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Gira do teatro Oficina com Taniko, Cacilda, Bacantes e Banquete por cidades do Brasil como Rio de Janeiro, Brasilia, Belen, Manaus, etc. Logo informo detalhes.

http://www.teatroficina.com.br.

O importante nas peças não é se submeter ao padrão estético imposto pela Globo e pelos acrobatas do teatro na ditadura da forma estética dominante... mas o resgate da vida e a ligação com a magia do teatro corajoso que tem prazer de comer tabus e desfrutar a liberdade de deixar o divino e o humano se expressar no ritual do encontro no terreiro antropofágico do teatro brasileiro...

Cacilda Estrela Brazyleira a Vagar

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Estarei interpretando o diretor e ator polonês - brasileiro Ziembinski, alegria. O processo da peça está uma bênção, verdadeira iniciação na magia e encanto do teatro brasileiro e na arte de atuar. O Zé Celso está iluminado, criativo como nunca, inspirado, o tyazo amadurecido, pronto... os ensaios uma delicia humana e divina.

Cacilda 2, é uma peça alucinante... realidade, sonho, magia... A vida de Cacilda da saída de Santos para Sampa, Rio até a saída dos Comediantes... continuidade da Cacilda 1

Link da critica do Estadão sobre Estrela Brasyleira a Vagar - Cacilda!!

Banquete de Platão, reescrito em rima pelo Zé Celso

O Banquete de Platão, reescrito por Ze Celso é toda uma louvação ao Amor e a Eros... não recomendo as pessoas caretas assistirem, ao não ser que estiverem dispostos a virada... aos apaixonados pela liberdade que este mundo oferece e aos que quiserem se nutrir da Sabedoria e Beleza de Eros através da sensibilidade de Socrates, Platão, Ze Celso e Tyazo do Teatro Oficina venham a celebrar juntos este ritual de ditirambo imperdível ao Deus que enlaça corpos, almas e corações..

No Banquete interpreto Zeus.

Bacantes 09

Fotos:

(fotos da peça no meu facebook e no orkut)

Site do Teatro Oficina

Fotos das Bacantes por Bruno Castro

Fotos da volta de Araraquara de Casandra

Fotos das Bacantes09 por Gabriela Queiroz

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Interpretando Zeus nas Bacantes09 aprendi a ver o humano como divino, e desde o divino perceber o transcendente do humano enquanto mortal.

A condição de mortal existe no aqui e agora, o depois é só possibilidade. Como mortal não se sabe até quando se viverá, assim como não se sabe até quando viverão amados e amadas. A certeza da vida só se saboreia no instante infinito que une, eternamente.

Dialogo entre Zeus e Semele na peça Bacantes09 no Teatro Oficina:

Semele: Vc me ama?

Zeus: Adoro (que se te amo, muito mais, muito mais te adoro.)

Semele: como mortal

Zeus: o melhor amor que existe.

Zeus me ensinou: Mais que amar, adorar!

Compartilho minha alegria em participar da remontagem do ritual vivo e ardoroso das Bacantes no Teatro Oficina na direção encantada, amorosa, tesuda, ligada, sagrada, profana, antropófaga, presente do adorável Zé Celso Martinez Correa, com Marcelo Drumont incorporando Dionisios, e um elenco maravilhoso de pessoas lindas, divinas, terrenas, iluminadas, centradas e espiraladas, amorosas, dançarinas, atores, cantores... humanos adoradores que sabem das coisas não sabendo, vivendo... que tyaso adorável de bacantes e satyros, amo todos eles, feliz.

"MENSAGEIRO BOIADEIRO: Eu vi! Eu vi as venérias! As veneradas Bacantes! ..." E eu falo, eu vi, vivi no ritual com as veneradas Bacantes, os encantados Satyros e os divinos Zeus, Hera, Dionisios, Apolo, e os humanos divinos Tiresias, Cadmos, Agave, Ino, Autonoe, Penteu.

Eu estou incorporando o senhor supremo e criador deste mundo Zeus. Deus que vira homem e se apaixona e troca com homens e mulheres, delicia divina e mortal. "O melhor amor que existe é o amor mortal!"

Na peça, quando Zeus vai se manifestar para Semele em forma humana, escolhemos Fidel Castro.

Como Zeus, Fidel Castro é o Senhor supremo do reinado que criou. Assim como Zeus, Fidel Castro trouxe com seu comando uma nova Ordem, Justiça, e idéia do Bem. Assim como Zeus é o pai dos deuses e dos humanos, Fidel Castro é o pai e comandante en jefe de todos os revolucionários, dirigentes e cidadãos. A cena em que Zeus usa a Fidel Castro como forma humana é muito linda, romântica e tesuda. Nessa cena Zeus irá engravidar a Semele com Dionisios. E assim como na peça, espero que de Fidel nasça um Dionisios que faça a Cuba 09 florescer para a orgia iluminada da nova Era, quando a serpente morde a sua própria calda.

Desde 1987 acompanho os ensaios e encenações das Bacantes, quando participei da primeira leitura interpretando Zeus com Denise Assunção fazendo Hera. Sempre que participei de ensaios públicos foi interpretando Zeus ou um Sátiro do coro. Mas o maior tempo que passei junto as encenações das Bacantes foi como espectador. Adoro assistir as Bacantes, para mim o ritual teatral mais belo, humano e divino que tenho vivido.

A direção do Zé e a magia dos rituais do dia a dia, ensaios e apresentações, deliciosamente modulam os corpos para expressarem a beleza viva dos cantos báquicos... os corpos chegam travados, contaminados, viciados, adormecidos, automáticos e pouco a pouco vão entrando em sintonia, harmonia, comunhão gozosa sejam atores ou público, todos ligados através do rito. A medida que o rito rola, Dionisios-Penteu namoram e a alegria de viver em celebração sagrada-humana, acaricia.

Duas vezes se nasce, uma se é estraçalhado. O DRama humano e divino vira tragicomediaorgya.

O canto se torna presença e rompe o tempo revelando o que une, a orgia.

O ator, virado Deus e Humano fala, gesticula, movimenta, expressa como beija-flor, trovão, amanhecer... atuação presente... delicia divina e humana.

Iniciados os ensaios ou as apresentações o cansaço e a dispersão desaparecem. O ritual torna-se realidade viva e oferece a todos oportunidades de estar e ser, que embriagam, alegram, entusiasmam, encantam, levam ao êxtase. As vezes o ensaio varou madrugada dentro... estávamos no limite... e o sobre-esforço a única alternativa... na borda da exaustão... e como da água podre brota a flor de lótus, viramos ator encantado, divino, humano em entusiasmos alegre.

24h por dia ligado no processo Bacantes. Chegava no Teatro em torno das 15h e lá até a madrugada. Fora do teatro permanecia ruminando hinos, cantos, cenas, visões, sensações... sempre possuído de Entusiasmo e Vontade de baquear...

Bacantes09 chegou com força total e logo de passar por Araraquara esta pronta para viajar por todo esse mundo de Zeus, incluindo no roteiro a nova Cuba de Fidel Castro e o novo Império no comando de OBAama -Penteu iluminado.

Bacantes foi canalizado por Euripedes faz mais de 2 mil anos que conta a história do Deus Dionisios e sua passagem por Tebas. Onde seu governador Pentheu e família iludidos com os poderes do humano aprendem o quanto custa desprezar a orgia..

A estreia em Araraquara em 28 e 29 de março foi um êxito total, grande festa. O público maravilhoso ligado desde o inicio dançou, cantou, sorriu, chorou se divertiu muito. Todos os atores, músicos e equipe técnica estiveram esplendorosos. Foi realmente um momento de graça, êxtase, celebração e ditirambo ao Deus Dionisio, homenageando também o novo ano solar de Zé ditirambico.

No domingo, aniversário de Zé a partir da meia noite, o espetáculo foi realmente especial, no meu parecer o melhor de todos. O coro das bacantes e dos satyros estava especialmente afinado, vibrante, vivo... Foi uma grande festa! alegria!

Do site do Teatro Oficina

*...Catherine Hirsh, Denise Assunção, Marcelo Drummond e José Celso Martinez Corrêa, antropofagiaram a última Tragédia Grega, escrita em 405 aC, por Eurípides.

BACANTES, chega para esquentar a Crise Mundial. A atriz cantora lírica Naomy Scholing faz Hino, Adriana Viegas é Auctonoe e Céllia Nascimento é Agave, as três filhas do Governador de Tebas. Cabe à Céllia Nascimento a partitura dificílima e bela de Agave a protagonista desta Ópera de Carnaval. Sílvio Guindane, ator carioca, diretor da Casa de Dramaturgia do Rio faz, o executivo especulador Pentheu, que no final metamorfoseia-se em Apolo Obama. Anna Guilhermina vive Semelle, a Mãe de Dionysios, nascido da transa desta mortal com Zeus, desempenhado pelo ator cubano Hector Othon. O grande veterano do Oficina, Paschoal da Conceição, retorna em Kadmos, Governador de Tebas. Zé Celso faz Tirézias, o Adivinho, e a divina Vera Barreto Leite, capa da Trip o ano passado, faz Hera. O ex jogador de futebol do Santos, vindo da República dos Camarões, faz Filet Mignon, personagem criado nesta montagem. A Cantora Letícia Coura, Coriféia com seu Cavaquinho.

BACANTES se faz com um Coro de Protagonistas Dançarinos Cantores Entidades e Esculturas vivas: Anthero Montenegro faz Pã Mensageiro; Lucas Weglinski faz Ampellos; Camila Mota é Diana a Caçadora; Patricia Winceski, Odara Carvalho e Fabiana Serroni, as Bacantes criadoras iniciais do Tyazo.

Na Companhia de Atores Delyrantes, na Linguagem Báquica, Rodrigo Andreolli é Íon, o guarda do templo de Apolo; Mariano Mattos Martins faz Satyro-Fauno, Márcio Telles é Afrodita; Juliane Elting é Pentheziléia, e Ariclenes Barroso, o Garçom Divino Ganimedes.

O maestro Marcelo Pellegrini, diretor musical e arranjador das músicas compostas por Zé Celso, está ao piano; Cássio Martins assume o contrabaixo; Fábio Gálio está na Bateria; Ito Alves toca a percussão e na guitarra ….. Elisete Jeremias, a maior diretora de cena do Brasil, retorna comandando os contra-regras atuadores que desempenharão os empregados de Pentheu: Aguinaldo Rocha e Rafael Guirardelo. Na produção Ana Rúbia de Melo; na luz, Ricardo Morañez; no Som, Rodrigo Gava e no vídeo Cassandra Mello, Jair Molina e Renato Banti. A arquitetura cênica é de Cris Cortilio. A atriz diva de OS BANDIDOS, Sylvia Prado está recriando as Entidades Rituais e os figurinos com traços mais indo afro brasileiros, trazendo o poder da Nova América Indo Afro Latina e celebrando o “Change”.

Com a intensa atuação do Público, como nos tempos das Tragédias Gregas, BACANTES é realizada sempre como Rito, Festa, Carnaval e Celebração da Alegria Trágica e Sensual. O Teat®o Oficina irá levar para as cidades brasileiras e do mundo o retorno mundial do paganismo divino.

SINOPSE

Bacantes traz a volta de Dionysios à sua cidade natal com seu bando, TYAZO e deixando-se capturar, seduz Pentheu, poder da especulação financeira em Tebas, que serra a prática do Teatro em Tebas. Dionysios faz com que ele, disfarçado de mulher, vá assistir vendo sem ser visto, a Orgya das Bacantes e Satyros. Lá Dionysios tem uma ereção em forma de uma árvore que penetra Pentheu e o ergue às alturas. Então as Bacantes o vêem e arrancam do alto, fazendo uma bacanal com ele, para depois estraçalhá-lo. A própria mãe arranca a cabeça do filho pensando que é um Leão. Depois psicanalisada pelo Pai, faz a cena mais Trágica da Tragédia Grega, o reconhecimento de ter assassinado o filho e estar com sua cabeça. Mas no final Dionysios vem de Deus ex Maquina e transforma todos os papéis e máscaras. Apolo Obama, Pã trocam alianças no Balcão do Palácio tomado pelas Bacantes e Satyros, onde recriam a TRAGÉDIA GREGA EM TRAGYCOMÉDYORGIA.

BACANTES é a primeira Ópera Elektrokamdomblaika de Carnaval e toma seu barco, O CARRO NAVAL, para viajar no mundo em transformação dionisíaca em plena crise.

Peça Taniko onde interpreto o Mestre Tesure

Trailer de Taniko

Taniko volta para o fim do ano 2009. .

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Mais sobre a Peça Taniko, O Rito do Mar, onde estou participando como ator.

Como chegar no Teatro Oficina?

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feliz

hector othon
hectorcubano@terra.com.br

16/12/09

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Se desejais chegar à casa da alma,
buscai no espelho o rosto mais singelo.
Rumi