, rabo peludo e focinho comprido.
Alimenta-se de: Grande variedade de frutos, insetos e pequenos mamíferos.
Hábitos noturnos, podem ser observados nas margens de estradas, onde procuram restos de animais atropelados e, por isso, são também vítimas de atropelamentos. Vive sozinho, apenas na epóca de reprodução é visto em dupla. Cachorros domésticos do bairro, raças:
- Pincher
- Pastor alemão
Procionídeos
Guaxinim (Procyon) (mão pelada) Coati (Nasua) Japurá (Polos)Mustelídeos
Lontra (lutra) Furões (Galictis) Irara (Eira) Cangambá (Conepatus) Porco Espinho (Ouriço).É o mesmo animal há 75 milhões de anos. Ë um dos primeiros mamíferos que viveram na Terra. Tem dentes de serra que dilaceram a carne de suas vítimas. Sua principal arma são seus espinhos que são muito duros e cobrem toda parte de cima do seu corpo, desde a nuca até a cauda. No momento em que ele é tocado ou ouve um barulho suspeito, com uma só contração dos músculos, ele se enrola sobre si mesmo e eriça seus espinhos, tornando-se uma perfeita bola espinhosa. Ele faz isso para proteger seu focinho e sua barriga, onde não há espinhos. Ele costuma enfrentar até mesmo uma cobra, pois se for picado por ela, tem uma resistência enorme ao veneno, sentindo apenas um leve mal-estar. Em geral a cobra costuma ser devorada por ele. Para morar, se não encontra uma cavidade, ele mesmo escava túneis, abertos nas duas pontas. Se for um lugar protegido por arbustos, ele apenas prepara um ninho. As fêmeas e os machos costumam morar perto, mas não no mesmo ninho. Boa mãe, a fêmea amamenta os filhotes e só se afasta do ninho para conseguir alimento, e só depois de deixá-los cobertos com folhas secas. Os filhotes, normalmente nascem de três a seis por vez, e com apenas 7 centímetros. Depois de um ano, já são considerados adultos por sua mãe e então devem cuidar de suas vidas sozinhos. Durante o verão, o porco-espinho come grandes quantidades de alimentos que se transformam em gordura. Assim quando vem o frio, e ele fica sonolento, enrola-se e fica com os espinhos eriçados, protegendo-se contra qualquer inimigo. Se a temperatura ficar menos de 10 graus Celsius, ele entra em letargia e o seu corpo se mantém sempre um grau acima da temperatura ambiente até chegar a primavera. Esquilo (Caxinguelê)
Já vi vários, perto da nova igreja. Novembro de 2005.
Logomorfos
Tapeti (Sylvilagus brasiliensis) (Coelho selvagem) (Lebre) (coelho do velho mundo)Artiodáclilos
Porco do mato (tayassu) Caitetu (T. tajacu) sem rabo Queixada (T. pecari) Tamandua Tamandua bandeira (rabo grande) Tamandua Mire (rabo fino)Tatus
Fossador notável, abre covas para se alojar e revolver o solo para se alimentar. Alimenta-se de vermes, insetos, larvas, aranhas, cobras e principalmente cupins, desmontando os cupinzeiros com as garras fortes. Noturno. Tatu galinhaTatu peba
Tatu rabo mole
Tatu ete
Classe Mammalia/ Marsupiais
Gambá (Didelphis marsupialis, D. albiventris)Abunda no Parque previdência e nos quintais das casas da Previdencia. Tem seu ninho em arvores ou no forros de casas. É marsupial. Periodo de gestação de aproximadamente 13 dias. Máximo de 8 filhotes.. Alimenta-se de ovos, frutas, vegetais e restos de animais. Cuicas (Caluromys, melachirops, melachiries, Philander, Mamosa, Monodelphis) Cuiquinha.
89 espécies de morcegos
Morcego vampiroMorcego frugívero (Artibeus lituratus
Vive em grupos de poucos machos e mais fêmeas. Alimenta-se de frutos e pequenos insetos.
Caxinguelês (sciuires)
Ouriços cacheiro (coendou e Sphiggurus)Ouriço preto (Chaetonys Subspinous)
Paca (Agouti)
Cutia Dasyprocta Aguti
Cerca de 60 cm. Extremidade posterior levemente mais alta que a anterior, pelagem curta e áspera de cor vermelho-amarelada. Os dentes incisivos são vermelhos e a cauda é muito curta, aparentemente inexistente. Alimenta-se de raízes, folhas e frutas. Nocturna. Mocó (kerodon)
Preás (Cavia, Galea)
Ratos do mato
*Ratos urbanos
Abelha: Abelha carpinteira (xylocopa frontalis) 40 a 55 mm, uma das abelhas maiores. Vive em ninhos pouco povoados. Machos, amarelos. Fêmeas, pretas. Constrói seus ninhos em troncos, postes, madeira morta. Sem ferrão (da pretinha e da marrom)
cupira, cupira-do-sudeste. (Partamona helleri)
Ninho aéreo, apoiado sobre superfícies resistentes. Abundam. As vezes ficam nos carrinhos de calda de cana. 8mm irapuá, arapuá, abelha-cachorro (Trigona spinipes)
Pretinha. Ninho aéreo. 8mm. jataí (Tetragonisca angustula) Bem adaptada a vida urbana. Ninho em cavidades em geral com entrada pequena, e um tubinho de cera que sobressai, em torno do que ficam voando sentinelas. cor meio dourada. 5mm Africana
Europa
Aranha
Golden-silkem Spider -Dedal com pontos amarelos (3 a 4 cm). A fêmeas é umas seis vezes maiores que o macho. Lacraia
*Formiga *
- Sauva - Héctor (01/2002) Onde: Estacionamento
- Pequena que morde
- Formigão preto
Mosquito
- Penilongo
- Morisoca
- Borrachudo
Mosca verde
Motuca
Cigarra
Renata Zanin: Era uma cigarra multicolorida (cores vibrantes e cintilantes) Ela estava num tronco de uma árvore que fica no final da trilha que sai da secretaria e nos leva até o Cruzeiro. outubro 2007 Borboleta
olho-de-pavão-diurno ou Rainha (Junonia evarete) Pousa com as assas abertas, mostrando seus olhos de pavão. Predomina o marrom ouro, na parte inferior das assas por cima, azul. Estaladeira, borboleta-de-estalo (Hamadryas amphiname)
Pousa no tronco das arvores. O macho estala as assas para demarcar o seu território. Borboleta-gema
Se alimenta da folha das cássias. Pousa com as assas fechadas imitando folha.
Fauna no Sitio Lua Cheia. Itapecerica da Serra. Estrada de Borbagato. Bairro Itaquaciara.
Informações que podem ajudar no registro do animal visto- Nome popular e científico do animal
- Descrição do máximo das características físicas. Fotos.
- O dia e hora em que foi visto
- O lugar no sitio onde foi visto
- Descrever a relação que se estabeleceu, e tudo o que achar interessante para o conhecimento do animal e seu jeito de viver e se relacionar com humano.
- Nome e e-mail da pessoa que viu o animal.
Animais que foram vistos no Sitio Lua Cheia
Aves:
BenteviHéctor (2001 a 2007 especialmente na primavera) Paulo (muitos) Tucanos
Lena –Paulo (muitos) Caio Bastos: Tucanos de bico verde, que eu nunca tinha visto em fotos. Eu vi um bem de perto na trilha que sobe para os terrenos marcados do condomínio, atrás da casinha que morou o Reginaldo. Beija-flor
Chris. Héctor (2001-2002 Existem uns pretos e brancos no pescoço e na cola de mais o menos 9 cm, a cola só se vê branca quando é aberta. Outros azulados e verdes do mesmo tamanho e a cola se biparte em dois quando abre é o tipo que tenho ouvido mais cantar buscando seu lugar no bebedouro (tic,tic,tic...). Outros verdes azulados com branco no pescoço e na cola ou com preto no pescoço na cabeça e na cola de mais ou menos 7 cm. Tem outro cinza com algo de marrom com branco no centro da cola com bordas cinzas, o bico deste é um pouco mais curvado. Coruja
Léo. Evelyn. André Luiz: vi corujas (marrons, cinzas outubro 2007, uma branca bem pequena ali do lado das cadeiras que ficam do lado de fora da Igreja) Caio Bastos: Vi também, inúmeras vezes, corujas cinzas à noite, no estacionamento da Igreja (velha e nova), e uma coruja branca no platô do jagubal. Há também nas matas do Lua Cheia e por toda aquela região Araponga
Robson. Saracura
Robson – Paulo – Pedro (muitos) Picharro (parece Sabiá preta)
Paulo pica-pau
Paulo Claudino de Lima... Pois é no dia do meu aniversário dia 21 de julho, numa árvore no caminho entre a igreja e a secretaria,eu ví um pica-pau- bicando uma árvore... Ele era pequenininho e tinha a cabeça vermelha e ficava assim:pec pec pec !!!- Fiquei um tempo olhando e tudo e pensei imediatamente que fosse um bom agouro,afinal eu nunca tinha visto esse suposto passarinho tão de perto né... Cabecinha vermelha pequenininho fazendo pec pec pec na árvore do caminho .Um dia lindo céu azul sol tranquilidade plantação de rainhas céu da lua cheia enfim, se cometí algum equivoco me perdoem pois apenas deduzí que fosse um pica pau etc,pois era muito semelhante com que eu já tinha visto em livros e coisas do tipo. Sabia Preta e Laranjeira
Paulo (muitos), Hector Othon (desde 2001 a 2007) Quero – quero
Paulo (muitos), Hector Othon (desde 2001 a 2007) Garças (branca)
Paulo (muitos) Urubus
Hector Othon (desde 2001 a 2007)
D16/08/02 O Reginaldo nos levou (Héctor e Ivam) a um ninho de urubus, a direita da grande pedra vista desde a igreja, entre duas pedras. O chão era amplo uns 50 cm por dois metros, passagem entre as duas pedras. Tinham dois filhotes, cor bege, marronzinho claro, de uns 10cm, parecidos com pinuins. Eles estavam juntos, recostados um sobre o outro. Devem ter uma ou duas semanas de nascidos. Quando me aproximei um deles fez um son nasal agressivo e levantou as asinhas como para atacar. Valeu a performance. A mãe urubu ficou por perto na copa das árvores, logo depois chegou quem parece ser o pai urubu. Ambos ficaram numa arvore alta que tinha um visual privilegiado na sua frente. O local é relativamente alto e na sua frente tem grande abertura e horizonte amplo. O ninho é simples, tinha folhas velhas de uma samambaia açu e outras por perto de embauba. Por todo lugar tinha uma espécie de pó branco, tinhas os restos da casca de ovo. Em todo o local tinha cheiro de carniça desagradável. Jacu
Paulo (muitos), Hector Othon (desde 2001 a 2007) Pinta silva
Paulo (muitos), Hector Othon (desde 2001 a 2007) João de Barros
Paulo (muitos), Hector Othon (desde 2001 a 2007) Gavião
Paulo, Gavião carijo -Hector Othon (desde 2001 a 2007) Rolinha
Paulo, Hector Othon (desde 2001 a 2007) Pardal (tico tico)
Paulo (Muitos), Hector Othon (desde 2001 a 2007) Sanhaço (azulado)
Paulo, Hector Othon (desde 2001 a 2007) *Maritaca *
Paulo (gostam de ficar nos pinheiros), Hector Othon (desde 2001 a 2007)
Répteis
Jararaca (peçonhenta)Angela Saragoça e Hector Othon (01/2002). Onde: (Parte baixa- A2-1). Hector Othon e Ivan (21 e 22 de setembro de 07 Vimos tres jararacas no laguinho.) O Léo Artese também viu a grande nesses dias. Coral
Paulo Caio Bastos:Eu, o Neto, a Silvia e o Reginaldo soltamos 3 corais (falsas) no riacho perto da Igreja, em 2006, que foram achadas pela Silvia e capturadas por mim no meu sítio. Em 2003, o Elpídio já tinha soltado mais uma falsa coral que morou um tempo no poço do meu sítio, na época. Ele soltou essa cobra perto da pedra grande. Fora isso, vi uma Jararaca, que passou há uns 50cm do meu pé, na trilha que vai para o banheiro dos homens da Igreja antiga. Sei que o Pedro e o Reginaldo encontraram uma outra Jararaca numa trilha nas matas da área do condomínio. Cobra cipó (não peçonhenta)
Héctor (01/2002) Onde: Parte baixa- A2-1 Lagartos pequenos e grandes.
Teiú
Robson - Paulo (muitos), Hector Othon (desde 2001 a 2007) Katia Lourenço e Luisa Galvão em janeiro de 2006 (tem foto). Andre Luiz (perto da casa de Reginaldo)
Lagarto verde ou papa-vento (Enyalius iheringii)
Hector Othon (novembro 2007)
Mamíferos
Macacos (Sagui, Mico leão, Mono-Muriqui, Cuxiu, Barrigudo, Bugio, Coatá, Uacari, Macaco prego) Muriqui (Brachyleles arachroides) Bugiu: Pedro e Paulo, Hector Othon (desde 2001 a 2007)Héctor (viu um casal, de uns 40 cm, pelo de 2 cm, com rabo, na parte de acima do estacionamento, em 31jan 2002, um marrom escuro e outro marrom mel). Tenho visto muitas vezes andando pelos pinheiros e araucarias da Borba Gato. 09/06 Giussepe, Reginaldo, Neto e o Héctor estavam falando no espaço dos homens trás a igreja, quando de repente o Reginaldo viu um macaco, todos vimos era cor ferrugem, laranja dourado, tudo peludo, mechas grandes na bochecha tipo Leão. Ele caminhava na topa das arvores, parou nos observou e continuo, então começo o desfile de macacos: um grande preto, 3 pequenos, outro grande preto, 2 pequenos, dois grandes, outro grande ferrugem igual ao primeiro, dois pretos. Eles foram tranqüilos, não tiveram medo de nós, todos andando pelos topos das árvores. Muito antes de aparecerem os macacos o Reginaldo e Héctor escutaram o canto tipo tibetano que eles fazem.
Felinos
Gatos do Mato (feles) Jaguatirica (Felis pardalis Linnaeus, 1758) Paulo (Gato-do-mato-grande, maracajá, ocelote) Corpo e cabeça podem chegar até 1 m e a cauda até 45 cm Possui pelagem malhada, por vezes rajada ou manchada de pontos pardos contornados por círculos negros ou com desenhos em forma de lira. Carnívora (come roedores, jovens cervídeos, porcos selvagens, aves, répteis e peixes). Suçuarama (Felis concolor) Jaguar (Panthera onça)Cervídeos
Veado catingueiro (M goreazoriba)Pedro – Paulo (no mato, na linha). Stela viu um filhote no dia 8/8/02 na Borba Gato nas 19:00, o anoitecer. 15/08/02 Stela viu um veado na Borba Gato a noite. Veado mateiro (Mazannoa americana) Cervo do pantanal (sem chifres) Cachorro do Mato Dusicyon [Cerdocyon] thous ( Raposa-do-mato, Guará)
O pelo é grosso e de cor geral pardo-cinzenta, rabo peludo e focinho comprido.
Alimenta-se de: Grande variedade de frutos, insetos e pequenos mamíferos.
Hábitos noturnos, podem ser observados nas margens de estradas, onde procuram restos de animais atropelados e, por isso, são também vítimas de atropelamentos. Vive sozinho, apenas na epóca de reprodução é visto em dupla.
Procionídeos
Guaxinim (Procyon) (mão pelada) Coati (Nasua) Japurá (Polos)Mustelídeos
Lontra (lutra) Furões (Galictis) Irara (Eira) Marta (martes) Cangambá (Conepatus) Porco Espinho (Ouriço).É o mesmo animal há 75 milhões de anos. Ë um dos primeiros mamíferos que viveram na Terra. Tem dentes de serra que dilaceram a carne de suas vítimas. Sua principal arma são seus espinhos que são muito duros e cobrem toda parte de cima do seu corpo, desde a nuca até a cauda. No momento em que ele é tocado ou ouve um barulho suspeito, com uma só contração dos músculos, ele se enrola sobre si mesmo e eriça seus espinhos, tornando-se uma perfeita bola espinhosa. Ele faz isso para proteger seu focinho e sua barriga, onde não há espinhos. Ele costuma enfrentar até mesmo uma cobra, pois se for picado por ela, tem uma resistência enorme ao veneno, sentindo apenas um leve mal-estar. Em geral a cobra costuma ser devorada por ele. Para morar, se não encontra uma cavidade, ele mesmo escava túneis, abertos nas duas pontas. Se for um lugar protegido por arbustos, ele apenas prepara um ninho. As fêmeas e os machos costumam morar perto, mas não no mesmo ninho. Boa mãe, a fêmea amamenta os filhotes e só se afasta do ninho para conseguir alimento, e só depois de deixá-los cobertos com folhas secas. Os filhotes, normalmente nascem de três a seis por vez, e com apenas 7 centímetros. Depois de um ano, já são considerados adultos por sua mãe e então devem cuidar de suas vidas sozinhos. Durante o verão, o porco-espinho come grandes quantidades de alimentos que se transformam em gordura. Assim quando vem o frio, e ele fica sonolento, enrola-se e fica com os espinhos eriçados, protegendo-se contra qualquer inimigo. Se a temperatura ficar menos de 10 graus Celsius, ele entra em letargia e o seu corpo se mantém sempre um grau acima da temperatura ambiente até chegar a primavera. Esquilo (Caxinguelê)
Já vi vários, perto da nova igreja. Novembro de 2005.
Logomorfos
Tapeti (Sylvilagus brasiliensis) (Coelho selvagem) (Lebre) (coelho do velho mundo)Héctor e Ivan, marzo de 2002-03-19
Artiodáclilos
Porco do mato (tayassu) Caitetu (T. tajacu) sem rabo Queixada (T. pecari) Tamandua Tamandua bandeira (rabo grande) Tamandua Mire (rabo fino)Preguiças
Preguiças (Bradypus) Preguiça de Coleira (B. Torquatus)Tatus
Fossador notável, abre covas para se alojar e revolver o solo para se alimentar. Alimenta-se de vermes, insetos, larvas, aranhas, cobras e principalmente cupins, desmontando os cupinzeiros com as garras fortes. Noturno. Tatu galinhaPaulo Caio Bastos: Vi também um tatu grande onde é a clareira das mulheres, atrás da Igreja. Tatu peba
Tatu rabo mole
Tatu ete
Classe Mammalia/ Marsupiais
Gambá (Didelphis marsupialis, D. albiventris)Paulo Héctor Dudu e Tati d6/7/02 na Borba Gato (muitos). Héctor 01/08/02 Borba Gato. Dois, Reginaldo 10/08/02, na cabana-estacionamento. Out/2002 dois gambas caminhando na Borba Gato Héctor e Stella.
Diogo Ferreira:A primeira vez eu estava indo ao banheiro no meio do Ritual num momento de 'emergência' e um gambázinho esticou o seu fucinho pra fora da mata bem ali no caminho, me olhou e me desafiou ainda atravessando na minha frente o caminho e depois saiu correndo. Outro dia começamos um trabalho de Lua exatamente no pôr do Sol e acabamos no nascer do dia seguinte, no momento antes de entrar e qdo eu saí do trabalho, fui meditar num mesmo lugar na mata, num momento em que eu estava de olhos fechados entoando um mantra silenciosamente, eu fui sentindo uma energia de alguém se aproximando devagar.. e qdo eu abri os olhos pra conferir achando que era uma pessoa, era um deles, vinha tranquilamente seguindo no caminho exatamente na minha direção.. eu na hora saih do meu 'transe' e me assustei soltando um grito. ele me percebeu levou um susto e saiu correndo.. tadinho. (rs) Sem contar aquele gambá que vivia lá na casinha do lado da Igreja antiga.. um dia fizemos uma concentração lá e ajudei a Cibelinha a levar as coisas no final do trabalho pra casinha, pq ela estava com medo do gambazinho. Coloquei as coisas e o vi no telhado. depois tivemos a triste notícia que ele tinha morrido.. esse sim tadinho viu.. senti mesmo. Cuicas (Caluromys, melachirops, melachiries, Philander, Mamosa, Monodelphis) Cuiquinha.
89 espécies de morcegos
Morcego vampiroMorcego frugívero
Caxinguelês (sciuires)
Ouriços cacheiro (coendou e Sphiggurus)Ouriço preto (Chaetonys Subspinous)
Paca (Agouti)
Cutia Dasyprocta Aguti
Cerca de 60 cm. Extremidade posterior levemente mais alta que a anterior, pelagem curta e áspera de cor vermelho-amarelada. Os dentes incisivos são vermelhos e a cauda é muito curta, aparentemente inexistente. Alimenta-se de raízes, folhas e frutas. Nocturna. Mocó (kerodon)
Preás (Cavia, Galea)
Ratos do mato
Abelha Sem ferrão (da pretinha e da marrom) Africana
Europa
Aranha
Golden-silkem Spider Lacraia
*Formiga *
- Sauva - Héctor (01/2002) Onde: Estacionamento
- Pequena que morde
- Formigão preto
Mosquito
- Penilongo
- Morisoca
- Borrachudo
Mosca verde
Motuca
Cigarra
Renata Zanin: Era uma cigarra multicolorida (cores vibrantes e cintilantes) Ela estava num tronco de uma árvore que fica no final da trilha que sai da secretaria e nos leva até o Cruzeiro. outubro 2007
