Traduzida e publicada por George Wharton, 1659. %B%
Tradução da versão inglesa gentilmente realizada por Maria Carlota Machado Mendes, QHP. BIBLIOTECA SADALSUUD (Agradecimentos a sadalsuud@netcabo.pt)
Mas a partir do momento em que um Astrólogo observou que o Céu foi criado e se move mais por causa do Homem do que por causa de qualquer outra criatura Animada ou Inanimada, e quantas coisas concordam com o próprio Homem, devido à sua Natureza mais Divina, as quais não concordam de nenhuma forma com Criaturas mais ignóbeis, ele supôs que por causa do Homem também o Círculo inteiro do Céu deveria racionalmente ser dividido em Doze partes (por grandes Círculos traçados através das intersecções do Horizonte e do Meridiano e que cortam o Equador em igual número de partes) às quais chamou Casas; colocou a primeira delas no Leste e afirmou para a posteridade que governava a Vida do Homem e que a partir dela se poderia deduzir um conhecimento conjectural e um julgamento sobre a Vida; que a 2ª (que se segue à primeira, de acordo com o Movimento dos Planetas) governava as Riquezas; a terceira, os Irmãos; a quarta os Progenitores; e assim por diante com o resto, tal como estão Ordenadas e Nomeadas as casas na Figura subseqüente. E, a partir dele até aos dias de hoje, esta divisão do céu e nomeação das Casas tem perdurado sem corrupção, apesar do fato de Ptolomeu e dos seus Seguidores discordarem desta Antiga Tradição, parecendo perverter a Divisão em muitos lugares, como quando (a respeito dos Filhos) julgam principalmente, não a partir da 5ª casa, mas da 11ª que lhe está oposta. Quando (a respeito da Mãe) não julgam a partir da 4ª mas da 10ª, que lhe está oposta. Também (a respeito dos Criados e dos Animais) não a partir da 6ª mas da 12ª (a Casa oposta), ficando este aparente Erro corrigido a partir daqui.
A Cabala das Doze Casas Astrológicas
Não vou discutir o quanto os Astrônomos diferem entre si a respeito do Número, Localização, Movimentos e Natureza dos Céus. Nem vou aqui tratar de compor tal discórdia, nem censurar o julgamento de seja quem for, pois pelo menos nisto muitos concordam (que existe um Céu supremo e Primum Mobile que, pelo seu próprio movimento, de Leste para Oeste, realiza a sua revolução em torno da Terra no espaço de 24 horas, e que é tal a força provocada pelo assombroso movimento sobre os corpos subordinados, que arrasta manifestamente consigo, de Leste para Oeste, tudo aquilo que se encontre entre ele e a Região do Ar média.) É verdade que Kepler (o Lynceus da última era), ao negar (com Copérnico) um tal Primum Mobile, faz com que o Céu Estelar seja supremo e imóvel. E sustenta que a Terra (apelidada de planeta por Pitágoras e colocada entre as Esferas de Marte e Vênus) realiza pelo seu próprio movimento, de Leste para Oeste, uma rotação inteira sobre o seu Eixo no espaço de 24 horas, estando o Sol colocado no Centro do Mundo. Admitido isto (como o é pelos mais eruditos desta era) o Céu Estelar continua a realizar a função de Primum Mobile (já que a mesma parte da Terra, pelo movimento de todo o seu corpo, entra continuamente em aspecto com as novas partes do Céu Estelar, pelo qual aquela parte da Terra será alterada de novo, a não ser que lhe neguemos qualquer poder de agir sobre ela.) Por conseguinte, se não existirem outros Céus acima do das Estrelas Fixas (desconhecidos, confesso-o, dos egípcios, caldeus, de Platão, Aritóteles, Hiparco e até do próprio Ptolomeu) ou se forem mais, de acordo com os Aphonsins, uma coisa é muito certa, não sendo contradita por ninguém, que nos corpos mundanos, tais como a Terra, a Água, o Fogo e os Céus, há algum Primeiro e Supremo, não podendo existir nenhum mais elevado, caso contrário seriam infinitos na Operação. E também que estes mesmos Corpos são as universais Causas de Mutações Físicas, e que se subordinam umas às outras na Operação. Portanto, nessa Subordinação terá que haver igualmente uma causa Física primeira e suprema que age por si só e que não toma nada emprestado de qualquer anterior poder de Operação, e a partir dela a Média, e a partir desta a Menor, recebem a sua virtude de Ação. De outro modo, esta Subordinação das Causas seria ela própria profundamente arrasada. Pois porque razão se diria que a Média está Subordinada à Suprema e a Menor à Média na sua Operação, se aquela que é inferior não recebesse qualquer influxo ou virtude daquela que lhe é Superior? E como é que, por si só, poderia a Inferior produzir qualquer efeito sem a Influência da Média, ou esta sem a Influência da Superior? Portanto, a Primeira Causa de todas as coisas não pode ser outra além do Céu Supremo, o qual ao (de acordo com a Doutrina dos Antigos) se mover, move também os Corpos que lhe estão inferiores, mas ele próprio não é movido por qualquer outro Corpo que lhe seja superior. E se (de acordo com Kepler) estiver imóvel e cheio de estrelas, exerce influência pelos menos sobre os Corpos que lhe estão subordinados, mas não recebe influência de nenhum outro. Portanto, de qualquer das formas, o Primeiro Céu será a Primeira Causa ou o primeiro início Físico dos Efeitos e Alterações Físicas. Pois não é conveniente que o Primeiro início em todos os tipos seja o mais perfeito. Portanto, o Primeiro Céu pertencerá à Linhagem das Causas Eficientes, que têm a mais universal e poderosa virtude Ativa (que é a maior perfeição da Causa Eficiente) de modo que não existe nenhuma Causa Inferior Corpórea que ele não mova, ou na qual ele não instile uma virtude de poder de Operação; e nada de novo é gerado no Mundo inteiro que não seja tocado por esta mesma virtude. Admitindo isto, como pode o ser humano duvidar que tudo o que é gerado e nascido de novo deva ser referido à sua Primeira Causa? Pois tem que ser referido a alguma parte daquele Céu ou àquele Céu inteiro. Mas deveria ser referido ao Céu inteiro. Pois o Primeiro céu não é a Primeira e mais Universal Causa, secundum aliquam sui partem, segundo alguma parte sua, mas secundum se totum, segundo o seu Corpo inteiro. Portanto, todos os Efeitos Sublunares, desde que possam ser considerados secundum se totum, nomeadamente, no seu Início, Vigor, Declinação, Destruição, têm que ser referidos ao céu inteiro; no entanto, não confusamente, mas distinta e ordeiramente, como o mais ordeiro movimento do Céu requer. Pois, como todo o Efeito e tudo aquilo que sucede a partir do Céu durante o mesmo, corresponde ao Céu inteiro, mas o Início não é o seu Fim; de modo que o que estava no Céu, sendo por si só a Causa do seu Início, esta mesma coisa não será por si só a Causa do seu Final, (de outro modo, nenhum Efeito poderia continuar, nem nenhum seria produzido.) Mas, tal como o Início, o Vigor, a Declinação e o Final das coisas diferem entre si e se sucedem uns aos outros, também as Causas Celestes destes diferem igualmente entre si e têm que se suceder umas às outras. Por conseguinte, no Céu há certas partes que são as Causas que regem o Vigor, outras que regem a sua Declinação e, por fim, aquelas que governam o Final ou a Destruição das coisas. Então, a que parte do Céu (já que a própria Natureza nos guia e alcança) haveremos de chamar a Primeira Causa do Início Natural de todas as coisas? Certamente aquela que, no exato Início da coisa, ascende acima do seu Horizonte e, ao ascender, faz com que a própria coisa surja. Pois é seguro que de todos os lugares do Céu, o Leste é mais poderoso do que o resto, como é atestado por todos os Astrólogos, no que respeita à Ascensão, Culminação e Descensão das Estrelas; e como a própria Experiência comprova, na Alteração do Ar. Mas uma Causa só é considerada mais Poderosa relativamente a um Efeito mais forte e mais difícil. Portanto, o Efeito mais forte e mais difícil tem que ser atribuído à Parte Ascendente do Céu, o que ninguém negará, relativamente ao Aparecimento ou à Produção daquelas coisas. Mas sucessivamente, aquela Parte do Céu que está mais elevada acima do Horizonte e ocupa o Meio do Céu, no aparecimento ou Início da coisa, terá o Governo do seu vigor e da sua virtude Operativa. Aquela que se põe nesse momento, a sua Declinação a partir do seu estado perfeito. E, por último, aquela que detém o Fundo do Céu será tomada como sendo a Causa da sua Corrupção. E esta é a simples e (de todas as outras) a primeira Divisão do Céu, pela qual esta pode ser verdadeira e racionalmente adaptado para a Geração, o Aumento e a Alteração de todas as coisas Físicas a partir da sua própria Natureza e, por último, para a sua Corrupção. E a única que os Astrólogos Antigos freqüentemente usavam nas suas constituições do Céu, tanto Gerais como Particulares, como se verifica por Haly na Figura do Cometa que apareceu na sua época. E isto porque uma Divisão mais escrupulosa do Céu era mais difícil naqueles dias por falta de Tabelas Astronômicas, ou porque esta Divisão poderia conter genericamente tudo aquilo que outra conteria mais especificamente.A Ordem e os Nomes das Casas Astrológicas
Ora, entre todos os outros Fundamentos da Astrologia, este da divisão dos Céus em 12 Casas é o primeiro e o mais importante, pelo fato de dele depender principalmente toda a Arte das Predições. E como as Causas, as Razões e os primeiros Inícios desta Divisão estão mais distantes do nosso Entendimento e são muito mais difíceis de descobrir, através do raciocínio, do que quaisquer outros, esta é a razão porque muito poucos (se é que algum) empreenderam a sua defesa através de quaisquer Razões, verdadeiras ou prováveis, sendo o próprio Ptolomeu (para dizer a verdade) muito deficiente neste particular. Pois Lucius Bellantius (que tomou a seu cargo a defesa da Astrologia contra Picus) no seu 10º Livro (escrito contra o cap. 5 do 10º Livro de Picus) depois de ter enumerado diversas insignificâncias da sua própria autoria e da autoria dos Antigos, indignas do nome de Razões, acaba por ser forçado a opôr-se a Picus com base apenas na Experiência e a concluir a sua defesa a partir de Objetos muito ridículos e impróprios para um Artista da sua Erudição e Gravidade, nestas palavras: Querere igitur quam ob causum haec vel illa domus hujus virtutis sit, est quaerere, quare Sol sit Lucidus, cur Ignis calidus, Aqua frigida; quae tamen ex principiis intrinsecis pendent nobis ignotioribus, aut saltem minimè notioribus; a que um pouco antes chamou Profunda Naturae secreta. E, efectivamente, todos os outros que tentaram dar as Razões de ser destas Casas, não produziram nada ordenado, nada de Verdadeiro, mas apenas meras ficções. De modo que se em algum lugar apresentavam uma razão que parecia defender uma Casa, a mesma destruía todas as outras. De modo que Alexander ab Angelis, lib. 4, cap. 19, depois da sua Revista de todos os Argumentos apresentados por Julius Firmicus a respeito destas Casas, revende-as com razão nas seguintes palavras: Ridiculus sit quicunque ridiculas bas rationes nostra refutatione egere existimaret. Pelo que se torna evidente a facilidade e o à vontade com os *Inimigos da Astrologia escarnecem e se riem destas Casas, perguntando inoportuna e despudoradamente:- porque razão o Céu não pode ser dividido em mais do que 12 Casas?
- Por que é que a Primeira Casa é chamada a Casa da Vida e colocada no Leste?
- Por que é que a ordem e a sucessão numérica das Casas é do Leste para o Oeste?
- E por que é que a Segunda Casa é chamada a Casa das Riquezas ou Ganhos, a doze dos Inimigos, Encarceramento e Desventura?
- E também por que é que as outras Casas são chamadas pelos seus Nomes, e dispostas por aquela ordem?
Daí resultam 4 Triplicidades da mesma natureza genérica e 12 Casas, como foi dito anteriormente.
Primeira Triplicidade
A Primeira Triplicidade é a do Ângulo do Leste (a que se chama a Primeira Casa e pertence à Infância) chamada a Triplicidade do Ser e da Vida; as outras casas desta Triplicidade são a Nona e a Quinta, contemplando ambas a primeira casa através de um Aspecto Trino Partil no Equador, onde é feita esta racional Divisão das Casas. Pois o Homem vive dentro de um contexto triplo, em si mesmo, em Deus e na sua Posteridade. Mas a Primeira Vida é apenas dada a um Homem por outras Causas, viz. para que ele possa Venerar a Deus e procriar um seu semelhante, sendo esta a completa intenção de Deus na produção do Ser Humano.- 1. Ora, no tocante à Vida do Homem propriamente dito (porque é a primeira de todas as outras coisas na Ordem da Natureza e, sem ela, o resto não poderia conseqüentemente existir) é justo que reclame a principal Casa da Triplicidade, isto é: O Ângulo do Leste.
- 2. A Vida em Deus (a segunda na lista) existe na casa da religião, viz. a Nona, subseqüente à Primeira Casa nesta Triplicidade, de acordo com o Movimento do Equador.
- 3. E, finalmente, a Vida na sua Posteridade, conferida à casa dos Filhos, que é a quinta. Pelo que esta Triplicidade inteira diz respeito à Vida. Mas aqui há uma coisa muito notável, viz. que pelo movimento do Equador (a medida do Tempo) há um ingresso imediato da 9ª casa para a 8ª, que é a casa da Morte Temporária: pelo que o homem deve entender que terá que viver para si mesmo em Deus, até à sua Morte Temporal, de modo que entre esta e a Vida em Deus, não se interpõe nenhuma porção de tempo.
Segunda Triplicidade
A segunda é a Triplicidade do Ângulo do Meio do Céu, a que chamam a 10ª casa e que pertence à juventude. Esta é também chamada a Triplicidade da Ação e do Ganho ou dos bens mundanos que dele fluem, porque como todas as coisas agem Fisicamente, trabalham para algum bem Físico. Pois, tal como pelo Movimento do Equador, o progresso é feito a partir do Ângulo do Leste na direção do Ângulo do Meio do Céu, também existe um progresso feito a partir da Infância no sentido da juventude, e do Ser, ou da Vida para a Ação. As outras duas casas desta Triplicidade são a 6ª e a 2ª. Mas o Ganho ou o bem Físico que é conferido ao homem a partir das suas Ações é triplo.- 1. O primeiro (por ordem de dignidade) é Imaterial, tal como são as Artes, a Magistratura, as Dignidades e as Honras às quais um homem é elevado, assim como o Poder e a Majestade, pelo que detém a principal casa desta Triplicidade, viz. o Ângulo do Meio do Céu.
- 2. O segundo é Material e Animado, como o são os súditos, servos e todas as outras criaturas vivas, e está colocado na 6ª casa, de acordo com o Movimento do Equador, na Triplicidade subseqüente.
- 3. O último é Material e Inanimado, como o são o ouro, a prata, os objetos de casa e até todos os outros Bens Imóveis obtidos pelo seu próprio trabalho, que são atribuídos à segunda casa, sob o nome de Riquezas. Portanto, esta Triplicidade inteira é de Ação e do Ganho que dela resulta.
Terceira Triplicidade
A terceira é a Triplicidade do Ângulo Ocidental, chamado a 7ª casa e pertencendo à Idade Adulta. Esta é chamada a Triplicidade do Casamento ou do Amor. Pois, tal como pelo Movimento do Equador, o progresso é feito do Ângulo do Meio do Céu para o Ângulo Ocidental, também há um progresso da Juventude para a Idade Adulta, e dos atos famosos para os casamentos e as amizades dos homens, que com eles são conquistadas. As duas outras casas desta Triplicidade são a 3ª e a 11ª. Mas um ser humano é ligado a outro de um modo triplo.- 1. A Primeira Conjunção (por ordem de dignidade) é a do corpo, à qual chamamos Matrimônio, e portanto a principal casa desta Triplicidade, viz. o Ângulo Ocidental, é-lhe dedicada.
- 2. A segunda é a do Sangue, que constitui os Irmãos e os Parentes, na Terceira Casa, de acordo com o Movimento do Equador nesta Triplicidade seguinte.
- 3. A última é a da simples Benevolência ou patrocínio, da qual surgem os amigos, na 11ª casa. Por conseguinte, esta Triplicidade inteira é do Casamento e do Amor.
Quarta Triplicidade
A quarta Triplicidade é a do Ângulo escuro (no meio da noite ou no fundo do céu) chamada a Quarta Casa e a Caverna ou o Esconderijo dos Planetas, atribuída à velhice e apelidada da Triplicidade da Paixão, da Aflição e da Morte, à qual todos os homens estão sujeitos devido ao pecado de Adão. As duas outras casas desta Triplicidade são a 12ª e a 8ª.- 1. Mas a primeira Aflição do Homem, na ordem da natureza, é a triste expectativa da Morte Natural dos seus Progenitores, ou antes (falando Cabalisticamente) é aquela mancha do Pecado Original que os nossos Progenitores imprimem em nós e através da qual somos, desde o nosso Nascimento, sujeitos a todos os infortúnios, acabando na morte propriamente dita. E, por conseguinte, os Progenitores e a sua Condição, durante a vida do Nativo, assim como a Morte e as heranças deixadas por eles ao Nativo, ocupam a casa principal desta Triplicidade, viz. o Ângulo da quarta casa.
- 2. A segunda Aflição consiste nos Ódios, Dissimulações, Maquinações, Traições e Prejuízos provocados pelos Inimigos, especialmente os Secretos. Assim como nas Prisões, Servidão, Pobreza e todos os outros Infortúnios que um homem sofre durante a sua vida. Ora, como todos eles são Inimigos da Vida, são por isso contidos debaixo da única consideração de um Inimigo, na 12ª casa, que é corretamente chamada o vale dos infortúnios, e que se segue imediatamente nesta Triplicidade, de acordo com o movimento do Equador.
- 3. A última Aflição, habitando a 8ª Casa, é a Morte do Homem propriamente dito, que é o Fim desta Vida Temporal e o Início de uma Vida Eterna, pelo que, de acordo com o segundo movimento, ou o movimento dos Planetas, que é do Oeste para o Leste, há uma entrada feita da 8ª casa para a 9ª, que é a casa da Vida em Deus, pela qual ao homem é dado entender que deverá passar pelo segundo movimento da Alma, que é atribuída à mente ou à razão (tal como o primeiro movimento ou rapt é ao Corpo ou ao apetite sensitivo) de uma Morte Temporária para uma Vida em Deus, que é Eterna. Por conseguinte, nestas Triplicidades, aquilo que é Primeiro na ordem ou dignidade da natureza ocupa sempre as casas mais nobres, isto é: as Angulares. O que vem em segundo lugar, as casas sucedentes, de acordo com o movimento do Equador. E aquilo que vem por último, nas Cadentes, que são também sucedentes de acordo com o movimento da Eclíptica ou dos Planetas.
