Características gerais
Regente: do signo de Sagitário
Co-Regente: do signo de Peixes (regido atualmente por Netuno)
Exaltado: em Caranguejo
Exílio: em Gêmeos
Queda: em Capricórnio
Sistema solar: quinto planeta.
Ciclo completo: 12 anos
Num signo fica em torno de um ano.
Retrogradação: em torno de 4 meses ao ano
Inclinação do eixo de rotação: 3,13º
Afinidade: Fogo, metais nobres.
Natureza: Expansiva, idealista, benéfica.
Metal: Estanho.
Pedra: Quartzo branco, pedras azuis.
Cores: Branco. Azul - índigo. Púrpura. Dourado. Violeta
Animais: (animais em que se apresentou) Touro, Cisne Branco, Águia. (animais associados) Elefante, Leão, cervo, todos os animais de porte grande e nobre que reinem em seus ambientes.
Plantas: Seringueira, Trepadeiras, Cedro, Mirra, Jasmim, Cana de açúcar, Anis.
Tarôt: O Imperador e O Papa
Comédia Divina de Dante:sexto círculo dantesco
Perfume: Menta.
Dia da Semana: Quinta feira.
Inferno de Dante: Sexto céu.
Chakra: Terceiro olho.
Parte do Corpo: Musculatura. Quadril. Nádegas. Fígado. Artérias. Plasma sangüíneo. Pituitária. Vesícula. Glóbulos brancos. Pâncreas. Duodeno.
Palavras positivas associadas: Lei. Justiça. Hierarquia. Poder. Autoridade. Glória. Respeito. Ordem social. Abstração. Equilíbrio. Filantropia. Liberdade. Êxito. Sucesso. Abundância. Amplitude. Maturidade. Expansão. Bem-estar. Honra. Lealdade. Positividade. Alegria. Jovialidade. Alto astral. Otimismo. Inteligência. Proteção. Humanismo. Estrangeiro. Saúde. Energia. Pompa. Etiqueta. Devoção. Militância. Filosofia. Viagens.
Características negativas: Supersticioso. Exagerado. Avarento. Enganador. Ambição. Falso. Ilegal. Jogador. Desperdício. Imprudência. Imprudente. Hipocrisia. Orgulho. Sarcasmo. Perversão.
Saúde: Rege a maior glândula do corpo o fígado e a sua atividade purificadora, o nervo ciático e o baço. Atualmente, reconhece-se a forte influência que exerce sobre a glândula pituitária, que é chamada de “glândula mestra”, que regula a produção de hormônios e determina o crescimento físico.
Aspecto físico de pessoas jupiterianas: Corpulento, grande, perfil arredondado, boa estatura, bela aparência. Pode engordar com a idade. Peito amplo. Olhar firme e soberano. Belo sorriso e dentes. Cabelo abundante e fino. Frente alta. Elegante e majestoso.
Função dramática: O presidente. Cabeça de família. Chefe. Mestre. Juiz. Estrangeiro. Advogado. Filósofo. Amigo poderoso. Ator. Alto funcionário. Comerciantes. Empresários. Políticos. Viajante. Chefe de família ou tribos, chefes em geral.
O planeta nomeado por Júpiter
O planeta nomeado pelos romanos por
Júpiter sempre foi visto por todos os povos como um planeta-estrela benéfico, auspicioso, propiciador de oportunidades, vantagens, fortuna, sucesso, prestígio, reconhecimento, boa sorte.
O planeta Júpiter é conhecido e adorado desde a antiguidade pelos mesopotâmicos, gregos, romanos, árabes, chineses, hindus e nativos das Américas.
Júpiter junto a Vênus são os planetas mais brilhantes, fortes e destacados do céu noturno:
as cantadas e adoradas estrelas errantes.
Na mitologia grega Júpiter correspondia ao adorado Zeus, pai e amante dos homens e dos deuses.
No olimpo
yorubá pode ser associado ao
Orixá Supremo Obatalá (Oxalá) na sua parte masculina e na feminina a
Orixá Nanan. Associam-se algumas das suas qualidades (Senhor do Raio) à
Orixá Iansã.
Entre os
hindus pode ser associado ao Deus da trindade
Vishnu.
Entre os
nórdicos Júpiter é associado ao Deus
Thor também filho de um Deus supremo (Odin) com a Deusa Mãe-Terra, ele é também comandante das chuvas, dos raios e trovões, protetor do mundo e da comunidade. Seu símbolo é o carvalho, representando o tronco da família. Os animais de ambos deuses são o carneiro, o bode e a águia. Nas esculturas e pinturas Thor é apresentado com seu martelo (Mjolnir) e Júpiter com seu cetro. Thor matou a serpente Jormungand e Júpiter o dragão Tifon. No panteão nórdico, Thor era o destruidor do mal e o segundo maior expoente dos deuses Aesir. Os anglo-saxões deram o nome de Thor ao quinto dia da semana,
Thursday ou seja "Thor's day" (quinta-feira, em inglês) os latinos deram a quinta-feira o nome de
Jueves (homenageando a Júpiter).
No
Egito Júpiter é associado a
Amon, deus da mitologia egípcia, visto como rei dos deuses e como força criadora de vida. É marido de
Mut e pai de
Khonsu. A importância de
Amon atinge o auge no Império Novo, após a derrota dos
hicsos. Segundo o relato,
Alexandre Magno teria consultado o
oráculo do oásis de Siuá (onde
Amon era associado a Júpiter), e o deus o teria declarado seu filho e garantido conquistas territoriais.
Marduk
Na antiga Babilônia,
Marduk * (Enlil ou Ellil) era considerado o rei dos deuses e estava *associado com o planeta Júpiter.
Existem textos do mito da criação babilônico preservados em tábuas de escrita cuneiforme da biblioteca de Assurbanipal, rei da Assíria de cerca de 700 Antes da Nossa Era, se bem que o relato seja bem mais antigo, provavelmente datado do Império Antigo Babilônio, de cerca de 1800 antes da nossa Era. No mito,
Marduk estabelece a ordem matando
Tiamat, o dragão do caos primordial. Do corpo de Tiamat, Marduk cria todo o universo.
Segundo uma tradição, há dois princípios originários:
Tiamat , ser feminino, e
Aspu, ser masculino (água salgada e água doce). «Destes descendem as outras gerações de deuses. O mais novo dos deuses,
Marduk , vence os deuses antigos e forma do corpo do morto
Tiamat o mundo atual, trazendo a ordem e eliminando o caos. O homem é criado para o serviço dos deuses a partir do sangue dum deus rebelde (
Ebeling ).
Os
Babilônios acreditavam que havia uma misteriosa relação entre a vida na Terra e as evoluções dos planetas e estrelas no céu. Eles viam nos arranjos dos elementos do céu sinais e mensagens que falavam do presente e futuro, revelando destinos e acontecimentos.
Sol, Lua e planetas são as formas físicas sob as quais se tornam visíveis os grandes deuses: Shamash (Sol), Sin (Lua), Nergal (Marte), Nabu (Mercúrio), Marduk (Júpiter); lshtar (Vênus), Ninurta (Saturno). Desde então os dias da semana os homenageam levando seus nomes.
Entre eles se destaca pelas suas características físicas Júpiter. Seu movimento pausado e elegante sempre foi visto como indicador de bons augúrios.
Marduk decide também que
o curso de Júpiter pelo firmamento irá guiar as estrelas e os planetas.
Júpiter tem uma inclinação do eixo de rotação de 3,13º, muito pequena, sua trajetória no zodíaco se assemelha à trajetória do Sol, a eclíptica. Assim a trajetória de Júpiter indica por onde passa a eclíptica, e define as constelações zodiacais. A cada ano Júpiter visita uma constelação diferente. Em 2010 transitará quase o ano completo o signo de Peixes.
Estas características do planeta Júpiter - brilho, indicador da eclíptica, e o fato de passar um ano em cada constelação, pode ter ajudado a sua escolha como deus dos deuses e organizador do mundo Terra.
No Sistema Solar, Júpiter é o maior dos planetas, em massa, volume e irradiador de luz. Seu volume e massa é maior que a soma dos volumes e massas do resto dos planetas. Seu brilho é maior que o de uma estrela de primeira grandeza -tem luz própria. Assim, suas características físicas tem a ver com sua associação a abundância, a amplitude e a expansão.
Júpiter na Astrologia
Júpiter o grande benéfico, benfeitor, o deus supremo
Júpiter é o o grande benéfico, facilitador de legalidade, sorte, bem-aventurança, abundância e graça.O planeta Júpiter na Astrologia é associado a deuses, entidades, energias, forças e funções da personalidade vistas como benéficas, positivas, auspiciosas, generosas e promotoras de bem-estar, expansão, melhorias, abundância, sucesso e fama.
Júpiter o criador da lei
Júpiter é associado também à lei, ao justo, legal, correto, aceito por consenso. Júpiter natal é a função de personalidade que cria a visão de mundo, ética, moral, ideologia, princípios pessoais.
Júpiter, referência ao estrangeiro
Rege o estrangeiro, viagens, o relacionamento entre os países e suas culturas. Junto a Vênus e Mercúrio rege a diplomacia.
Júpiter e o conhecimento
Júpiter é associado aos conhecimentos, a cultura e a sabedoria.
Rege o estudo superior, as universidades, a cultura, as igrejas, as filosofias, todas as instituições de cunho intelectual ou espiritual que dêem ao homem uma moral de conduta e uma orientação.
Júpiter e o movimento celebrativo
Rege os esportes, o hipismo e toda atividade que envolva os músculos e que tenha espírito competitivo e alegre. Também o gosto pela comida, a bebida e todo tipo de prazer. Rege os excessos mundanos.
Júpiter, poder e luxo
Rege os espaços amplos e luxuosos, com muita riqueza e pompa, as grandes somas de dinheiro, os bancos e empresas de grande porte.
Júpiter é mentor, de cidades, grupos, ética e leis que regulam a sociedade.
Rege os cargos e a vida pública, a imagem de legalidade das instituições e agrupações sociais.
O lado perigoso de Júpiter
Júpiter tensionado sugere:
- alimentar soberba, orgulho, ira, paixão descontrolada,
- exageros, desmedidas e excessos.
- menosprezo do próximo, pre-conceito.
- enfrentamento da autoridade, ordem e lei.
- tomar para si mais do que corresponde.
- acumular ou possuir mais do necessário
- vício por acumular
- falsa confiança e do auto-engrandecimento.
- risco de crescer em demasia
- necessidade de excesso das lucros
- excesso no nível de vida
- endividar-se para viver acima de suas possibilidades reais.
- excesso de produção
- excesso de consumo
- mal-estar de ter bebido e comido demais.
- arrogância, e vaidade.
- risco de cair na jactância.
Júpiter no Mapa natal
Os planetas expressam-se na pessoa como funções ou faculdades da personalidade que facilitam o arco-íris de possibilidades que a pessoa dispõe para viver.
Júpiter no mapa natal representa a
função ou faculdade da personalidade que promove, alimenta e constrói a ética e a visão de mundo pessoal. É também a
força que mantém a chama da vida acessa a favor dos propósitos, metas e projetos pessoais. Júpiter natal é a disponibilidade para ser generoso, atento, positivo, entusiasta, social. Júpiter é o senso de dignidade pessoal, o gancho para a militância e a participação social.
Júpiter natal sugere o tipo de relação pessoal com a Ordem e a Lei.
A sua bênção é a Boa Fortuna. Onde
Júpiter se encontrar no mapa natal abrem-se oportunidades e possibilidades de êxito, prosperidade e desenvolvimento. Promove a honra, felicidade e glória. Mas pode levar a exageros e desmedidas segundo seu estado cósmico e os aspectos que fizer com os outros planetas natais.
Júpiter representa a energia que expande a esfera de ação e experiência do indivíduo no social. Ele propicia e permite a pessoa integrar-se ao seu meio e a ordem social em vigor. Potencializa o desejo de incorporar tanto quanto possível do mundo exterior em si. Propicia a vontade de crescer física e psicologicamente, alimenta a vontade de participar socialmente, de conhecer outros lugares e culturas do mundo, motiva a querer aprender, a ganhar controle e autonomia, e aumentar o leque de ação e autonomia. Promove a necessidade de ter ética, religião, ideologia e visão de mundo pessoal.
Júpiter abençoa e abre caminhos, o setor do mapa onde se encontrar, é abençoado, protegido e facilitado. Toda pessoa deveria estudar muito bem seu Júpiter natal, para poder usar com consciência e plenitude todas as bênçãos dos deuses e deusas deste portal generoso. É muito importante mesmo conhecer a situação astrológica do Júpiter natal, para apreciar os planetas que estão ligados a ele, assim como o signo e casa onde se encontrar.
A
situação astrológica de Júpiter determina uma espécie de
carimbo de qualidade e legalidade. Quando Júpiter está bem posicionado e aspectado a pessoa aparenta ser "gente boa", confiável, positiva, que vem para acrescentar, colaborar, melhorar o astral e a situação.
Segundo a
situação astrológica de Júpiter no mapa natal serão as potencialidades de expressão de sua energia e função. Mas ao
Júpiter representar uma energia que age no nível social dos relacionamentos, às vezes para a pessoa usar consciente sua energia precisa-se certo grau de desenvolvimento humano.
A pessoa quando está de bem com a energia de Júpiter tem um astral de legalidade e legitimidade, permissividade, autoridade e conhecimento. Os caminhos se abrem, as oportunidades se apresentam. A pessoa se sente autorizada e permitida a agir, a colocar suas idéias, a realizar seus propósitos.
Um
Júpiter consciente e harmonizado permite ao indivíduo usufruir das características deste planeta com plenitude o que é muito bom e positivo.
Para conhecer como está a situação astrológica de Júpiter deve-se estudar seu posicionamento zodiacal (signo e casa) e conhecer os aspectos (ângulos) que faz aos outros planetas e pontos especiais do mapa.
É bom lembrar que o bom uso da energia de um planeta depende da consciência que se tenha de si em relação a função que ele representa. Ajuda o conhecimento que se tenha da sua situação astrológica e da forma em que se administra a sua energia no contexto geral do mapa.
Muitas vezes um Júpiter em tensão pode levar ao indivíduo a desenvolver conscientemente seu lado positivo e assim usufruir de seus atributos com excelência. Assim como um Júpiter em harmonia no mapa pode provocar displicência ou mau uso, em dependência da personalidade do indivíduo e suas circunstâncias.
Júpiter no mapa natal sugere:
- indicador da sorte e das oportunidades. Júpiter no mapa indica a direção em que é facilitado se expandir, ampliar horizontes, explorar novas alternativas.
"Assim,
quando alguém me pergunta pela sorte grande, falo-lhe do Júpiter sob qual nasceu. Todos tem alguma sorte grande, resta saber identificá-la.
Tenho um cliente muito rico o qual lhe
alertei sobre a falência da Rússia e ele deixou de perder 8 milhões de dólares. Me deu 150 mil dólares de gratificação. Assim, acertei na loteria sem querer. Outra ocasião, lhe
aconselhei sobre um negócio do qual estava desistindo. Ele persistiu e pelo sucesso
alcançado gratificou-me com mais 35 mil dólares. Nunca lhe pedi nada. Cobro US$ 100 a consulta. Não tenho mapa de acertador de loteria, mas minha sorte grande -
Júpiter em Aquário na III - está na predição, entre outras coisas. Tb tenho a sorte grande de
encontrar livros raros, de ter um
irmão médico que já me salvou a vida ( eu tb a dele ) e ter
escapado ileso de gravíssimos acidentes de trânsito. Aliás, desde garoto sempre quis ter um Land Rover. Por ter dado aconselhamentos preditivos acertados para o dono de uma revenda Land Rover, um dia me chamou em sua empresa e me ofereceu um para pagar como pudesse. Tb tive sorte grande com
vizinhos, que sempre me ajudaram de várias maneiras, empreendimentos com colegas de escola e *facilidade para encontrar oportunidades de divulgar minhas idéias*" (Antonio Hares).
- Júpiter potencializa o elemento e signo onde se encontra e as funções planetárias dos planetas a que está ligado por aspecto maior.
- Júpiter em boa situação astrológica sugere uma personalidade alegre, otimista e animada e, por vezes, bastante divertida. O signo de Júpiter dá-nos pistas sobre o tipo de humor da pessoa.
- segundo a sua situação no mapa indica o sentido da vida, o caminho que guia.
- o setor e assuntos da vida onde sempre se quer melhorar, onde a pessoa se sente a vontade, com proteção e facilitações, onde se vive a abundância.
- o setor onde se sente confiança, proteção.
- o lugar e as pessoas relacionadas com o Júpiter natal é onde se pode buscar animo, força, apoio, energia, onde se recorre quando se está mal.
- Júpiter indica a forma em que a pessoa vivencia a fé e a espiritualidade.
- no setor que reina Júpiter se sente que se pode correr riscos, e avançar no desconhecido.
- Júpiter indica o caminho facilitado de prosperidade, sucesso e êxito.
Júpiter natal nas casas
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Júpiter natal nos signos
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Aspectos a Júpiter natal
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Pessoa tipo Júpiter (jupiteriana)
A pessoa tipo Júpiter sugere:
- do lado positivo
- aparência boa, imagem de status e astral de legalidade e legitimidade. A pessoa aparenta ser protegida em suas atividades sociais e de expansão pessoal.
- proteção, bênção e facilidades no mundo material. Habitualmente tem uma profissão ou trabalho que paga bem, ou recebe proteção da familia ou da vida. O acompanha a riqueza, a abundância. Conhece os segredos do sucesso, da abundância e do altruísmo.
- generosidade, jovialidade, filantropia
- aparenta ser virtuoso, digno, honesto e de amizades valiosas.
- personalidade forte, distinta, extrovertido.
- saúde, disposição, entusiasmo. Gosto por esporte ou trabalhos que requeiram energia física e disposição.
- disposição pelos estudos superiores, pela conquista do mental superior seja dentro da filosofia, da ética ou das ciências. Interesse por outras culturas, línguas e países.
- ajuda a pessoa a adotar atitudes positivas e um espírito otimista diante desafios.
- vocação pela justiça, a verdade, a moral.
- Inspira a benevolência, o justo e eqüitativo, sempre disposto a dar um conselho amigo e a transmitir uma mensagem de otimismo, é também um irradiador de alegria e fé.
- pode chegar a ser poderosa, sábia, segura de si, e não existe algo que ela queira e não possa realizar. Gosta de compartilhar o que tem porque a suas fontes são inesgotáveis.
- fé. A pessoa se sente protegida e pode ter crença e confiança num poder superior.
- otimismo. A pessoa acredita que no fim do túnel sempre tem uma luz.
- entusiasmo. A pessoa sente disposição pela vida e diante dos desafios encontra energia para continuar.
- ajuda em todo tipo de profissão especialmente nas que tem vínculo com o social e o público. Pode chegar a ser político, sábio, filósofo, banqueiro, industrial, magistrado.
- do lado negativo
- exagero, desmedida e ilegalidade.
- perda de oportunidades. Auto-sabotagem
- dificuldade para seguir a lei, a ordem.
- dificuldade em se expandir, ampliar, desenvolver.
- dificuldade para lidar com o estrangeiro ou pessoas estrangeiras.
- dificuldade com estudos superiores, filosofia, ideologias.
Júpiter natal em situação astrológica tensa sugere
- pessoa ambiciosa, impertinente, metida, chantagista, desmedida, exagerada, esbanjadora, enganadora, embusteira e charlatã.
- pode provocar também irreverência, irresponsabilidade, ilegalidade, falsa imagem, e contraversão.
- pode desenvolver personalidade superficial e de aparências que busca no status social compensar carências, defeitos e fragilidades.
- excesso de confiança, atrevimento.
- preguiça, desleixo, acomodamento
- perda ou mal uso de oportunidades
- mentira, falsidade, promete mais do que faz
Júpiter em trânsito
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Astropsicodrama e Júpiter
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Santuário de Júpiter
Sugestões:
Localizado no lado Leste ou Oriente, perto do santuário do Sol.
Imagem de algum deus associado.
Vela Branca.
Pedras Quartzo branco.
Dia da semana: Quinta-feira.
Flores brancas.
A meditação em Júpiter é para expandir a consciência na força e poder pessoal, esclarecer e iluminar crenças, princípios e valores, firmar a visão do mundo pessoal. Fortalecer o caráter, a saúde, a vitalidade, a dignidade, a masculinidade, a autoconfiança, a lealdade, a vitória, a felicidade e o amor.
Cura de Júpiter
A energia de
Júpiter quando é vivida com inadequação pode provocar:
- Aumento excessivo de peso. Inflamação.
- Comportamento exagerado. Entusiasmo excessivo. Excessos de todo tipo.
- Ilegalidades. Corrupção. Falsificação. Abuso de influências.
Quando se vive sem perspectivas, medida, referencia, dignidade, auto-estima, quando não se tem visão de mundo, religião, ética, valores, quando a pessoa se sente ilegal, falsa, inconsistente, marginalizada pode se submeter a cura de Júpiter.
A cura de Júpiter consiste em conhecer e estudar suas qualidades e as tentar incorporar. A
cura de Júpiter inicia-se com a compreensão da sua energia e a forma que ele se expressa como função ou faculdade da personalidade.
Assim é bom conhecer os atributos de Júpiter e observar como eles se manifestam na vida do dia a dia.
Para realizar com excelência a função Júpiter exige-se conhecimento de si e da realidade suficiente para adequar os projetos de vida ao bem geral. Assim Júpiter exige que se saiba o que se quer, e fundamentalmente como isso que se quer pode se acoplar à dinâmica do meio social que se vive. Júpiter exige também que se tenham claro princípios e valores éticos. Porque segundo estes é que a pessoa será identificada e reconhecida.
Com conhecimento, consciência e ética pessoal formulam-se projetos, propósitos e ações que aos olhos da egrégora jupiteriana sejam viáveis e harmônicos e assim se obtém sua proteção e favorecimentos.
Júpiter protege toda ação que venha a contribuir com o bem geral e enriquecer a Ordem estabelecida com pompa, abundância e diversidade.
Quando se age com consciência cidadã, responsabilidade social e bom senso Júpiter abençoa, cura e abre os caminhos.
Na Astrologia Ritualística existem vários recursos que ajudam a se apropriar destes conhecimentos de forma eficiente que vão desde rituais e cerimônias xamanicas até psicodramatizações e jogos dramáticos que ajudam ao autoconhecimento e desenvolvimento de habilidades e talentos.
Passos para a cura de Júpiter:
- Conheça os atributos de Júpiter.
- Conheça a situação astrológica de Júpiter no seu mapa natal.
- Escreva detalhadamente seus princípios e valores éticos.
- Observe no seu dia a dia se sua ação é coerente com sua ética.
- Observe a força de seu Júpiter interior e sua relação de poder no Olimpo Pessoal
- Observe como seu eu jupiteriano age no dia a dia e seus dramas.
- Observe se a forma em que vive Júpiter tem a ver com a sua situação astrológica no mapa natal.
- Encontre formas inteligentes de resolver as tensões e desafios de Júpiter segundo a sua situação astrológica.
- Encontre formas inteligentes de resolver as tensões e desafios na relação de seu eu jupiteriano e os outros eus planetários.
- Amadureça e aprimore o texto que descreve sua ética.
- Escreva suas metas de vida e como visualiza sua vida nos próximos doze anos.
Meditação de Júpiter
- Sente-se com coluna ereta.
- Invoque a proteção e presença de seus guias, mestres pessoais e anjo da guarda
- Disponha-se a meditar sobre seu comportamento e ética pessoal
- Deixe vir todas as cenas onde se sente fisgado, ilegal, inadequado, onde é denunciado ou está em falta. Trabalhe estas cenas através de conversas com as forças presentes até conquistar a harmonia e o sentimento de legalidade.
- Medite nos seus valores, princípios e crenças até que ganhem clareza e força.
- Defina metas de aprimoramento em relação a sua forma de viver seu eu jupiteriano.
o céu e o inferno de Júpiter. As três Montanhas. Samael Aun Weor
Achei muito interessante este
texto do Samael Aun Weor (gnose) e compartilho:
Quase contígua á brilhante
constelação de Peixes, encontramos a de
Touro que inquestionavelmente se acha intimamente relacionada com o trabalho esotérico transcendente:
a captura do touro de Creta.
Este havia sido
remetido a Minos pelo deus Netuno, para que fosse oferecido em holocausto. Porém, o rei, cobiçoso, o deteve indevidamente para si. Por isso, o animal se tornou espantoso e ameaçador, e aterrorizando todo o país.
Diz a lenda dos séculos que
Hércules, o herói solar, obteve assim facilmente a permissão para se apoderar dele, encadeá-lo e arrastá-lo pelo mar até Micenas.
É indubitável que o trabalho relacionado com
os infernos jupiterianos se acha plenamente alegorizado com a
Sexta façanha de Hércules.
Não é demais, nestas linhas, recordar
o primeiro Júpiter da teogonia grega,
pai de todos os deuses, senhor do universo e
irmão de urano,
Ur-Anas, quer dizer, do Fogo e da Água primitivos, pois é sabido, segundo o clássico, que no panteão grego figuram cerca de
trezentos Jupíteres.
Em seu outro aspecto de
Jove, ou
Iod-Eve, é o
Jeová macho e fêmea, ou andróginos, e coletivos
Eloim dos livros mosaicos,
Adam-Kadmon dos cabalistas; o Iacho, o
Inacho, da Anatólia, que também é
Baco, ou
Dionísio, de fenícios, continuadores da *primitiva teogonia de Sanchoniaton.
O caráter sempre atribuído a
Júpiter,
o venerável pai dos deuses, como homem celeste, deu lugar, assim mesmo, a não poucos típicos nomes nórdicos, tais como o de
Herr-Man e Herr-Manas, ou Hermes, literalmente o Homem Divino, ou o Senhor Homem: Alcides, ou El Cid, precursor teogônico de todos os
nossos Cides pré-históricos do romantismo.
Inquestionavelmente,
Júpiter, no Punjab e no Rigistão, é o Hari-Kulas, ou
Hércules, o
senhor solar, o protótipo da raça do Sol, o
hari-Mukh de Cachemira, ou seja,
o sol no horizonte da vida.
Júpiter, ou IO-Pitar, quer dizer,
o pai de IO, é o espírito divino de toda aquela antiga hoste de criadores que, ao se reencarnar em corpos de sexo opostos, deu lugar à fábula grega dos amores de Júpiter com a
virgem IO (iiiiiooooo), a qual foi transformada em
terneira celeste, ou vaca sagrado dos orientais, para assim escapar das
iras de Juno.
Júpiter e sua
vaca IO (iiiiiooooo) nos facilita o significado de outra porção de nomes arcaicos, tais como o próprio
Gerião ou Ferião o que leva as vacas o de
Hiperião Bósforo, literalmente o condutor da vaca, o mesmo que Gautama, o Buda.
Assim, a hoste dos senhores, ou
Eloim Júpiter, se acha simbolizado pelo
hierograma sexual de IO (iiiiiooooo). É ostensível que têm dezenas de nomes em cada língua e uma centena ou milhar de mitos para cada nome destes em sua língua respectiva.
Toda esta legião inefável de seres divinos, todos estes Eloim, constituem, em seu conjunto, o Deus único e sem nome dos tartésios, o autêntico Júpiter sublime dos antigos tempos.
Desenvolvida muito cuidadosamente esta temática transcendental, poderemos deduzir solenemente o seguinte:
O céu de Júpiter é a morada dos Eloim, o Nirvana. Aqueles devotos da senda que, ao chegar à Quinta Iniciação do Fogo, elejam o caminho espiralóide, ingressarão no Nirvana.
Desenvolvimento integral é diferente. Em nome da verdade devo confessar, francamente e sem rodeios, que esse foi sempre meu melhor anelo. O pleno desenvolvimento de todas as minhas possibilidades superlativas, nirvânicas, em toda a presença de meu Ser Cósmico, foi minha aspiração.
Entretanto, é inquestionavelmente que antes de subir devemos baixar.
A toda exaltação antecede sempre uma espantosa e terrível humilhação.
Encadear o simbólico
touro de Creta foi, realmente, a tarefa a seguir. E esta, em si mesma, pareceu-me horripilante. Por aquela época da minha atual existência, muitas tentações sexuais me assediavam inclementes do tenebroso Tártaro.
Auto-explorando-me psicologicamente,
descobri nos fundos mais profundos da minha própria mente, o famoso touro de Creta. Vi-o, sim, Negro, descomunal, gigantesco, ameaçante e provido de agudos cornos.
Obviamente
se expressava na minha psique com fortes impulsos sexuais, passionais, irreflexivos. Foi urgente encadear a tenebrosa besta. Foi indispensável desintegrá-la, reduzi-la a poeira cósmica. Indubitavelmente fui assistido pela
minha Divina Mãe Kundalini, a
Serpente Ígnea de Nossos Mágicos Poderes.
Este grande evento cósmico
foi celebrado com uma festa no templo maravilhoso de Júpiter. Então, muitos reis e sacerdotes da natureza, revestidos com a púrpura sagrada, deram-me as boas-vindas. Assim foi como reingressei ao céu de Júpiter, à morada das dominações, à felicidade nirvânica. Deste modo, eliminando elementos infra-humanos, reconquistei meu posto entre essas hierarquias inefáveis, estado consciente que outrora havia perdido, quando, na meseta central da Ásia, faz já cerca de um milhão de anos, cometera o erro de comer do fruto proibido. Samael Aun Weor
Distintos amigos! Vamos hoje estudar com inteira claridade o sexto círculo dantesco, ou de
Júpiter, submerso sob a epiderme do planeta Terra.
Inquestionavelmente, esta região infradimensional é ainda muito mais densa que as cinco anteriores, devido à sua constituição atômica. É bom saber que cada átomo do sexto círculo dantesco leva em seu ventre 576 átomos do Sagrado Sol Absoluto.
Indubitavelmente, tal tipo de átomos, extremamente pesado, é a "causa causorum" de uma materialidade tremenda. As pessoas que vivem submersas nesta região infernal, obviamente, estão controladas por 576 leis, as quais fazem de suas existências algo demasiado complicado e difícil.
O tempo se torna espantosamente lento nestas regiões; cada minuto parece séculos e, por conseguinte, a vida se faz tediosa e insuportável. Se analisamos cuidadosamente a vibração jupiteriana em seu aspecto transcedental planetário, descobrimos essa força misteriosa que dá o cetro aos reis e a mitra aos jerarcas das diversas religiões confessionais.
É, pois, o planeta Júpiter, no espaço infinito, extraordinariamente místico, régio e sublime.
Sua antítese, na infradimensão submersa, sob a crosta geológica de nosso mundo, resulta de fato convertida na morada dos
ateus materialistas, inimigos
do Eterno. Vivem também nessa região os
blasfemos, aqueles que odeiam tudo o que pode ter sabor de divindade, e os
hereges, esses que cultivam o dogma da separatividade.
Sentimo-nos cheios de dor ao contemplar, como Dante, tantos mitrados céticos e ateus metidos no sepulcro de suas próprias paixões, ódios e limitações.
Quando pensamos nos
grandes legisladores, soberanos e senhores que regem os conglomerados sociais, obviamente descobrimos tiranos e tiranetes
que originam complicações e dores por aqui, lá e acolá. O resultado de tão nefastos procederes corresponde exatamente ao sexto círculo dantesco.
Não é, pois, de se estranhar que, nessa referida região tenebrosa da
morada de Plutão, encontre o investigador esoterista a todos esses jerarcas que
abusaram de seu poder; é claro que tais pessoas sofrem, por conseguinte, o indizível.
Júpiter, como paternal amigo, sempre
generoso, tem sua antítese nefasta nesses péssimos pais de família, que, possuindo bens aos montões, negam pão, abrigo e refúgio a seus filhos. Indubitavelmente, é na nefasta região sexta abismal onde essas sombras pecadoras, depois da morte, encontram sua morada. Comove-se a consciência do investigador ao contemplar,
na tenebrosa região jupiteriana submersa, tão cruéis pais de família. Contudo, o mais curioso é que sempre eles, aqui no mundo, sob a luz do Sol,
creram-se virtuosos, justos e bondosos, e alguns destes até foram profundamente religiosos.
Há também, nessa morada sinistra,
chefes de família que aspiraram a auto-realização íntima do Ser, apesar de todas as suas crueldades. Seus contemporâneos os creram muito bons; sua conduta, aparentemente, era reta, das portas da sua casa para fora, é claro, embora dentro de sua morada houvesse pranto e aflições.
Pietistas extraordinários com fingidas mansidões e poses de comediantes; vegetarianos insuportáveis, desses que fazem da comida uma religião de cozinha. Eu lhes diria hipócritas, fariseus, sepulcros caiados, para falar com o tom do Grande Kabir Jesus. Não obstante, o mesmo não o diriam jamais os seus sequazes, ou aqueles que os tivessem visto em formosos salões de tipo pseudo-esotérico ou pseudo-ocultista.
Não é estranho, tampouco, achar, na sexta região infradimensional submersa,
chefes de família muito honrados e sinceros, porém, terrivelmente equivocados. O que deveriam ter feito não o fizeram e o que não deveriam ter feito, isso fizeram. Alguns desses senhores foram extraordinariamente fanáticos no mundo onde viviam, e com paus e açoites ensinaram religião a seus filhos, como se isto se pudesse aprender com lategaços. Nefastos sujeitos que ensombreceram lares, amargando a vida de suas criaturas.
Júpiter,
generoso como sempre, davidoso e altruísta, há de ter seu contraste sob a epiderme da Terra, na infradimensão sexta submersa. Qual seria a antítese da generosidade?
O egoísmo, a usura, o peculato, isso é óbvio. Não é, pois, estranho achar, na referida região infra-humana, aquele que açambarca todos os bens da Terra para si, como um Sanagabril e seus sequazes. Assim pois, toda antítese religiosa, todo contraste jupiteriano, há de se encontrar, inevitavelmente, no sexto círculo infernal, sob a epiderme da Terra.
Querido Mestre, observei que menciona o senhor que o tempo é tremendamente longo, que os minutos parecem séculos, devido à grande densidade desta região submersa de Júpiter. É o tempo longo pelos sofrimentos, ou são os sofrimentos longos pelo tempo?
Distinto cavalheiro que faz a pergunta! Permita-me informar-lhe que o tempo só existe do ponto de vista meramente subjetivo, porque certamente não tem uma realidade objetiva. Partindo deste princípio básico, chegamos à conclusão lógica de que o tempo é uma criação subconsciente submersa.
Inquestionavelmente, o tempo, em cada zona infraconsciente ou, melhor diríamos, naquilo que existe de inumano em cada um de nós, há de tornar-se
cada vez mais lento nos fundos mais profundos da materialidade. Com outras palavras, direi o seguinte: No nível meramente intelectivo, o tempo não é tão lento como nos níveis subconscientes mais fundos. Isto é, quanto mais subconsciente seja a região do universo onde habitamos, mais lento será o tempo; tomará uma maior aparência de realidade.
Aqui no mundo físico onde vivemos, sobre a superfície da Terra e à luz do Sol, há minutos que parecem séculos e séculos que parecem minutos. Tudo
depende do estado de ânimo em que nos encontremos. É claro que, em plena felicidade, doze horas parecem um minuto. É óbvio que um instante de suprema dor parece séculos. Pensemos agora no Abismo, nas regiões submersas abismais, na cidade de Dite, a cidade maldita no fundo do tenebroso Tártaro. Ali os perdidos sentem que cada minuto se converte em século de abominável amargura.
Assim é com efeito, Mestre; porém, como o senhor menciona estados de consciência como subconsciência, inconsciência e infraconsciência, quer
acaso dizer isto que, quando falamos de infradimensões, referem-se estas também a estados de consciência?
As infradimensões da natureza e do cosmos existem não somente no planeta Terra, senão também em qualquer unidade cósmica do espaço
infinito; sóis, luas, planetas, galáxias, estrelas, antiestrelas, antigaláxias de antimatéria, etc., etc., etc. Não são, pois, estas infradimensões naturais exclusivos produtos da subconsciência, inconsciência e infraconsciência de humanóides intelectivos, senão o resultado de leis matemáticas que têm sua origem em todo raio de criação existencial.
Mestre, quer dizer, pois, que, quando nos referimos à Consciência em si mesma, devemos pensar que esta está livre do tempo?
Cavalheiro, senhores, senhoras! Quero dizer-lhes, de forma enfática, que no Sagrado Sol Absoluto o tempo é 49 vezes mais rápido que aqui na Terra.
Analisando este enunciado judiciosamente, dizemos: Sendo o tempo criação meramente subjetiva do humanóide intelectual, é óbvio que resulte 49 vezes
mais lento que no Sagrado Sol Absoluto. Com outras palavras, aclaro que a mente do humanóide possui 49 departamentos subconscientes e por isso se diz que o tempo aqui, entre os bípedes tricerebrados ou tricentados, equivocadamente chamados homens, é 49 vezes mais lento que no Sagrado Sol Absoluto.
Valendo-nos agora do processo indutivo ensinado por Aristóteles em sua "Divina Entelequia", concluiremos: Se o tempo, no Sagrado Sol Absoluto, é 49
vezes mais rápido que no nível intelectivo do humanóide, obviamente isto significa que no Sagrado Sol o tempo não existe. Ali, tudo é um instante eterno, um eterno agora.
Mirando, agora, isso que chamamos Consciência, estudando-a judiciosamente, descobriremos o Ser original paradisíaco, virginal, livre de todo processo subconsciente, mais além do tempo. A Consciência, em si mesma, não é um produto do tempo.
Perdoa-me, Mestre, se pareço um tanto insistente. Porém abriguei o conceito de que, conforme vamos despertando Consciência, os estados infraconscientes e subconscientes vão deixando de existir, porque estes se convertem em conscientes. É equivocado isto?
Cavalheiro! Esta pergunta me parece bastante interessante. Ostensivelmente, os estados submersos de Plutão. chamemo-los infraconsciência, inconsciência, subconsciência, são eliminados radicalmente quando a Consciência desperta.
Na sexta dimensão submersa, o tempo se faz demasiado longo, devido ao fato claro e evidente dos estados subconscientes, inconscientes e
infraconscientes. Contudo, no Nirvana não existe o tempo, devido ao fato contudente e definitivo de que nesta região divinal não existe o ego, nem o
subconsciente, nem os citados estados abismais.
P. Com esta dissertação que, francamente, me surpreende, porque nunca antes havia relacionado o tempo com os estados de subconsciência, chego à
conclusão de que o inconsciente, o infraconsciente e o subconsciente, de que tanto nos falam os psicólogos, são, na realidade, estados negativos e
satânicos, e que são obstáculos para que o homem se auto-realiza. Estou correto, Mestre?
Foi-nos dito, de forma solene, que necessitamos transformar o subconsciente em consciente. Nós incluímos dentro desses conceitos transformativos também os estados infraconscientes e inconscientes. Despertar Consciência é o radical! Só assim poderemos ver o caminho que há de nos conduzir até a liberação final. Obviamente, o conceito tempo, que tão amarga faz a vida na sexta dimensão submersa e nos diversos círculos dantescos do Tártaro, é eliminado definitivamente quando a Consciência desperta.
Diz-nos que a sexta região submersa de Júpiter é a antítese do planeta Júpiter que gira ao redor do Sol. Observo, Mestre, que não se referiu o senhor, quando falou dos outros círculos dantescos, como eram as antíteses dos planetas com que se correspondem. Poderia esclarecer-nos isso?
Cavalheiros, senhores, senhoras! Obviamente
os nove círculos infernais são sempre o aspecto negativo antitético das esferas da Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Creio que já algo disse em passadas existências sobre este tema e que temos pintado a relação existente entre aqueles mundos e as nove zonas submersas sob a epiderme de nosso planeta Terra. Buscando um símil a tudo isto, vereis que toda pessoa sob a luz do Sol projeta, por toda parte, sua própria sombra; algo semelhante achareis entre cada um destes nove mundos do sistema solar e suas correspondentes sombras ou zonas escuras, tenebrosas, nas entranhas do planeta em que vivemos. Entendido?
Mestre, poderia dizer-nos se está habitada a zona submersa do planeta Júpiter?
Distinta Senhora! Permito-me informar-lhe e informar a todas as pessoas que me escutam que nas infradimensões naturais do reino mineral submerso do planeta Júpiter existem demônios terrivelmente perversos, criaturas involucionantes, gentes que se dirigem à morte segunda. (Esclareço: não estou falando do céu de Júpiter, limito-me exclusivamente a citar o reino mineral submerso desse planeta).
Podemos considerar que, apesar de nos mundos infernos de Júpiter existirem seres involucionantes, terrivelmente malignos, são dito infernos antitéticos com os infernos do sexto círculo dantesco do planeta Terra?
Amigos, o tenebroso se corresponde com o tenebroso, não existe antítese alguma entre os infernos jupiterianos e o sexto círculo dantesco submerso sob a crosta geológica de nosso mundo Terra. Devemos buscar antíteses exclusivamente entre os aspectos luminosos e obscuros de Júpiter.
*Indubitavelmente, os esplendores jupiterianos têm seu oposto, suas sombras, não somente nas entranhas daquele planeta radiante, senão, também, sob a
crosta de nosso afligido mundo*.
Mestre, poderia o senhor dizer-nos quais são os materiais ou elementos que compõem esta zona tenebrosa da sexta dimensão submersa de nosso
organismo planetário?
Amigos! Já dissemos em passadas conferências que os habitantes de tal ou qual elemento natural não percebem jamais o elemento em que vivem. Os peixes jamais vêem a água. Nós, os habitantes deste mundo tridimensional de Euclides, nunca percebemos o ar que respiramos, não o vemos. As
salamandras não vêem o fogo. Assim, também aqueles que moram entre o elemento pétreo, rochoso, jamais vêem tal elemento, unicamente percebem objetivos, pessoas, sucessos, etc., etc., etc.
Obviamente, a densidade pétrea da sexta morada de Plutão resulta insuportável, terrivelmente densa. Agora nos explicaremos o motivo pelo qual Dante via tantos condenados metidos entre seus sepulcros. Não se trata de sepulcros no sentido literal da palavra, só se quer dizer com isto estados sepulcrais, condições demasiado estreitas, limitadas de sub-conciência e infra-consciência, etc., etc.., etc. São condições dolorosas da vida na sexta região abismal.