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Plutão na Astronomia

  

Período de Rotação: 248,54 anos
Duração do dia: 6,4 dias
Diâmetro: 2 274 km (A Lua d = 3472 km)
Inclinação do equador: 122,46o
Inclinação da orbita em relação ao plano do Sistema Solar = 17º
Massa = 1/5 da Terra Seu tamanho corresponde a dois terços do tamanho da Lua, metade de Mercúrio, e 50 vezes menor que a Terra.
Lua: Uma, Caronte. Orbita a uma distancia de 20 000 km e d= 1172 km
Distância média ao Sol = 5913,52 milhões de km.
Temperatura: -200º C
Gravidade: 0,2m/s2
Atmosfera: metano, enxofre, Nitrogênio

Histórico

Descoberto Netuno, os astrônomos continuaram a observar irregularidade nos movimentos de Urano além dos provocados por Netuno, e até irregularidade na própria orbita de Netuno. Perciwal Lowem e William Pickering então calcularam qual seria a possível equação de movimento de um suposto planeta responsável por esta irregularidade. Em 1905 iniciou-se a busca deste novo planeta. Mas é só em 1930 que um jovem astrônomo do Observatório Lowel (Arizona) Clyde Tombaugh, conseguiu detectar e fotografar Plutão, a só 5o de erro do previsto, no 18 de fevereiro de 1930.

Foi batizado como Plutão, em homenagem a seu incansável pesquisador Percival Lowem, que já tinha morrido.

O planeta mais distante da Terra pode ser detectado por muitos instrumentos e, inclusive por telescópios amadores através de processos fotográficos especiais. A facilidade nos últimos anos de sua observação foi por causa da grande excentricidade de sua órbita. Desde 1989 ele foi o penúltimo planeta do sistema solar e permaneceu nessa situação até 14 de março de 1999. Essa aproximação aumentou sua luminosidade em até oito vezes.

Além disso, Plutão tem uma rotação retrógrada, girando em torno de seu próprio eixo no sentido oposto ao da maioria dos planetas do sistema solar.

Durante a maior parte do ano plutoniano, entretanto, sua atmosfera permanece congelada na formidável temperatura de 233°C negativos.

A partir dos anos 70 é que se obteve dados sobre a superfície desse planeta. Foi detectada a presença de metano congelado a uma temperatura de -210°C e uma fina camada atmosférica supostamente de metano gasoso.

Caronte

Em 1978 foi descoberto um satélite no planeta por J. Christy. Este foi batizado com o nome de Caronte. Uma série de fotos revelam que sua translação é cerca de 6,39 dias, que parece coincidir com a rotação do planeta. Se confirmada, essa coincidência será única no sistema solar, ou seja, o satélite nunca nasce nem se põe.

Os dois astros formam um sistema duplo e ambos giram mantendo a mesma face voltada uma para a outra, como duas crianças brincando de girar com as mãos dadas.

Caronte tem uma massa que corresponde a somente 1/8 da massa de Plutão (a maioria é milhares ou milhões de vezes menores). Essa é a maior relações entrem a massa de um planeta e seu satélite, seguidas pelo sistema Terra-Lua, com 1/81.

A origem de Plutão e Caronte é controversa. Há hipóteses que os apontam como satélites desgarrados de Netuno, ou que teriam vindo da região externa do Sistema Solar, o chamado Cinturão de Kuiper.

Caronte na Mitologia é o barqueiro que conduzia as almas na travessia do rio que as separavam do reino de Plutão.

Cinturão de Kuiper

O "*Cinturão de Kuiper*", estendende-se de 6 a 24 horas-luz do Sol (1 hora luz é a distância que a luz percorre em 1 hora: cerca de um bilhão de quilômetros).

Los descubrimientos en los últimos anos de la banda de asteroides trans-neptunianos y de los centauros no sólo ponen en tela de juicio las especulaciones acerca de supuestos "planetas" mas allá de Plutón, sino que introducen una visión diferente del sistema solar a la que tradicionalmente se enseña en la escuela.

Hay varios hechos que parece rompen el esquematismo de los hipotéticos y especulativos "Planeta X" o "Y" mas allá de Plutón. El primero de estos hechos es la naturaleza de Plutón, que física y dinámicamente pertenece al mundo de los pequeños planetas o asteroides más que al de los planetas mayores, y plantea a los astrónomos un problema de definición: ¿qué es un planeta y qué no lo es? ¿Cuándo un cuerpo celeste es un asteroide y cuándo un planeta?

Plutón es muy pequeño para ser un planeta (más pequeño que nuestra Luna), y su órbita de tipo cometario es similar a la de cientos de planetas más pequeños que comparten el mismo espacio alrededor del Sol, llamados "plutinos". En la actualidad hay identificados cerca de 70 plutinos, todos compartiendo el mismo espacio u órbita aproximadamente, y que se diferencian de Plutón sólo por su tamaño más pequeño.

Plutón ha sido siempre un misterio tanto para astrónomos como para astrólogos, pero parece ser que los centauros (sus "hijos") lo acercan cada vez mas a nosotros. Por ejemplo, pocos meses despues del descubrimiento de Quiron, en 1978, se descubrio Caronte, la luna de Pluton, lo que permitio conocer la masa del conjunto Pluton/Caronte con mas precision y limitar el diametro de Pluton. Fue entonces cuando se supo con certeza que Pluton era el mas pequeno de todos los planetas del sistema solar, y que habia sido descubierto por accidente o "casualidad" (serendipidez).

Recientemente, fotografias tomadas por el Hubble han permitido conocer con mas precision los tamaños relativos de Plutón y de Caronte. El diametro de Pluton se estima en 2320 Km, el de Caronte en 1137 Km. Esto significa que Plutón es en realidad un planeta doble, un planeta "binario", y no existe ningún planeta con estas características, que por otro lado son comunes en los asteroides. Hasta el momento, la luna más grande, comparativamente, era nuestra Luna, con 1/3 del tamaño de la Tierra y 1/81 su masa. Pero el tamano de Caronte es apenas 1/2 el tamaño de Pluton, y su masa 1/6 a 1/12.

Si tomamos en cuenta que el binario Plutón no es un cuerpo aislado, sino que constitute en realidad un gran anillo de cientos de objetos llamados "plutinos", el cuadro comienza a ser muy diferente. A mediados del 2001 fue descubierto el plutino "Ixión", el mas brillante que hasta ahora se ha encontrado, cuyo diámetro es de 1100 Km, es decir, 1/2 del tamano de Pluton, similar en tamaño a Caronte. Esto establece una continuidad fisica entre Pluton y el anillo de asteroides que comparten su orbita.

NOTA: ell 19 de febrero de 2004 se anunció el descubrimiento de "2004 DW", otro plutino "gigante" con un diámetro de cerca de 1600 Km, superior al de Ixión.

La realidad es que Plutón se encuentra en una posición intermedia entre el mundo de los asteroides y el de los "planetas mayores", y constituye un problema de definición y clasificación que pone en tela de juicio los argumentos basados en el tamaño para desechar un cuerpo o para incluir otro en un mapa astrológico.

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