JúpiterDe Astrothon
Características gerais de JúpiterCaracterísticas gerais Regente: do signo de Sagitário
O planeta nomeado pelos romanos por Júpiter sempre foi visto por todos os povos antigos (mesopotâmicos, gregos, romanos, árabes, chineses, hindus e nativos das Américas) como uma estrela (errante) benéfica, auspiciosa, propiciadora de oportunidades, vantagens, fortuna, sucesso, prestígio, reconhecimento, boa sorte. Júpiter e Vênus são os planetas mais brilhantes, fortes e destacados do céu noturno. Eles são os planetas mais homenageados na literatura e nas artes em geral. E sem lugar a dúvidas seus deuses associados estão entre os mais cultuados e adorados. Na mitologia grega, Júpiter correspondia ao Deus dos deuses, Zeus, pai e amante dos homens e dos deuses. No olimpo yorubá, pode ser associado na sua parte masculina ao Orixá Supremo Obatalá (Oxalá) e na feminina a Orixá Nanan. Associam-se algumas das suas qualidades (Senhor do Raio) à Orixá Iansã. Entre os hindus pode ser associado ao Deus da trindade Brahma. Entre os nórdicos Júpiter é associado ao Deus Thor também filho de um Deus supremo (Odin) com a Deusa Mãe-Terra. Thor é também Senhor das chuvas, dos raios e trovões, protetor do mundo e da comunidade. Seu símbolo é o carvalho, representando o tronco da família. Os animais de ambos deuses são o carneiro, o bode e a águia. Nas esculturas e pinturas Thor é apresentado com seu martelo (Mjolnir) e Júpiter com seu cetro. Thor matou a serpente Jormungand e Júpiter o dragão Tifon. No panteão nórdico, Thor era o destruidor do mal e o segundo maior expoente dos deuses Aesir. Os anglo-saxões deram o nome de Thor ao quinto dia da semana, Thursday ou seja "Thor's day" (quinta-feira, em inglês) os latinos deram a quinta-feira o nome de Jueves (homenageando a Júpiter). No Egito, Júpiter é associado a Amon, deus da mitologia egípcia, visto como rei dos deuses e como força criadora de vida. É marido de Mut e pai de Khonsu. A importância de Amon atinge o auge no Império Novo, após a derrota dos hicsos. Segundo o relato, Alexandre Magno teria consultado o oráculo do oásis de Siuá (onde Amon era associado a Júpiter), e o deus o teria declarado seu filho e garantido conquistas territoriais.
Na antiga Babilônia, Marduk (Enlil ou Ellil) era considerado o rei dos deuses e estava associado com o planeta Júpiter. Existem textos do mito da criação babilônico preservados em tábuas de escrita cuneiforme da biblioteca de Assurbanipal, rei da Assíria, de cerca de 700 Antes da Nossa Era. O relato que inclui informações sobre Marduk, é muito mais antigo, provavelmente datado do Império Antigo Babilônio, de cerca de 1800 antes da nossa Era. No mito, Marduk estabelece a ordem matando Tiamat, o dragão do caos primordial. Do corpo de Tiamat, Marduk cria todo o universo. Segundo a tradição da antiga Babilonia, há dois princípios originários: Tiamat , ser feminino, e Aspu, ser masculino (água salgada e água doce). Destes descendem as outras gerações de deuses. O mais novo dos deuses, Marduk, vence os deuses antigos e forma do corpo do morto Tiamat o mundo atual, trazendo a ordem e eliminando o caos. O homem é criado para o serviço dos deuses a partir do sangue dum deus rebelde chamado Ebeling. Os Babilônios acreditavam que havia uma misteriosa relação entre a vida na Terra e as evoluções das estrelas errantes (planetas) no céu. Eles foram os primeiros a usar os posicionamentos das estrelas errantes (planetas) em relação as estrelas fixas, as direções (leste, Meio do Céu, oeste) como oráculo. Eles foram os primeiros a nomear as estrelas errantes, o Sol e a Lua com o nome de seus deuses. Para eles o Sol, a Lua e os planetas são as formas físicas sob as quais se tornam visíveis os grandes deuses: Shamash (Sol), Sin (Lua), Nergal (Marte), Nabu (Mercúrio), Marduk (Júpiter); lshtar (Vênus), Ninurta (Saturno). Desde então os dias da semana levam seus nomes. Os sacerdotes babilônicos elegeram o movimento de Marduk como guia para o estudo do movimento das outras estrelas errantes. Seu movimento pausado e elegante sempre foi visto como indicador de bons augúrios e permitiu a observação sossegada de seu movimento pelos primeiros observadores do céu. Júpiter tem uma inclinação do eixo de rotação em torno do Sol de 3,13º, muito pequena, sua trajetória no zodíaco se assemelha à trajetória do Sol, a eclíptica. Assim a trajetória de Júpiter indica por onde passa a eclíptica, e define as constelações zodiacais. Outro dado importante é que a cada ano solar, Júpiter se movimenta em torno de 30 graus zodiacais, a elongação de uma constelação ou signo zodiacal. Estas características do planeta Júpiter, pode ter inspirado a sua escolha como deus dos deuses e organizador do mundo Terra. No Sistema Solar, Júpiter é o maior dos planetas, em massa, volume e irradiação de luz. Seu volume e massa é maior que a soma dos volumes e massas do resto dos planetas. Seu brilho é maior que o de uma estrela de primeira grandeza. Além de refletir a luz do Sol é o planeta que tem maior irradiação de luz própria. Assim, suas características físicas tem a ver com sua associação a abundância, a amplitude e a expansão.
Júpiter na AstrologiaNa minha prática de Astrologia por quase 30 anos tenho comprovado a benevolência, as bençãos e as graças com que o planeta Júpiter presenteia onde se encontrar no mapa natal, nos seus mapas derivados, em trânsito, em sinastria. Se nós fossemos agradecidos pelas bênçãos recebidas, os deuses, as entidades, os orixás, os santos associados ao planeta Júpiter deveriam formar parte de nossos santuários, templos e igrejas e serem cultuados, homenageados, oferendados. Na religião cristã que reina no Brasil, Jesus canaliza todas as qualidades boas e generosas de todos os deuses planetários. Isto é bom por um lado, ao facilitar a relação com um só deus, mas ao mesmo tempo faz perder um pouco o discernimento do que está se querendo desenvolver, focar. Jesus serve para pedir proteção no amor, na família, abre os caminhos do trabalho, facilita a cura... No olimpo dos deuses planetários, cada deus é encarregado de um setor na roda da vida. Recentemente interpretei Zeus em duas peças Banquete de Platão e Bacantes de Eurípedes, e foi muito agradável, satisfatório, prazeroso sentir as qualidades de Zeus (Júpiter). Adoro incorporar Zeus quando estou em lugares públicos e me observar irradiando amor, carinho, e a energia de cura de Júpiter. Júpiter como criador dos seres humanos e do mundo Terra adequado para eles sente um amor especial, familiar por todo ser humano. Eu, incorporando-o me sinto como um grande Pai, e todos os seres humanos meus filhos amados e socorridos quando o pedem. Sendo Júpiter o criador da Lei e da Ordem, sente-se uma grande satisfação de adequação, de harmonia, e a delicia do astral de se sentir aceito, legal, bem-visto, bem-querido, com passe aberto em todos os lugares onde reine a Luz. Um Júpiter natal em boa situação astrológica é uma bênção, diga eu que tenho a bênção de ter meu Sol natal em conjunção Júpiter, trígono ao meu Ascendente... Se não fosse por essa situação de Júpiter penso que faz tempo que poderia estar morto. Eu sou um adorador de carterinha de Júpiter, vai ver que por isso fui convidado ao interpretar em duas peças de teatro. Compartilho também que quando a energia de Júpiter está em tensão com outras energias planetárias, das estrelas, dos signos ou das direções pode se manifestar na pessoa de forma inadequada. Mas não é diretamente a energia de Júpiter, mas o efeito do contexto em que se encontra. Neste caso, deverá se estudar a situação astrológica negativa, até se conseguir iluminar o jeito harmonioso de usar a energia de Júpiter tendo em conta a situação astrológica em que se encontra. Júpiter, o grande benéfico, o deus supremo Júpiter é o facilitador de legalidade, da ordem e por outro lado da sorte, da bem-aventurança, da abundância e da graça. O planeta Júpiter na Astrologia é associado a deuses, entidades, energias, forças e funções da personalidade vistas como benéficas, positivas, auspiciosas, generosas e promotoras de bem-estar, expansão, melhorias, abundância, sucesso e fama. Na nossa cultura centrada no Sol, e na sua forma mundana, no Ego, a pessoa é educada a ser egoísta, a pensar só em si, na familia e quando mais nos grupos e tribos a que está associado. Assim, a energia de Júpiter que vibra a nivel social e na generosidade, é muito mal canalizada e as vezes até desconhecida. É muito bom se esforçar em entender estas qualidades de Júpiter na personalidade, para poder desenvolve-las e usufruir delas. Júpiter, o criador da lei Júpiter rege o setor da lei, determina o que é justo, legal, correto, aceito por consenso. Júpiter natal é a função de personalidade que cria e determina a visão de mundo, a ética, a moral, a ideologia, os princípios e os valores que regem na pessoa.
Júpiter rege também o setor da relação com o estrangeiro, viagens, o relacionamento entre os países e suas culturas. Junto a Vênus e Mercúrio rege a diplomacia.
Júpiter é associado aos conhecimentos, a cultura e a sabedoria. Rege o estudo superior, as universidades, a cultura, as igrejas, as filosofias.
Rege as instituições de cunho intelectual, legislativo, religioso, espiritual. Rege as instituições, empresas, entidades que facilitam o relacionamento e troca entre povos e culturas.
Júpiter rege os esportes, o hipismo e toda atividade que envolva os músculos e que tenha espírito competitivo e alegre, especialmente as grandes competições, copas de mundo, festivais. Júpiter rege as grandes festas, acontecimentos culturais, onde tenha boa e farta comida, bebida e tudo o que de bom tem neste mundo.
Júpiter, como todos os deuses gregos, tem suas qualidades humanas, e adorava descer a Terra em forma humana para participar da vida dos humanos, especialmente namorando homens e mulheres, especialmente as mulheres.
Júpiter, poder e luxo Júpiter rege os espaços amplos e luxuosos, com muita riqueza e pompa, as grandes somas de dinheiro, os bancos e empresas de grande porte. E por isso também pode estar relacionado com o abuso de poder, do luxo e da abundância. Júpiter rege os altos cargos no poder público, a imagem de legalidade das instituições e agrupações sociais. Júpiter em tensão pode provocar todo tipo de excesso, falcatrua, mal uso de recursos, grandes ilegalidades e injustiças. Júpiter em má situação astrológica, sugere:
Os planetas expressam-se na pessoa como funções ou faculdades da personalidade que facilitam o arco-íris de possibilidades que a pessoa dispõe para viver. Júpiter no mapa natal representa a função ou faculdade da personalidade que promove, alimenta e constrói a ética e a visão de mundo pessoal. É também a força que mantém a chama da vida acessa a favor dos propósitos, metas e projetos pessoais. Júpiter natal é a disponibilidade para ser generoso, atento, positivo, entusiasta, social. Júpiter é o senso de dignidade pessoal, o gancho para a militância e a participação social. Júpiter natal sugere o tipo de relação pessoal com a Ordem e a Lei. A sua bênção é a Boa Fortuna. Onde Júpiter se encontrar no mapa natal abrem-se oportunidades e possibilidades de êxito, prosperidade e desenvolvimento. Promove a honra, felicidade e glória. Mas pode levar a exageros e desmedidas segundo seu estado cósmico e os aspectos que fizer com os outros planetas natais. Júpiter representa a energia que expande a esfera de ação e experiência do indivíduo no social. Ele propicia e permite a pessoa integrar-se ao seu meio e a ordem social em vigor. Potencializa o desejo de incorporar tanto quanto possível do mundo exterior em si. Propicia a vontade de crescer física e psicologicamente, alimenta a vontade de participar socialmente, de conhecer outros lugares e culturas do mundo, motiva a querer aprender, a ganhar controle e autonomia, e aumentar o leque de ação e autonomia. Promove a necessidade de ter ética, religião, ideologia e visão de mundo pessoal. Júpiter abençoa e abre caminhos, o setor do mapa onde se encontrar, é abençoado, protegido e facilitado. Toda pessoa deveria estudar muito bem seu Júpiter natal, para poder usar com consciência e plenitude todas as bênçãos dos deuses e deusas deste portal generoso. É muito importante mesmo conhecer a situação astrológica do Júpiter natal, para apreciar os planetas que estão ligados a ele, assim como o signo e casa onde se encontrar. A situação astrológica de Júpiter determina uma espécie de carimbo de qualidade e legalidade. Quando Júpiter está bem posicionado e aspectado a pessoa aparenta ser "gente boa", confiável, positiva, que vem para acrescentar, colaborar, melhorar o astral e a situação. Segundo a situação astrológica de Júpiter no mapa natal serão as potencialidades de expressão de sua energia e função. Mas ao Júpiter representar uma energia que age no nível social dos relacionamentos, às vezes para a pessoa usar consciente sua energia precisa-se certo grau de desenvolvimento humano. A pessoa quando está de bem com a energia de Júpiter tem um astral de legalidade e legitimidade, permissividade, autoridade e conhecimento. Os caminhos se abrem, as oportunidades se apresentam. A pessoa se sente autorizada e permitida a agir, a colocar suas idéias, a realizar seus propósitos. Um Júpiter consciente e harmonizado permite ao indivíduo usufruir das características deste planeta com plenitude o que é muito bom e positivo. Para conhecer como está a situação astrológica de Júpiter deve-se estudar seu posicionamento zodiacal (signo e casa) e conhecer os aspectos (ângulos) que faz aos outros planetas e pontos especiais do mapa. É bom lembrar que o bom uso da energia de um planeta depende da consciência que se tenha de si em relação a função que ele representa. Ajuda o conhecimento que se tenha da sua situação astrológica e da forma em que se administra a sua energia no contexto geral do mapa. Muitas vezes um Júpiter em tensão pode levar ao indivíduo a desenvolver conscientemente seu lado positivo e assim usufruir de seus atributos com excelência. Assim como um Júpiter em harmonia no mapa pode provocar displicência ou mau uso, em dependência da personalidade do indivíduo e suas circunstâncias.
"Assim, quando alguém me pergunta pela sorte grande, falo-lhe do Júpiter sob qual nasceu. Todos tem alguma sorte grande, resta saber identificá-la. Tenho um cliente muito rico o qual lhe alertei sobre a falência da Rússia e ele deixou de perder 8 milhões de dólares. Me deu 150 mil dólares de gratificação. Assim, acertei na loteria sem querer. Outra ocasião, lhe aconselhei sobre um negócio do qual estava desistindo. Ele persistiu e pelo sucesso alcançado gratificou-me com mais 35 mil dólares. Nunca lhe pedi nada. Cobro US$ 100 a consulta. Não tenho mapa de acertador de loteria, mas minha sorte grande - Júpiter em Aquário na III - está na predição, entre outras coisas. Tb tenho a sorte grande de encontrar livros raros, de ter um irmão médico que já me salvou a vida ( eu tb a dele ) e ter escapado ileso de gravíssimos acidentes de trânsito. Aliás, desde garoto sempre quis ter um Land Rover. Por ter dado aconselhamentos preditivos acertados para o dono de uma revenda Land Rover, um dia me chamou em sua empresa e me ofereceu um para pagar como pudesse. Tb tive sorte grande com vizinhos, que sempre me ajudaram de várias maneiras, empreendimentos com colegas de escola e facilidade para encontrar oportunidades de divulgar minhas idéias" (Antonio Hares).
No mapa astral a casa onde se encontrar Júpiter natal mostra setor e assuntos da vida onde se expressa sua energia e bênção com mais intensidade, onde a pessoa tende a desenvolver as suas idéias religiosas, filosóficas e educacionais. A casa que Júpiter ocupa costuma ser uma casa de sorte, proteção, boa fortuna, abundância, oportunidades e expansão. A pessoa sente-se confiante e generoso em relação aos seus assuntos e adota atitudes entusiastas, positivas e otimistas. Caso a situação astrológica de Júpiter for tensa, suas qualidades podem ser distorcidas, exageradas, conflitadas e vividas com desmedida e sem jeito. Onde se viveria a fé, ou o sentimento religioso, se vive a superstição ou o fanatismo; invés da Justiça, a arbitrariedade, invés da generosidade e a benevolência, o excesso, o desperdício e a vaidade; invés da liberdade, o autoritarismo e a indulgência; invés da moral, a perversão e a ilegalidade. Mas a pesar da complexidade do desafio e das tensões que podem se criar com um Júpiter tenso, a sua natureza benevolente e positiva, sempre favorecerá o entendimento das dificuldades, alimentará a disposição para vencer os desafios e se tornar mestre da força deste poderoso planeta. A pessoa deve encarar os aspectos negativos de Júpiter, como desafios de aprimoramento, que se tornam verdadeiras forjas de talentos e virtudes.
O signo onde se encontra Júpiter no mapa natal, fala da forma ou modo em que ele se expressa na personalidade, trazendo proteção, facilitações e bençãos que podem dar lugares a dons, talentos, habilidades. O signo de Júpiter natal informa:
Os planetas natais aos que Júpiter natal estiver ligado por um aspecto maior, serão mobilizados juntos sempre que Júpiter estiver ativado. Assim suas energias agirão em conjunto segundo o significado astrológico do ângulo que os una. Os planetas natais em aspectos benéficos a Júpiter natal indicam as energias planetárias que estarão presentes como aliados no caminho da sorte, da fortuna, da expansão. As funções destes planetas estarão também marcadas pelos atributos de Júpiter. Júpiter amplifica, expande, protege, facilita, potencializa as suas funções. Os aspectos tensos podem forjar comportamentos e atitudes que podem atrapalhar, dificultar a cada vez que a função Júpiter seja mobilizada. Mas quando o aspecto tenso é entendido e trabalhado pode ser canalizado positivamente e se transformar num dom o habilidade de poder. Aspectos tensos a Júpiter natal sugerem:
Lembrando que todo aspecto tenso quando entendido pode ser canalizado positivamente.
'do lado positivo. Júpiter natal em situação astrológica harmônica
do lado negativo. Júpiter natal em situação astrológica tensa
O Signo por onde Júpiter transita indica:
Clique aqui para ver o texto sobre o eu jupiteriano segundo o astropsicodrama: http://www.astrothon.com/Astropsicodrama#Eu_jupiteriano
Oração a Zeus Zeus Zeus Zeus Meditação em Júpiter
A meditação em Júpiter é para expandir a consciência, abrir novos horizontes, aumentar o entusiasmo e a fé, a força e o poder pessoal, esclarecer e iluminar crenças, princípios e valores, firmar a visão do mundo pessoal. Fortalecer o caráter, a saúde, a vitalidade, a dignidade, a masculinidade, a autoconfiança, a lealdade, a vitória, a felicidade e o amor.
A energia de Júpiter quando é vivida com inadequação pode provocar:
A cura de Júpiter consiste em conhecer e estudar suas qualidades e as tentar incorporar. A cura de Júpiter inicia-se com a compreensão da sua energia e a forma que ele se expressa como função ou faculdade da personalidade. Assim é bom conhecer os atributos de Júpiter e observar como eles se manifestam na vida do dia a dia. Para realizar com excelência a função Júpiter exige-se conhecimento de si e da realidade suficiente para adequar os projetos de vida ao bem geral. Assim Júpiter exige que se saiba o que se quer, e fundamentalmente como isso que se quer pode se acoplar à dinâmica do meio social que se vive. Júpiter exige também que se tenham claro princípios e valores éticos. Porque segundo estes é que a pessoa será identificada e reconhecida. Com conhecimento, consciência e ética pessoal formulam-se projetos, propósitos e ações que aos olhos da egrégora jupiteriana sejam viáveis e harmônicos e assim se obtém sua proteção e favorecimentos. Júpiter protege toda ação que venha a contribuir com o bem geral e enriquecer a Ordem estabelecida com pompa, abundância e diversidade. Quando se age com consciência cidadã, responsabilidade social e bom senso Júpiter abençoa, cura e abre os caminhos. Na Astrologia Ritualística existem vários recursos que ajudam a se apropriar destes conhecimentos de forma eficiente que vão desde rituais e cerimônias xamanicas até psicodramatizações e jogos dramáticos que ajudam ao autoconhecimento e desenvolvimento de habilidades e talentos.
O estanho (do latim stagnun vulgarizado para stannun na Idade Média) é um dos metais mais antigos conhecido, e foi usado como um dos componentes do bronze desde a antiguidade. Devido a sua capacidade de endurecer o cobre, a liga de estanho-cobre (bronze) foi utilizado para produzir armas e utensílios desde 3500 a.C. O estanho é um elemento químico de símbolo Sn, número atômico 50 (50 prótons e 50 elétrons) e com massa atómica de 118,7 u. Está situado no grupo 14 ou 4A da classificação periódica dos elementos. É um metal prateado, maleável que é sólido nas condições ambientais. Não se oxida facilmente com o ar e é resistente a corrosão. É usado para produzir diversas ligas metálicas utilizados para recobrir outros metais para protegê-los da corrosão. O estanho é obtido principalmente do mineral cassiterita onde apresenta-se como um óxido. O estanho é o elemento com o maior número de isótopos estáveis (10). São conhecidos, também, 18 isótopos instáveis. Os principais isótopos instáveis com as suas respectivas meias-vida são: Sn-113 (155,1 dias), Sn-117m (13,6 dias), Sn-119m (293,0 dias), Sn-121 (1,12 dias), Sn-121m (55,0 anos), Sn-123 (129,2 dias), Sn-123m (40,1 minutos), Sn-125 (9,63 dias), Sn-125m (9,5 minutos) e Sn-126 (100.000,0 anos). O estanho é um metal branco prateado, maleável, pouco dúctil, de baixo ponto de fusão e altamente cristalino. Quando uma barra de estanho é quebrada produz um ruído denominado "grito de lata" ("grito de estanho"), causada pelos cristais quando são rompidos. Este metal resiste à corrosão quando exposto à água do mar e água potável, porém pode ser atacado por ácidos fortes, bases e sais ácidos. O estanho age como um catalisador quando o oxigênio se encontra dissolvido, acelerando o ataque químico. O estanho facilmente pode ser lustrado e é usado como revestimento de outros metais para impedir a corrosão ou a outra ação química. Devido à grande maleabilidade do estanho, é possível produzir lâminas muito finas utilizadas para acondicionar vários produtos como, por exemplo, maços de cigarros e barras de chocolate.
Achei muito interessante este texto do Samael Aun Weor (gnose) e compartilho: "Quase contígua á brilhante constelação de Peixes, encontramos a de Touro que inquestionavelmente se acha intimamente relacionada com o trabalho esotérico transcendente: a captura do touro de Creta. Este havia sido remetido a Minos pelo deus Netuno, para que fosse oferecido em holocausto. Porém, o rei, cobiçoso, o deteve indevidamente para si. Por isso, o animal se tornou espantoso e ameaçador, e aterrorizando todo o país. Diz a lenda dos séculos que Hércules, o herói solar, obteve assim facilmente a permissão para se apoderar dele, encadeá-lo e arrastá-lo pelo mar até Micenas. É indubitável que o trabalho relacionado com os infernos jupiterianos se acha plenamente alegorizado com a Sexta façanha de Hércules. Não é demais, nestas linhas, recordar o primeiro Júpiter da teogonia grega, pai de todos os deuses, senhor do universo e irmão de urano, Ur-Anas, quer dizer, do Fogo e da Água primitivos, pois é sabido, segundo o clássico, que no panteão grego figuram cerca de trezentos Jupíteres. Em seu outro aspecto de Jove, ou Iod-Eve, é o Jeová macho e fêmea, ou andróginos, e coletivos Eloim dos livros mosaicos, Adam-Kadmon dos cabalistas; o Iacho, o Inacho, da Anatólia, que também é Baco, ou Dionísio, de fenícios, continuadores da *primitiva teogonia de Sanchoniaton. O caráter sempre atribuído a Júpiter, o venerável pai dos deuses, como homem celeste, deu lugar, assim mesmo, a não poucos típicos nomes nórdicos, tais como o de Herr-Man e Herr-Manas, ou Hermes, literalmente o Homem Divino, ou o Senhor Homem: Alcides, ou El Cid, precursor teogônico de todos os nossos Cides pré-históricos do romantismo. Inquestionavelmente, Júpiter, no Punjab e no Rigistão, é o Hari-Kulas, ou Hércules, o senhor solar, o protótipo da raça do Sol, o hari-Mukh de Cachemira, ou seja, o sol no horizonte da vida. Júpiter, ou IO-Pitar, quer dizer, o pai de IO, é o espírito divino de toda aquela antiga hoste de criadores que, ao se reencarnar em corpos de sexo opostos, deu lugar à fábula grega dos amores de Júpiter com a virgem IO (iiiiiooooo), a qual foi transformada em terneira celeste, ou vaca sagrada dos orientais, para assim escapar das iras de Juno. Júpiter e sua vaca IO (iiiiiooooo) nos facilita o significado de outra porção de nomes arcaicos, tais como o próprio Gerião ou Ferião o que leva as vacas o de Hiperião Bósforo, literalmente o condutor da vaca, o mesmo que Gautama, o Buda. Assim, a hoste dos senhores, ou Eloim Júpiter, se acha simbolizado pelo hierograma sexual de IO (iiiiiooooo). É ostensível que têm dezenas de nomes em cada língua e uma centena ou milhar de mitos para cada nome destes em sua língua respectiva. Toda esta legião inefável de seres divinos, todos estes Eloim, constituem, em seu conjunto, o Deus único e sem nome dos tartésios, o autêntico Júpiter sublime dos antigos tempos. Desenvolvida muito cuidadosamente esta temática transcendental, poderemos deduzir solenemente o seguinte: O céu de Júpiter é a morada dos Eloim, o Nirvana. Aqueles devotos da senda que, ao chegar à Quinta Iniciação do Fogo, elejam o caminho espiralóide, ingressarão no Nirvana. Desenvolvimento integral é diferente. Em nome da verdade devo confessar, francamente e sem rodeios, que esse foi sempre meu melhor anelo. O pleno desenvolvimento de todas as minhas possibilidades superlativas, nirvânicas, em toda a presença de meu Ser Cósmico, foi minha aspiração. Entretanto, é inquestionavelmente que antes de subir devemos baixar. A toda exaltação antecede sempre uma espantosa e terrível humilhação. Encadear o simbólico touro de Creta foi, realmente, a tarefa a seguir. E esta, em si mesma, pareceu-me horripilante. Por aquela época da minha atual existência, muitas tentações sexuais me assediavam inclementes do tenebroso Tártaro. Auto-explorando-me psicologicamente, descobri nos fundos mais profundos da minha própria mente, o famoso touro de Creta. Vi-o, sim, Negro, descomunal, gigantesco, ameaçante e provido de agudos cornos. Obviamente se expressava na minha psique com fortes impulsos sexuais, passionais, irreflexivos. Foi urgente encadear a tenebrosa besta. Foi indispensável desintegrá-la, reduzi-la a poeira cósmica. Indubitavelmente fui assistido pela minha Divina Mãe Kundalini, a Serpente Ígnea de Nossos Mágicos Poderes. Este grande evento cósmico foi celebrado com uma festa no templo maravilhoso de Júpiter. Então, muitos reis e sacerdotes da natureza, revestidos com a púrpura sagrada, deram-me as boas-vindas. Assim foi como reingressei ao céu de Júpiter, à morada das dominações, à felicidade nirvânica. Deste modo, eliminando elementos infra-humanos, reconquistei meu posto entre essas hierarquias inefáveis, estado consciente que outrora havia perdido, quando, na meseta central da Ásia, faz já cerca de um milhão de anos, cometera o erro de comer do fruto proibido. Samael Aun Weor Distintos amigos! Vamos hoje estudar com inteira claridade o sexto círculo dantesco, ou de Júpiter, submerso sob a epiderme do planeta Terra. Inquestionavelmente, esta região infradimensional é ainda muito mais densa que as cinco anteriores, devido à sua constituição atômica. É bom saber que cada átomo do sexto círculo dantesco leva em seu ventre 576 átomos do Sagrado Sol Absoluto. Indubitavelmente, tal tipo de átomos, extremamente pesado, é a "causa causorum" de uma materialidade tremenda. As pessoas que vivem submersas nesta região infernal, obviamente, estão controladas por 576 leis, as quais fazem de suas existências algo demasiado complicado e difícil. O tempo se torna espantosamente lento nestas regiões; cada minuto parece séculos e, por conseguinte, a vida se faz tediosa e insuportável. Se analisamos cuidadosamente a vibração jupiteriana em seu aspecto transcedental planetário, descobrimos essa força misteriosa que dá o cetro aos reis e a mitra aos jerarcas das diversas religiões confessionais. É, pois, o planeta Júpiter, no espaço infinito, extraordinariamente místico, régio e sublime. Sua antítese, na infradimensão submersa, sob a crosta geológica de nosso mundo, resulta de fato convertida na morada dos ateus materialistas, inimigos do Eterno. Vivem também nessa região os blasfemos, aqueles que odeiam tudo o que pode ter sabor de divindade, e os hereges, esses que cultivam o dogma da separatividade. Sentimo-nos cheios de dor ao contemplar, como Dante, tantos mitrados céticos e ateus metidos no sepulcro de suas próprias paixões, ódios e limitações. Quando pensamos nos grandes legisladores, soberanos e senhores que regem os conglomerados sociais, obviamente descobrimos tiranos e tiranetes que originam complicações e dores por aqui, lá e acolá. O resultado de tão nefastos procederes corresponde exatamente ao sexto círculo dantesco. Não é, pois, de se estranhar que, nessa referida região tenebrosa da morada de Plutão, encontre o investigador esoterista a todos esses jerarcas que abusaram de seu poder; é claro que tais pessoas sofrem, por conseguinte, o indizível. Júpiter, como paternal amigo, sempre generoso, tem sua antítese nefasta nesses péssimos pais de família, que, possuindo bens aos montões, negam pão, abrigo e refúgio a seus filhos. Indubitavelmente, é na nefasta região sexta abismal onde essas sombras pecadoras, depois da morte, encontram sua morada. Comove-se a consciência do investigador ao contemplar, na tenebrosa região jupiteriana submersa, tão cruéis pais de família. Contudo, o mais curioso é que sempre eles, aqui no mundo, sob a luz do Sol, creram-se virtuosos, justos e bondosos, e alguns destes até foram profundamente religiosos. Há também, nessa morada sinistra, chefes de família que aspiraram a auto-realização íntima do Ser, apesar de todas as suas crueldades. Seus contemporâneos os creram muito bons; sua conduta, aparentemente, era reta, das portas da sua casa para fora, é claro, embora dentro de sua morada houvesse pranto e aflições. Pietistas extraordinários com fingidas mansidões e poses de comediantes; vegetarianos insuportáveis, desses que fazem da comida uma religião de cozinha. Eu lhes diria hipócritas, fariseus, sepulcros caiados, para falar com o tom do Grande Kabir Jesus. Não obstante, o mesmo não o diriam jamais os seus sequazes, ou aqueles que os tivessem visto em formosos salões de tipo pseudo-esotérico ou pseudo-ocultista. Não é estranho, tampouco, achar, na sexta região infradimensional submersa, chefes de família muito honrados e sinceros, porém, terrivelmente equivocados. O que deveriam ter feito não o fizeram e o que não deveriam ter feito, isso fizeram. Alguns desses senhores foram extraordinariamente fanáticos no mundo onde viviam, e com paus e açoites ensinaram religião a seus filhos, como se isto se pudesse aprender com lategaços. Nefastos sujeitos que ensombreceram lares, amargando a vida de suas criaturas. Júpiter, generoso como sempre, davidoso e altruísta, há de ter seu contraste sob a epiderme da Terra, na infradimensão sexta submersa. Qual seria a antítese da generosidade? O egoísmo, a usura, o peculato, isso é óbvio. Não é, pois, estranho achar, na referida região infra-humana, aquele que açambarca todos os bens da Terra para si, como um Sanagabril e seus sequazes. Assim pois, toda antítese religiosa, todo contraste jupiteriano, há de se encontrar, inevitavelmente, no sexto círculo infernal, sob a epiderme da Terra. Querido Mestre, observei que menciona o senhor que o tempo é tremendamente longo, que os minutos parecem séculos, devido à grande densidade desta região submersa de Júpiter. É o tempo longo pelos sofrimentos, ou são os sofrimentos longos pelo tempo? Distinto cavalheiro que faz a pergunta! Permita-me informar-lhe que o tempo só existe do ponto de vista meramente subjetivo, porque certamente não tem uma realidade objetiva. Partindo deste princípio básico, chegamos à conclusão lógica de que o tempo é uma criação subconsciente submersa. Inquestionavelmente, o tempo, em cada zona infraconsciente ou, melhor diríamos, naquilo que existe de inumano em cada um de nós, há de tornar-se cada vez mais lento nos fundos mais profundos da materialidade. Com outras palavras, direi o seguinte: No nível meramente intelectivo, o tempo não é tão lento como nos níveis subconscientes mais fundos. Isto é, quanto mais subconsciente seja a região do universo onde habitamos, mais lento será o tempo; tomará uma maior aparência de realidade. Aqui no mundo físico onde vivemos, sobre a superfície da Terra e à luz do Sol, há minutos que parecem séculos e séculos que parecem minutos. Tudo depende do estado de ânimo em que nos encontremos. É claro que, em plena felicidade, doze horas parecem um minuto. É óbvio que um instante de suprema dor parece séculos. Pensemos agora no Abismo, nas regiões submersas abismais, na cidade de Dite, a cidade maldita no fundo do tenebroso Tártaro. Ali os perdidos sentem que cada minuto se converte em século de abominável amargura. Assim é com efeito, Mestre; porém, como o senhor menciona estados de consciência como subconsciência, inconsciência e infraconsciência, quer acaso dizer isto que, quando falamos de infradimensões, referem-se estas também a estados de consciência? As infradimensões da natureza e do cosmos existem não somente no planeta Terra, senão também em qualquer unidade cósmica do espaço infinito; sóis, luas, planetas, galáxias, estrelas, antiestrelas, antigaláxias de antimatéria, etc., etc., etc. Não são, pois, estas infradimensões naturais exclusivos produtos da subconsciência, inconsciência e infraconsciência de humanóides intelectivos, senão o resultado de leis matemáticas que têm sua origem em todo raio de criação existencial. Mestre, quer dizer, pois, que, quando nos referimos à Consciência em si mesma, devemos pensar que esta está livre do tempo? Cavalheiro, senhores, senhoras! Quero dizer-lhes, de forma enfática, que no Sagrado Sol Absoluto o tempo é 49 vezes mais rápido que aqui na Terra. Analisando este enunciado judiciosamente, dizemos: Sendo o tempo criação meramente subjetiva do humanóide intelectual, é óbvio que resulte 49 vezes mais lento que no Sagrado Sol Absoluto. Com outras palavras, aclaro que a mente do humanóide possui 49 departamentos subconscientes e por isso se diz que o tempo aqui, entre os bípedes tricerebrados ou tricentados, equivocadamente chamados homens, é 49 vezes mais lento que no Sagrado Sol Absoluto. Valendo-nos agora do processo indutivo ensinado por Aristóteles em sua "Divina Entelequia", concluiremos: Se o tempo, no Sagrado Sol Absoluto, é 49 vezes mais rápido que no nível intelectivo do humanóide, obviamente isto significa que no Sagrado Sol o tempo não existe. Ali, tudo é um instante eterno, um eterno agora. Mirando, agora, isso que chamamos Consciência, estudando-a judiciosamente, descobriremos o Ser original paradisíaco, virginal, livre de todo processo subconsciente, mais além do tempo. A Consciência, em si mesma, não é um produto do tempo. Perdoa-me, Mestre, se pareço um tanto insistente. Porém abriguei o conceito de que, conforme vamos despertando Consciência, os estados infraconscientes e subconscientes vão deixando de existir, porque estes se convertem em conscientes. É equivocado isto? Cavalheiro! Esta pergunta me parece bastante interessante. Ostensivelmente, os estados submersos de Plutão. chamemo-los infraconsciência, inconsciência, subconsciência, são eliminados radicalmente quando a Consciência desperta. Na sexta dimensão submersa, o tempo se faz demasiado longo, devido ao fato claro e evidente dos estados subconscientes, inconscientes e infraconscientes. Contudo, no Nirvana não existe o tempo, devido ao fato contudente e definitivo de que nesta região divinal não existe o ego, nem o subconsciente, nem os citados estados abismais. P. Com esta dissertação que, francamente, me surpreende, porque nunca antes havia relacionado o tempo com os estados de subconsciência, chego à conclusão de que o inconsciente, o infraconsciente e o subconsciente, de que tanto nos falam os psicólogos, são, na realidade, estados negativos e satânicos, e que são obstáculos para que o homem se auto-realiza. Estou correto, Mestre? Foi-nos dito, de forma solene, que necessitamos transformar o subconsciente em consciente. Nós incluímos dentro desses conceitos transformativos também os estados infraconscientes e inconscientes. Despertar Consciência é o radical! Só assim poderemos ver o caminho que há de nos conduzir até a liberação final. Obviamente, o conceito tempo, que tão amarga faz a vida na sexta dimensão submersa e nos diversos círculos dantescos do Tártaro, é eliminado definitivamente quando a Consciência desperta. Diz-nos que a sexta região submersa de Júpiter é a antítese do planeta Júpiter que gira ao redor do Sol. Observo, Mestre, que não se referiu o senhor, quando falou dos outros círculos dantescos, como eram as antíteses dos planetas com que se correspondem. Poderia esclarecer-nos isso? Cavalheiros, senhores, senhoras! Obviamente os nove círculos infernais são sempre o aspecto negativo antitético das esferas da Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Creio que já algo disse em passadas existências sobre este tema e que temos pintado a relação existente entre aqueles mundos e as nove zonas submersas sob a epiderme de nosso planeta Terra. Buscando um símil a tudo isto, vereis que toda pessoa sob a luz do Sol projeta, por toda parte, sua própria sombra; algo semelhante achareis entre cada um destes nove mundos do sistema solar e suas correspondentes sombras ou zonas escuras, tenebrosas, nas entranhas do planeta em que vivemos. Entendido? Mestre, poderia dizer-nos se está habitada a zona submersa do planeta Júpiter? Distinta Senhora! Permito-me informar-lhe e informar a todas as pessoas que me escutam que nas infradimensões naturais do reino mineral submerso do planeta Júpiter existem demônios terrivelmente perversos, criaturas involucionantes, gentes que se dirigem à morte segunda. (Esclareço: não estou falando do céu de Júpiter, limito-me exclusivamente a citar o reino mineral submerso desse planeta). Podemos considerar que, apesar de nos mundos infernos de Júpiter existirem seres involucionantes, terrivelmente malignos, são dito infernos antitéticos com os infernos do sexto círculo dantesco do planeta Terra? Amigos, o tenebroso se corresponde com o tenebroso, não existe antítese alguma entre os infernos jupiterianos e o sexto círculo dantesco submerso sob a crosta geológica de nosso mundo Terra. Devemos buscar antíteses exclusivamente entre os aspectos luminosos e obscuros de Júpiter. Indubitavelmente, os esplendores jupiterianos têm seu oposto, suas sombras, não somente nas entranhas daquele planeta radiante, senão, também, sob a crosta de nosso afligido mundo. Mestre, poderia o senhor dizer-nos quais são os materiais ou elementos que compõem esta zona tenebrosa da sexta dimensão submersa de nosso organismo planetário? Amigos! Já dissemos em passadas conferências que os habitantes de tal ou qual elemento natural não percebem jamais o elemento em que vivem. Os peixes jamais vêem a água. Nós, os habitantes deste mundo tridimensional de Euclides, nunca percebemos o ar que respiramos, não o vemos. As salamandras não vêem o fogo. Assim, também aqueles que moram entre o elemento pétreo, rochoso, jamais vêem tal elemento, unicamente percebem objetivos, pessoas, sucessos, etc., etc., etc. Obviamente, a densidade pétrea da sexta morada de Plutão resulta insuportável, terrivelmente densa. Agora nos explicaremos o motivo pelo qual Dante via tantos condenados metidos entre seus sepulcros. Não se trata de sepulcros no sentido literal da palavra, só se quer dizer com isto estados sepulcrais, condições demasiado estreitas, limitadas de sub-conciência e infra-consciência, etc., etc.., etc. São condições dolorosas da vida na sexta região abismal. Zeus na Mitologia greco-romanaNeste artigo encontra informações recopiladas da internet sobre Zeus na Mitologia
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