Nesta passagem do Sol pelo signo de Touro teremos duas luas cheias em Escorpião. Isto devido a que a primeira lua cheia
acontece logo que o Sol entra no signo de Touro.
No 20 de abril, o
Sol entrando no signo de Touro é acompanhado pela Lua Cheia a zero grau e 42 minutos de Escorpião, plenilúnio às 07h25m (Brasília). Excepcionalmente também no dia
19 de maio às 23h11 de Brasil terá
outra Lua Cheia em Escorpião.
Assim acontecerão em principio duas Luas de Wesak, Benção dupla. Este é um fato muito especial para a alegria de todos na Terra.
Uns escolhem como a Lua Cheia de Wesak a primeira lua do dia 20 de abril, outros dizem que a mais importante é a segunda do dia 19 de maio devido a que a lua nova correspondente é em Touro, enquanto que a lua nova da cheia do dia 20 de abril foi em Áries. Outros consideram que a benção acontece em ambas luas cheias e assim o período entre elas é tudo abençoado.
Na Lua Cheia de Wesak acontece a Bênção Espiritual anual do Grande Buda Dourado. Imagine o plano espiritual que acompanha ao Buda penetrando no planeta Terra, e na sua alma, e cada um de seus átomos, moléculas, células, órgãos, sistemas. A cada dia após a Lua Nova, tudo mais inundado do Buda amoroso, ligado e presente... Desfrute-o, delicia divina! Aaaaaaaaaaa... aaaaaaaaa... aaaaaaa OM
A Lenda de Wesak
pelo Mestre Tibetano Djhal Khul, Alice A. Bailey, Torkom Saraydariam, C.W. Leadbeater
O Festival se leva a cabo anualmente, no momento do plenilúnio de Touro, quando se transmite à Terra a bendição de Deus por intermédio de Buda e de Seu irmão, o Cristo.
Paralelamente ao acontecimento espiritual interno, tem lugar a cerimônia física externa, em um pequeno
vale do Tibet, nos Himalaias. O sonho, lenda ou acontecimento pode ser descrito como segue: Existe um vale situado ao pé dos Himalaias tibetanos, a uma altura bastante elevada, rodeada por montanhas exceto para o nordeste, onde existe uma estreita abertura. O vale tem forma de uma garrafa com o pescoço para o nordeste, abrindo-se para o sul. No extremo norte próximo da abertura há uma grande rocha plana. Não há árvores, nem arbustos no vale, esta coberto por um tapete de grama dura. As ladeiras das montanhas sim se encontram apinhadas de árvores.
No momento do
plenilúnio da Lua Cheia em Escorpião, Sol em Touro começam a chegar peregrinos, homens santos e lamas que se aproximam ocupando a parte sul e central, deixando o extremo nordeste relativamente livre. Ali, segundo reza a lenda, se congrega um grupo de Grandes Seres que são na Terra os guardiões do Plano de Deus para nosso planeta e para a humanidade. Com sua sabedoria, amor e conhecimento forma uma muralha protetora para nossa raça, tratando de nos guiar da escuridão à luz, do irreal ao real, e da morte à imortalidade. Este grupo de conhecedores da divindade, se situa nos confins do vale em círculos concêntricos, de acordo ao grau de desenvolvimento iniciático, preparando-se para um grande Ato de Serviço.
Diante da rocha olhando para o nordeste, se acham em níveis etéreos, esses Seres denominados “*os Três Grandes Senhores*": o
Cristo, que se situa no centro; o Senhor das formas viventes, o
Manú, que se situa à direita; e o Senhor da Civilização, o Mestre
Rakoczi, que se acha à sua esquerda. Sobre a rocha descansa um pote de cristal cheio de água.
Atrás do grupo de Mestres, Adeptos, iniciados e trabalhadores avançados no Plano de Deus, se situam os discípulos e aspirantes do mundo em seus diversos graus e grupos, os que constituem nesta época o Novo Grupo de Servidores do Mundo. Alguns estão presentes em corpo físico e chegam por meios comuns, outros se acham presentes em seus corpos espirituais e em estado de sonho.
Ao aproximar-se o momento de plenilúnio da Lua Cheia, se produz uma quietude entre a multidão e todos olham para o nordeste.
A um sinal dado, os Grandes Seres formam três círculos concêntricos e começam a cantar. Quando o cântico se aprofunda e ganha mais ritmo, os Visitantes etéreos se materializam e uma figura gloriosa se torna visível no centro dos círculos. O chamam com vários nomes: Senhor Maytreia, Bodhisattva, Cristo, Senhor da Paz e do Amor; é o Mestre de todos os Mestres que formam a Hierarquia Planetária para levar a cabo a finalidade divina deste planeta.
O
Cristo aparece vestido com um
manto branco puro, Seu cabelo lhe cai pelos ombros em ondas. Tem o Cetro do Poder em Sua Mão que lhe deu o Ancião dos Dias para esta ocasião. Nenhum Mestre pode toca-lo salvo o Cristo, O mestre do todos os Mestres. Em cada extremo deste Cetro de Poder há uma grande empunhadura de diamante que irradia uma aura azul e alaranjada de grande beleza. Os Iniciados que estão nos três círculos se põe em frente a Ele no centro e quando Ele se torna mais visível, todos Eles se inclinam e cantam um mantra de saudação e afirmação.
Logo estes círculos se convertem em um círculo só e uma cruz, em cujo centro está o Cristo. Aqui novamente o cântico comove os corações e as almas dos presentes e descem mais alegria, paz e bendição sobre a multidão.
O próximo movimento é o triângulo dentro do círculo , em cujo ápice está o Cristo. Está de pé, próximo da pedra e coloca o Cetro de Poder sobre ela. Na pedra o pote de cristal se vê com ornamentos dourados e guirlandas de flores de loto cobrem a rocha e caem dos cantos.
Depois Eles realizam outro movimento que é um triângulo com três ovais que se entrelaçam no centro do mesmo, de onde está o Cristo. O movimento seguinte é uma estrela de seis pontas e logo a estrela do Cristo: o pentagrama, ou estrela de cinco pontas. Aqui o Cristo está no ápice, próximo da pedra; a sua direita o
Manú, à sua esquerda o
Mestre Rakoczi, um Grande Ser no centro e outros Grandes nas pontas inferiores da Estrela.
Estão presentes os regentes de todos os tipos de energia: os Mestres Morya, Koot Humi, o Veneciano, Serapis, Hilarión, Jesus e Iniciados, discípulos e aspirantes espirituais; e aqui o cântico cria grande tensão na multidão e o Cristo tomando o Cetro de Poder da pedra, o levanta e diz:
"Pronto, Senhor vem..."
Logo, põe novamente seu Cetro de Poder sobre a pedra durante uns poucos momentos antes da Lua Cheia e os olhos de todos os presentes se voltam para a pedra. A expectativa da multidão aumenta e a tensão é maior e cresce constantemente. Através da multidão parece sentir-se um estímulo ou vibração potente que tem o efeito de despertar as almas dos presentes, fusionando e unificando ao grupo, elevando a todos e realizando-se um grande ato de procura, ansiedade e expectativa espiritual. É a culminação da aspiração do mundo que se acha enfocada neste grupo expectante.
Poucos minutos antes da hora exata, em que tem lugar o Plenilúnio, se divisa ao longe um pequeno ponto de luz no céu, que ao aproximar-se vai se transformando em uma nítida silhueta, que adquire a forma de Buda sentado em sua clássica posição de loto, envolto em Seu manto cor açafrão, banhado em luz e cor. Sua mão direita levantada em bendição. Quando Ele chega a um ponto sobre a pedra, Cristo entoa A Grande Invocação e todos os presentes caem prostrados tocando a Terra com suas frontes
Esta Grande Invocação cria uma estupenda energia que inunda os corações dos aspirantes, discípulos e Iniciados e chega a Deus. Este é o momento mais sagrado do ano, o momento em que a humanidade e a divindade fazem contato. No momento exato da Lua Cheia, o Buda passa ao Cristo a energia do primeiro raio – Vontade – que Cristo recebe e muda em Vontade ao Bem.
Cristo é o grande celebrante, estende Suas mãos, toma o pote, e o levanta sobre Sua cabeça e logo o põe de novo sobre a pedra. Então, os Mestres cantam hinos sagrados e o Buda, o Grande Iluminado, depois de bendizer a multidão desaparece lentamente no espaço.
Todo o cerimonial da bendição, desde que
Buda aparece ao longe, até o momento em que desaparece dura só 8 minutos. O sacrifício anual que realiza Buda pela humanidade foi concluído, retornando novamente a esse alto onde trabalha e espera.
O Senhor
Buda possui sua especial modalidade de energia que derrama ao benzer ao mundo. Esta benção é maravilhosamente excepcional, por sua autoridade e categoria pois Buda tem acesso aos planos da natureza que não se encontram ao alcance da humanidade e por tanto, pode transmutar e transferir a nosso plano a energia dos planos superiores. Sem a mediação de Buda, esta energia não seria aproveitável pois sua vibração é muito elevada e não é impossível percebe-la nos planos físicos, emocional e mental. Assim a energia que Buda difunde por sua benção encontra dessa maneira canais por onde circular, levando alento e paz aos capazes de recebê-la.
Ano trás ano, Buda regressa para dar a benção e tem lugar a mesma cerimônia. Cada ano Ele e Seu irmão o Cristo trabalham em intima colaboração para benefício espiritual da humanidade. Nestes dos grandes Filhos de Deus se concentraram dois aspectos da Vida Divina. Através de Buda flui a Sabedoria de Deus, através do Cristo o Amor de Deus se manifesta à humanidade, derramando-se sobre ela no caso da Lua Cheia de Touro.
Nesse momento são possíveis grandes expansões de consciência. Os discípulos e Iniciados de todas as partes podem ser ajudados e estimulados espiritualmente a fim de permitir ao homem, penetrar conscientemente nos mistérios do Reino de Deus.
Seguindo com a lenda, quando o Buda desaparece, a multidão se põe de pé e Cristo distribui a água benta aos Iniciados e a todos os que estão presentes no vale. Esta maravilhosa “cerimônia da comunhão da água” nos insinua simbolicamente, que a Nova Era está já sobre nós, a de Aquário, a do “Portador de Água”. A água magnetizada pela presença de Buda e Cristo, contem certas propriedades curativas. Depois da benção, a multidão se dispersa silenciosamente, encaminhando-se para seus lugares de serviço.
Tal é a lenda detrás deste Festival, e também, tal é a realidade se nos atrevemos crê-la se nossas mentes estão suficientemente abertas e nossos corações suficientemente expectantes, como para reconhecer sua possibilidade. Esta idéia requer que ajustemos algumas de nossas mais caras crenças . Mas, se pode ser captada e compreendida, surgirá em nossa consciência a possibilidade de que a raça seja consciente de sua própria divindade, podendo desenvolver uma Ciência de Aproximação às forças da Vida e Verdades mais profundas que ainda se acham ocultas.
Homens e mulheres do mundo guiados em uníssono por Buda, que trouxe a Luz do Oriente e por Cristo, que revelou a Luz ao ocidente, podem demandar e evocar uma bendição e revelação espiritual tão intensas que em um futuro imediato se possa demonstrar o que tanto aspira a humanidade: “paz na Terra e boa vontade entre os homens”. Dessa maneira podemos introduzir uma era de fraternidade e compreensão que permitirá ao homem dispor de tempo para que se dedique a buscar a Deus por si mesmo.
Texto: versão livre de vários autores: Alice A. Bailey, Torkom Saraydariam, C.W. Leadbeater
Modo de participar no Festival Wesak:
Mediante o jejum, a oração e eventualmente a meditação grupal com o delineiam, Deixar penetrar a luz, recitar tantas vezes quanto seja possível a Grande Invocação, os dois dias prévios, o dia do Festival e durante os dois dias posteriores. O programa mínimo é recita-la ao amanhecer, ao meio dia, às cinco da tarde, ao anoitecer e no momento exato do Plenilúnio que marca o ponto culminante. Ninguém é demasiado insignificante para prestar serviço, pois a totalidade das veementes aspirações trará benção. Todos podemos fazer algo para terminar com o atual estado de coisas, e introduzir um período de paz e de boa vontade no mundo.
No Festival Wesak... "se tenta levar a cabo um esforço grupal de tal magnitude que no momento exato produzirá, devido a seu acrescentado impulso, um arranque magnético que chegará até essas vidas que protegem à humanidade e a nossa civilização e trabalham através dos Mestres de Sabedoria e da Hierarquia aí reunidas. Este esforço grupal evocará dEles um impulso magnético de respostas que unirá por meio dos grupos de aspirantes, as influentes Forças Benéficas. O esforço concentrado destes grupos (que constituem subjetivamente um só grupo) liberará una onda de luz, inspiração e revelação espirituais de tal magnitude, que produzirá marcadas mudanças na consciência humana e melhorará as condições deste mundo necessitado. Os homens se abriram os olhos a estas realidades fundamentais, ainda vagamente percebidas pelo público pensante...
Se isto se leva a cabo, com êxito e inteligentemente, será possível iniciar uma nova relação entre a hierarquia e o gênero humano . Dito esforço poderia, e esperemos que assim seja, marca o começo de um novo tipo de trabalho de mediação – trabalho levado a cabo atualmente por um grupo de Servidores salvadores que treinam para estabelecer esse grupo que oportunamente salvará o mundo.
Grande parte do trunfo deste esforço dependerá da captação intelectual dos membros do Novo Grupo de Servidores do Mundo, a respeito da técnica implicada. Também dependerá de sua determinação em aceitar a idéia da oportunidade oferecida em cada período de Lua Cheia e da decisão de trabalhar nas linhas já indicadas."
Mestre Tibetano Djhal Khul
Cada ano, mais e mais pessoas de orientação espiritual estão reconhecendo a importância dos três Festivais espirituais principais, de
Áries, Touro e Gêmeos, como constituintes de um fluxo unido de energias que afetam a consciência humana. A Páscoa, ou o Festival do Cristo Ressuscitado, é seguido do Festival da Lua Cheia de Wesak, ou Festival de Buda. Ambos se fundem com a energia da inteligência da raça humana durante o terceiro Festival de Gêminis, culminando no Dia Mundial de Invocação. Durante este período de Lua Cheia, a atenção se centra sobre Wesak, ou Festival de Buda.
Este Festival assinala o momento de máxima bendição espiritual no mundo. É uma época de uma chegada inusual de vida e de estimulação espiritual e serve para vitalizar a aspiração de todos.
A Grande Invocação
Desde o ponto de Luz na Mente de Deus,
Que aflua luz às mentes dos homens.
Que a Luz desça à Terra.
Desde o ponto de Amor no Coração de Deus,
Que aflua amor aos corações dos homens.
Que o Cristo retorne à Terra.
Desde o centro onde a Vontade de Deus é conhecida,
Que o propósito guie as pequenas vontades dos homens -
O propósito que os Mestres conhecem e a que servem.
Desde o centro a que chamamos raça dos homens,
Que se cumpra o Plano de Amor e Luz,
E que se sele a porta onde mora o mal.
Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano na Terra.

MEDITAÇÃO DO AMOR UNIVERSAL: METTA BHAVANA
Querido Hector,
Recebi seu email falando das luas, bénçãos do buda (wesak) .Senti vontade de compartilhar contigo, não resisti..rs..talvez possa servir de inspiração pra meditação da lua (s) cheia (s) do wesak...?? Há algum tempo recebi esta instrução: meditação do amor universal. É uma técnica "do buda" de desenvolver o olhar sempre amoroso...e é curta e simples:, um presente:
Aprendi e sinto tb como meditação de purificação, como um bom preparo para o aprofundamento da meditação (da lucidez/vacuidade):
Metta significa Amor incondicional, maneira sublime de viver.
A maior contribuição que qualquer indivíduo isolado pode prestar à paz mundial é a sua prática regular na vida cotidiana. Esta meditação é tirada de um dos mais belos e populares discursos proferidos pelo Buda – Metta sutta
(Pense em todos "os seres", um por um, os que amamos, os familiares, amigos e os que não amamos, ou que temos dificuldades, nossos "inimigos" , cada próximo, vizinho e tb os distantes, amplie cada vez mais até abranger todos os seres em todo o planeta, sem nenhuma exceção....) Ao olhar para cada um sinta do fundo do seu coração e pense:
1) que "você "encontre a felicidade, que seja verdadeiramente feliz
2) que se liberte do sofrimento
3) que encontre as causas da felicidade
4) que se liberte das causas do sofrimento
5) que se liberte totalmente de suas marcas carmicas, condicionamentos
6) que desenvolva uma lucidez que acompanha o olhar; e ao olhar todas as coisas, a lucidez estará presente
7) que use a lucidez em beneficio dos seres
8) que sinta uma enorme "alegria" ao beneficiar.
Metta (Pali) or Maitri (Sanskrit) means unconditional and unattached loving kindness. It is one of the ten paramitas of the Theravada school of Buddhism, and the first of the four Brahmaviharas. The metta bhavana (cultivation of metta) is a popular form of meditation in Buddhism.
The object of metta meditation is to cultivate loving kindness (love without attachment, non-exclusive love) towards all sentient beings. The practice usually begins with the meditator cultivating loving kindness towards themselves (though this is not specifically recommended by the Buddha himself in the relevant suttas/sutras), then their loved ones, friends, teachers, strangers and finally their enemies. It is a good way to calm down a distraught mind because it is an antidote to anger.
Someone who has cultivated metta will not be easily angered and can quickly subdue anger that arises. They will be more caring, more loving, and more likely to love unconditionally.
Buddhists believe that those who cultivate metta will be at ease because they see no need to harbor ill will or hostility. Buddhist teachers may even recommend meditation on metta as an antidote to insomnia and nightmares. It is generally felt that those around a metta-ful person will feel more comfortable and happy too.
Radiating metta is thought to contribute to a world of love, peace and happiness.