Na mitologia grega é o Deus dos Infernos (Hades).
A Plutão lhe tocou, o Mundo Subterrâneo dos mortos, na distribuição dos mundos entre os filhos de Saturno derrotado.
Os Ciclopes deram-lhe um capacete que o tornava invisível, porque aquele que julga deve ser impenetrável, e Plutão julgava os mortos encaminhando-os para o Tártaro (onde iam os que tinham agido mal) ou para os Campos Elísios (onde iam os que seriam recompensados).
No inicio, o Reino de Hades era uma planície subterrânea onde os mortos vagueavam. Somente os que cometeram grandes delitos sofriam, os outros não tinham nenhum sentimento nem vontade. Era uma espécie de limbo, à espera da reencarnação. Depois que os gregos se organizaram em sociedade é que fizeram a divisão entre o Tártaro e os Campos Elísios.
Plutão é um deus competente nas suas vinganças e maldições, na destruição e na morte. Plutão é o aniquilador, mas também é o transformador.
É ele quem faz as sementes se desenvolverem depois de plantadas no solo e é quem dá a produtividade e a abundância nos campos. É o deus das riquezas e dos tesouros escondidos.
Para pedirem a Hades ou Plutão a sua proteção nas colheitas, ou até seus bons conselhos, os homens batiam no solo com a mão ou com varas, e ofereciam ao deus bodes em sacrifício, exatamente como se faz nos rituais de candomblé.
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buscai no espelho o rosto mais singelo.
Rumi
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