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Sol, Lua e Planetas
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- O Sistema Solar. Eus planetários, deuses interiores
- Classificação dos planetas pela União Astronômica Internacional (UAI)
- Classificação dos planetas na Astrologia
- Os Luminares
- Planetas pessoais: Mercúrio, Vênus e Marte
- Planetas sociais ou coletivos: Júpiter e Saturno
- Planetas transpessoais ou embaixadores do Cosmos: Urano, Netuno e Plutão
- Planetas trans-plutonianos ou planetas anões
- Novos planetas, além de Plutão no "Cinturão de Kuiper e na "Nuvem de Oort"
- Classificação dos planetas em ordem de distância ao Sol e a Terra: Planetas interiores e exteriores
- Planetas babilônicos
- Configurações planetárias especiais
- Metais e planetas
- A Lei de Titus-Bode (1766)
A palavra planeta vem do grego e significa "astro que se move" ou "estrela errante".
O Sistema Solar. Eus planetários, deuses interiores
O Sistema solar é constituído por planetas, planetas anões, satélites, asteróides, cometas, meteoritos, e pequenas pedras capturadas do espaço estelar. A Astrologia revela que o movimento, posicionamento e energia de todos estes corpos celestes estão vinculados à dinâmica da vida na terra, inclusive a vida das pessoas, numa profundidade que chega a impressionar. O Sol, a Lua, os Planetas e os Asteróides, podem ser vistos como os corpos associados a forças anímicas, inteligentes, arquetípicas e espirituais que se expressam em nós como as potências básicas do ser, funções da personalidade, fluxos diferenciados de energia, vontade e consciência. Eles reinam no Céu e estendem sua Ordem nos diferentes graus de manifestação da vida. Assim o Ser Humano e o Sistema Solar compartilham a mesma Essência e a mesma Ordem. Os antigos identificavam os planetas como deusas e deuses, presentes no dia a dia, participando de um Universo vivo, cujos campos, ritmos e ciclos estão interligados entre si e com tudo o que acontece na Terra, constituindo, para quem sabe ler, mapas de forças presentes nas pessoas e no ambiente, para cada momento do Céu. A presença dos planetas na pessoa é possível de ser reconhecida, a partir do conhecimento das características e atributos dos arquétipos a eles associados. Os planetas podem ser representados por personagens humanizados, deuses em forma humana, assim como Orixás e Santos. Ao conseguir perceber a manifestação de um planeta na pessoa, pode-se, com o objetivo de aprofundar no conhecimento das suas qualidades, o associar a uma personagem, cuja característica fundamental seja expressar a natureza deste planeta. Assim pode-se ao mesmo tempo identificá-lo, senti-lo e contracenar com ele. A relação consciente com os planetas oferece generosas informações para o conhecimento de si próprio, dos outros e da realidade. Identificados os planetas natais como entidades vivas na pessoa, pode-se mapear seus relacionamentos e assim entender os dramas e enredos dos "eus interiores".
Ao conjunto das personagens interiores ou Céus que expressam as qualidades dos planetas na pessoa é ao que chamo de Olimpo Pessoal.
Ao conhecer o olimpo pessoal a pessoa vai descobrir no seu interior as mesmas situações de dinâmica de grupo que observa no exterior, entre as pessoas.
Cada Ceu planetário tem sua personalidade própria, características, desejos, forma de ser e vontade, enquanto o corpo é um só.
Os eus interiores se relacionam e quando se vive ainda no automático: confabulam-se, confrontam-se, lutam entre si, em busca de conquistar poder de expressão e poder possuir o corpo e realizar o que deseja. Uns oprimem com sua força; outros conquistam a liderança com sua inteligência e magnetismo. No melhor dos casos, os "eus" conseguem um acordo interior, mas na maioria das vezes se perde muita energia e vida nas brigas e tensões entre os eus interiores, acontecendo uma alternância de poder excludentes, em dependência de fatores ambientais e circunstanciais.
A cada instante, em dependência do que esteja vivendo, no interior da pessoa se mobilizam vários eus, por exemplo, agora em mim estão presentes vários eus planetários, cada um com sua particularidade: o Professor Uereba que é fundamentalmente meu Mercúrio em Virgem de Casa 9, que adora explicar e informar... O Goroco, meu eu amoroso e sedutor, formado por um grupo de eus correspondentes aos planetas na casa VII e VIII, que nestes momentos fazem questão de servir e agradar aos possíveis leitores deste artigo; também está presente Hectico ou Hectorito, a minha inquieta e dinâmica Lua em Áries, na casa IV, trígono Plutão de casa 8 regendo a casa 11, me precipitando a escrever o que estou sentindo, as vezes sabotando o programado pelos meus eus virginianos e capricornianos. Hectico (a Lua em Áries) fica doido quando o professor Uereba quer entrar em detalhes excessivos. Agora, nestes momentos, está impaciente para largar este discurso e ir desfrutar do fim da tarde brincando como criança, ou assobiando como passarinho alegre.
Como o corpo é um só, os eus planetários que povoam a pessoa tem que aprender a conviver e é o resultado desta dinâmica de grupo no interior que determina a harmonia e paz interior.
É um grande desafio para todo ser humano realizar com harmonia e plenitude a potência de sua mandala natal, o que em termos de Olimpo Pessoal, seria conseguir harmonizar e conciliar as diferenças entre o "eus interiores" (planetários).
Chega um momento em que a pessoa, consciente de sua mecanicidade pode desenvolver seu eu espiritual (chamado também de self, eu superior ou super-ego) e diante os estímulos responder com mais amplitude e liberdade, mas enquanto a pessoa não acordar, vivera no automático de suas potencialidades planetárias e os valores e costumes introjetados da família e a sociedade.
Imaginemos uma pessoa que tenha que terminar um trabalho num belo fim de semana ensolarado. No seu mapa natal, o Sol está em Capricórnio, Marte em Caranguejo e a Lua em Gêmeos. O Sol em Capricórnio, por uma questão de responsabilidade e compromisso, vai querer executar o trabalho planificado. Marte em Caranguejo, por outro lado, pode estar ligado nos seus vínculos afetivos (quer visitar a família, curtir o seu mundo interior, refletir sobre algum acontecimento que lhe provocou impacto, etc). A Lua, por outro lado, quer passear, desfrutar desses lindos dias, especialmente o fim de semana, porque com certeza a semana deve ter sido uma chatice... Então, diante dessas vontades diferentes, o que fazer? Se a pessoa decide por uma alternativa, as outras vontades vão continuar batalhando por conseguirem o que querem...
Esta situação pode provocar mal-estar interior, perda de energia e possível auto-sabotagem no que se esteja fazendo. Daí a importância de conhecer as vozes dos eus interiores e conseguir conciliar as suas diferenças, buscando uma maneira de viver que atenda as necessidades e desejos de todos. Quando acordado, quem decidirá o que se faz é o eu espiritual, quando se vive no automático, quem decidirá é o "eu planetário" com mais poder, segundo os critérios que regem o automatismo mecânico na pessoa.
A consciência de si, não é apenas uma execução elaborada de ações e reações, que possam se avaliar de eficientes e inteligentes. Mas, acima de tudo, a percepção de si como executor das ações e reações.
O normal é viver, executar atividades de forma inteligente embora mecânica, sem que se tenha uma percepção consciente sequer de que se esteja executando algo.
Isto acontece em situações rotineiras como o ato de respirar, comer, andar, lavar os dentes, trocar a marcha ao dirigir um carro ou subir uma escada.
No período de aprendizado das tarefas do dia a dia, concentra-se toda a atenção na maneira e seqüência exigidas até serem aprendidas e se tornarem condicionadas. Mas isto não quer dizer que a pessoa esteja consciente do que está fazendo, simplesmente está colocando em prática o seu dom para aprender. Com a prática, todas as fases de execução serão assimiladas e se agirá, a seguir, de forma automática, inconsciente de si. Assim se executa uma série pré-determinada ou não de procedimentos padrões assimilados, no comando de programas inteligentes recebidos da família e da sociedade e gravitados pela força das potencialidades planetárias na mandala pessoal.
A pessoa consegue saber que existe, mas sua vida flui no automatismo do aprendido na sua membresia e segundo suas potencialidades biológicas e planetárias. A cada instante surpreende-se como pai, mãe, filho, irmão, companheiro, num enredo de vida que muitas vezes é visto como beco sem saída.
Uma máquina, por mais avançada que possa vir a ser, não será, contudo, capaz de obter uma auto-percepção, auto-conhecimento ou consciência de si.
Mas um ser humano, a diferença da Máquina, ainda que viva no estágio máquina, tem a potencialidade de acordar e conseguir comandar seu corpo e mecanicidade segundo a Vontade de um Eu Acordado, espiritual, ético e no caminho da consciência de si.
No início da consciência de si é recomendável a Meditação e a prática do Monólogo, onde se conquista a possibilidade de identificar o que se sente e pensa e o melhor, o poder de expressar, comunicar e ser entendido.
Depois evolui-se para o diálogo com o outro como ser diferente e individualizado, também constituído por vários eus planetários. Percebe-se a si mesmo. Percebe o outro e suas diferenças. Percebe a relação. Consegue se relacionar com harmonia, fazer trocas, outrar e construir a vida em conjunto.
Diz um belo depoimento de um acordado: quando eu não sabia das coisas as arvores eram arvores, as casas, casas, as pessoas, pessoas. Quando eu comecei a saber, as arvores não eram mais arvores; as casas, casas e as pessoas, pessoas. Agora que sei novamente as arvores são arvores, as casas, casas e as pessoas, pessoas Neste momento da expansão da consciência inicia-se a possibilidade de percepção dos arquétipos, primeiro como conceitos, depois como imagens, e a seguir como holografias vivas e belas portadoras de inteligências espirituais vindas do Céu e da Terra e dos Planetas.
A consciência expandida sobre si mesmo, consegue perceber a forma em que a pessoa vive as diferentes funções e faculdades da vida, quer dizer identificar os eus planetários e a forma em que se relacionam entre si, formas mundanas das deusas e deuses que brilham no Céu e na Terra.
A atividade coerente com as circunstâncias e eficiente nos resultados pode, decerto, indicar sensibilidade, aptidão e inteligência. Entretanto a consciência constitui um padrão de ordem, muito mais sutil que permeia todas as outras faculdades do humano.
A consciência quando alcança as qualidades planetárias abre-se para a refinada mecânica celeste, no interior da pessoa, que mostra suas potencialidades nos diferentes setores da vida, cuja teia é escrita nas estrelas.
O ser humano como um Microcosmo, a semelhança do Sistema Solar, deve possuir centros de energia que correspondam ao Sol, a Lua e aos planetas.
A antiga ioga fala dos chacras ou centros de energia existentes em toda pessoa e relacionam cada um deles a um planeta. A medicina egípcia e grega relacionavam os planetas aos órgãos do corpo.
Os planetas simbolizam forças psíquicas e espirituais fundamentais a vida - impulsos, necessidades e motivações.
Eles representam os princípios ativos mais importantes, que simultaneamente, formam o caráter e motivam todos os tipos de auto - expressão em todos os níveis: mental, emocional e físico.
Em termos antigos, os planetas simbolizam os deuses que devem ser adorados. Isso significa que essas forças fundamentais da vida não podem ser ignoradas, a não ser que o indivíduo se responsabilize pelas conseqüências. Elas devem ser reconhecidas, receber a devida atenção e ser aceitas; então, a energia essencial delas, pode ser conscientemente dirigida. Se não se tem percepção dessas forças na vida, então se esta à mercê delas.
A relação com todos os planetas deve ser vista com muita atenção, porque sua compreensão permite entender as vozes e potências da individualidade.
O ser humano pode ser visto como constituído de no mínimo 10 faculdades e funções básicas que correspondem a cada um dos membros do sistema solar.
A forma individualizada que estas faculdades vão se expressar vai depender dos aspectos ou angulações que os planetas estejam fazendo no mapa, da situação astrológica e do ambiente de vida do indivíduo.
Planeta retrógrado e estacionário
Os planetas tem movimento preferente no mesmo sentido da sucessão dos signos, mas em determinados momentos ficam estacionários, depois entram em movimento retrógrado, voltam a ficar estacionários e depois voltam ao movimento direto. O estado estacionário de um planeta ou seu movimento retrógrado acontece referenciado a Terra, devido ao movimento de translação da Terra. Em relação ao Sol, os planetas sempre se movimentam no sentido dos signos, por tanto o movimento retrógrado de um planeta é virtual, relativo a Terra. Na Astrologia quando o planeta está estacionário ou retrógrado, os assuntos associados a ele podem apresentar retração, desafios, demoras, contrariedades, complexidade, clamando a necessidade de estar atento, de agir com impecabilidade e maestria. É como se o planeta retrogradando, voltando estivesse dando uma nova oportunidade para melhorar, se aprimorar, assimilar, incorporar, amadurecer, aprofundar, ter em conta outros elementos, experimentar outras alternativas, ver a situação desde uma visão mais ampla e profunda. O movimento de retrogradação pode ser visto positivamente como uma oportunidade para revisar, refazer, corrigir assuntos que tem a ver com as qualidades e faculdades do planeta em questão.
Classificação dos planetas pela União Astronômica Internacional (UAI)
"A União Astronômica Internacional (UAI) une as sociedades astronômicas nacionais do mundo. É um membro do Conselho Internacional para as Ciências. É internacionalmente reconhecida como a autoridade responsável pela nomenclatura de estrelas, planetas, asteróides e outros corpos celestes e fenômenos na comunidade científica. Definição de Planeta - Resolução 5 e 6 da XXVI Assembléia Geral da União Astronômica Internacional do ano de 2006 Da XXVI Assembléia Geral da Anual da União Astronômica Internacional de quatro propostas sobre uma definição de alguns astros dentro do Sistema Solar somente duas foram aprovadas. Resolução da UAI: Definição de Planeta no Sistema Solar Observações contemporâneas estão mudando a compreensão de sistema planetários e isto é importante que a nossa nomenclarura dos objetos reflitam a nossa corrente compreensão. Isto se aplica, em particular, para a designação "planeta". A palavra "planeta" originalmente descreve os "errantes" que eram conhecidos somente como pontos de luz que se moviam no céu. Recentes descobertas nos forçaram a criar uma nova definição, a qual nós fazemos uso de toda a informação científica corrente disponível RESOLUÇAO 5A A União Astronômica Internacional portanto resolve que "planetas" e outros corpos do nosso Sistema Solar, exceto os satélites, serão definidos em três categorias distintas do seguinte modo: (1) Um planeta é um corpo celestial que:- (a) está em órbita ao redor do Sol,
- (b) tem massa suficiente para que sua própria gravidade supere as forças de coesão dos materiais que a constituem, de modo que ele assuma uma forma em equilíbrio hidrostático (forma arredondada) e,
- (c) tem limpa a sua vizinhança ao longo de sua órbita (órbita desimpedida).
(2) Um "planeta anão" é um corpo celestial que:
- (a) está em órbita ao redor do Sol,
- (b) tem massa suficiente para sua supere as forças de coesão dos materiais que a constituem, de modo que ele assuma uma forma(2) em equilíbrio hidrostático (aproximadamente arredondada.),
- (c) não tem limpa a sua vizinhança ao longo de sua órbita.
Resolução da UAI : Plutão RESOLUÇÃO 6A A União Astronômica Internacional além disso resolve:
Plutão é um "planeta anão" pela definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos Trans-Netunianos.
Categorias principais de planetas no Sistema Solar: * Planetas interiores - Mercúrio, Vênus, Terra e Marte. Esses planetas são rochosos e orbitam próximos ao Sol. * Gigantes gasosos exteriores (planetas jovianos) - Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Esses planetas são enormes (com massa centenas de vezes maior do que a da Terra). Eles possuem atmosferas gasosas densas, ricas em hidrogênio, que também contêm hélio, amônia e metano. Provavelmente, essas atmosferas circundam corpos interiores compostos por rochas. * Planetas-anões - Plutão, cometas, asteróides e objetos do cinturão de Kuiper. Esses corpos são compostos por misturas de rocha e gelo. Plutão foi reclassificado para a categoria de planeta-anão. Plutão atende aos dois primeiros requisitos, mas não atende ao terceiro, porque não possui sua órbita desimpedida. Um planeta anão é um corpo celeste muito semelhante a um planeta, dado que orbita em volta do Sol e possui gravidade suficiente para assumir uma forma com equilíbrio hidrostático (aproximadamente esférica), porém não possui uma órbita desimpedida, quer dizer na sua órbita ainda encontram-se outros pequenos astros. Um exemplo é Ceres que, localizado na cintura de asteróides, possui o caminho de sua órbita repleto daqueles pequenos astros. Atualmente conhecem-se cinco planetas anões no sistema solar, são eles: Ceres, Plutão, Haumea, Makemake e Éris, sendo os quatro últimos do tipo plutóide, ou seja, planetas-anões que orbitam para além da órbita de Netuno, nos recônditos do sistema solar. O termo planeta anão poderá vir a ser aplicado a outros doze corpos do Sistema Solar (3 asteróides e 9 transnetunianos): Vesta, Palas e Hígia; Orco, Sedna, Quaoar, 2002 TC302, Varuna, 2002 UX25, 2002 TX300, Ixion e 2002 AW197, que estão na lista de possíveis planetas anões da União Astronômica Internacional e que aguardam mais estudos para que possam ser categorizados como "planetas anões" ou "corpos menores do Sistema Solar", entre os quais está Sedna.
Formação do sistema solar Os planetas do sistema solar foram formados a partir do disco de gás e poeira em espiral que formou o Sol. À medida que o gás hidrogênio e a poeira do sistema solar inicial se concentravam no centro do disco, formando um proto-sol, o gás e a poeira elevaram a temperatura até o ponto em que podiam sustentar a fusão nuclear. Ao mesmo tempo, aglomerados menores de poeira e gás, chamados de planetesimais, formaram-se em outras partes do disco. Quando o proto-sol "deu partida", soprou a poeira e o gás para longe de sua vizinhança imediata. Os planetesimais se aglutinaram para formar os planetas (veja os detalhes em Como funcionam as estrelas). Os cientistas acreditam que outros sistemas solares tenham se formado da mesma maneira. Comparação do tamanho dos planetas e estrelas, filme. Imagens comparativa do tamanho entre planetas e estrelas Outra versão de vídeo com imagens comparativas dos planetas
Classificação dos planetas na Astrologia
Na Astrologia os planetas se classificam a partir das funções e faculdades através das quais se manifestam na personalidade. Quando se fala de planetas (estrelas errantes) em Astrologia se incluem ao Sol e a Lua. Até a descoberta de Urano no século XIX a Astrologia considerava como planetas: Sol, Lua (luminares); Mercurio, Vênus e Marte (planetas pessoais) e Júpiter e Saturno (planetas sociais). Com a descoberta de outros corpos celestes do Sistema Solar a Astrologia foi assimilando alguns deles: Urano, Netuno e Plutão. Na atualidade já tem astrólogos propondo significado astrológico para Sedna e Eris. A Astrologia também incorporou vários Asteróides tais como: Quiron, Ceres, e outros muitos com significados astrológicos dignos de serem pesquisados. A classificação de maior consenso entre os astrólogos do ocidente é: Os planetas podem ser classificados em pessoais, sociais e transpessoais.- Planetas pessoais: Sol, Lua, Mercúrio, Vênus e Marte. Acostuma-se diferenciar o Sol e a Lua os denominando por Luminares.
- Planetas sociais: Júpiter e Saturno.
- Planetas transpessoais: Urano, Netuno e Plutão.
- Planetas interiores: Mercúrio e Vênus
- Planetas exteriores: Marte, Júpiter, Urano, Netuno e Plutão
Os Luminares
O Sol e a Lua são chamados de Luminares. Ambos são os astros de maior expressão na Astrologia.O Sol. Eu solar
Clique aqui, para ver a página sobre o Sol na Astrologia Cique aqui, para ver o texto que descreve o Sol natal como eu solar como herói da jornada da vida Clique aqui para ver a descrição do significado dos aspectos maiores como enredos e dramas na jornada do herói solar, e os planetas como personagens dramáticos da jornadaO eu lunar
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Planetas pessoais: Mercúrio, Vênus e Marte
Mercúrio, Vênus e Marte expressam as forças, e funções da personalidade que se podem dirigir ou modificar, até certo ponto conscientemente. Esses planetas caracterizam os traços mais distintivos da personalidade e os anseios mais fortes da pessoa. Todas as pessoas usufruem de um tipo de vitalidade, senso de individualidade e de auto-identidade (Sol); uma maneira de sentir, de reagir instintivamente, de memorizar, de se cuidar e nutrir (lua); uma maneira de reagir espontaneamente, expressar-se, e trocar idéias com outros (Mercúrio); uma forma de valorizar, de amar e se relacionar (Vênus) e uma maneira de agir, decidir, tomar iniciativa (Marte). Eles são chamados de planetas pessoais porque representam o carimbo da individualidade e reúnem as funções de personalidade que definem a pessoa nos seus aspectos mais característicos no cotidiano.O eu Mercúrio
Clique aqui para ver a página sobre Mercúrio Clique aqui para ver o texto de Mercúrio como eu mental segundo o astropsicodramaO eu venusiano
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Clique aqui para ver os textos sobre os eus jupiteriano e saturninoO eu jupiteriano
Clique aqui para ver a página sobre Júpiter Clique aqui para ver o texto sobre o eu jupiteriano segundo o astropsicodramaO eu Saturnino
Clique aqui para ver a página sobre Saturno Clique aqui para ver o texto sobre o eu saturnino segundo o astropsicodramaPlanetas transpessoais ou embaixadores do Cosmos: Urano, Netuno e Plutão
Urano, Netuno e Plutão podem ser considerados a oportunidade para um novo estado de percepção, é como se sua descoberta esteja sincrônica com um momento da humanidade onde pode manifestar-se um novo estado de consciência, de leitura da vida. Em vez de o foco estar na singularidade, no caso dos planetas transpessoais, expande-se para a arte de conviver com a biodiversidade, com as diferenças, inclusive interiores, e com a dimensão mais ampla da vida. Este grupo de planetas simboliza as mais profundas fontes de mudança na vida da historia da humanidade. Eles revelam as dimensões transcendentes de experiência e as energias mais sutis, com as quais estamos ligados ainda que inconscientes. Essas forças planetárias afetam as faculdades conscientes através da inspiração, de lampejos de percepção, da intuição, do conhecimento inato, de um desejo ardente de mergulhar num todo muito maior e de um forte impulso no sentido de refinar a nossa natureza mais íntima. Quando essas energias entram em ação, os velhos padrões de vida são abalados e mudam rapidamente. Em busca de amplitude e capacidade para conviver com a diversidade e os complexos ritmos e intensidades que a cada dia aumentam suas dinâmicas. Pode-se dizer que em conjunto esses planetas se referem a fatores transpessoais e às energias, fluxos e redes transformadoras que operam dentro da vida de cada um de nós em ligação ao cosmos e em especial a dimensão galáctica. É muito bom estudar o signo onde se encontra para identificar o jeito em que gosta agir o que lhe dá tesão. É bom também conhecer os aspectos astrologicos que faz com o resto dos planetas natais para saber os planetas que ativam junto a ele e assim conhecer seus enredos e dramas. É bom conhecer os aspectos que faz com os planetas em trânsito para conhecer as forças exteriores e possíveis pessoas e situações presentes no período.O eu uraniano
Clique aqui para ver a página sobre Urano Clique aqui, para ver o eu uraniano segundo o astropsicodramaO eu netuniano
Clique aqui para ver a página sobre Netuno na Astrologia Para acessar o texto de Netuno e o eu netuniano segundo o Astropsicodrama clique aquiO eu plutoniano
Clique aqui para ver a página sobre Plutão Para ter acesso a Plutão e o eu plutoniano segundo o Astropsicodrama clique aquiPlanetas trans-plutonianos ou planetas anões
Com a descoberta recente dos planetas trans-plutonianos com características físicas parecidas a Plutão os astrônomos e astrólogos coincidiram em criar esta nova classificação de planetas. Pelos seus tamanhos e características físicas foram chamados de planetas anões.
Novos planetas, além de Plutão no "Cinturão de Kuiper e na "Nuvem de Oort"
Os novos planetas, chamados de planetas anões, ainda estão sendo estudados pelos astrólogos em busca de captar e identificar os seus significados astrológicos. A seguir, informações básicas que lhe permitirão acompanhar seus trânsitos pelo mapa natal, para que você chegue a suas próprias conclusões, bons estudos. No site www.astro.com poderá encontrar efemérides mais detalhadas. Planetas anões Desde agosto de 2006 o sistema solar tem uma nova categoria de objetos, que são os planetas anões. Enquadram-se nessa categoria objetos que:- estão em órbita em torno do Sol (como os planetas);
- têm forma determinada pela auto-gravidade, ou seja, são esféricos (como os planetas);
- não tem tamanho significativamente maior do que os outros objetos em sua vizinhança (ao contrário dos planetas).
QUAOAR - 2002 LM60
Entrou em Sagitário em outubro de 1994 e sairá em 27 de janeiro de 2017. Ficará em Sagitário 23 anos. Encontra-se entre Plutão e Sedna. Período 288 anos. Distancia 6,5 bilhões de quilômetros. Diâmetro: 1250 km (quase o mesmo que o diâmetro da lua de Plutão Caronte 1270m). A sua trajetória ao redor do Sol é quase um circulo perfeito. Foi descoberto em 2002. Quaoar significa "força de criação" na língua da tribo tongva, os primeiros habitantes da bacia de Los Angeles. O %u201CCalifornia Institute of Technology%u201D, onde trabalham os pesquisadores que descobriram este novo objeto, Michael Brown e Chadwick Trujillo, tem sua sede na cidade de Los Angeles. Na região onde atualmente fica esta cidade, existia uma tribo de índios norte-americanos chamados Tongva. Para eles Quaoar era o deus da criação. Quaoar teria descido dos céus e, depois de transformar o caos em ordem, colocou o mundo nas costas de 7 gigantes. Em seguida, Quaoar criou os animais inferiores e, depois, criou a humanidade.ERIS 2003 UB313
Entra no grau 22 só em 2010. Entrou em Áries em 05 de junho de 1922 e só sairá em 05 de março de 2048. Assim estará transitando por Áries 146 anos! Demora 560 anos para dar uma volta completa em torno do Sol. Afélio 97 UA. Periélio 37,77 UA. Inclinação orbital 47,177º. Foi descoberto em 2005. As medidas ainda incertas de seu tamanho, o colocam como um pouco maior que Plutão e menor que nossa Lua. %u201CEris é a deusa da "discórdia". O novo planeta "anão" foi chamado assim porque a sua descoberta lançou a discórdia entre os astrônomos quanto à definição do que se entende por planeta. Tal reflexão causou, indiretamente, a descida de status de Plutão de "planeta" para "planeta anão". Houve confusão também em relação a sua descoberta, feita sincronicamente em vários observatórios. Mas na verdade, esta nova conceituação de planeta, faz justiça à realidade física e introduz uma diferença que de fato existe na agora numerosa família dos planetas do Sistema Solar. Na mitologia grega, Éris é famosa por ter causado, indiretamente, a Guerra de Tróia. Era também conhecida por acompanhar o seu irmão Marte (Ares) para o campo de batalha e, quando os outros deuses iam embora, ela ficava rejubilando-se da carnificina. Antes de receber nome tinha a designação provisória de 2003 UB313, que é uma matrícula atribuída automaticamente de acordo com o protocolo da União Astrológica Internacional (UAI) para os planetas menores. A possibilidade de que fosse classificado como um planeta levou a que a UAI não autorizasse nenhum nome, dado que não era claro se seria classificado como um planeta principal ou não. Caso fosse, a UAI só aprovaria nomes de tradição greco-romana, tal como foi costume ao designar planetas do Sistema Solar. Enquanto a classificação não se definia, apareceu a proposta do nome "Xena", personagem mitológica da série televisiva Xena, A Princesa Guerreira. Outro nome sugerido para Éris era o de Perséfone (Prosérpina romana), mulher de PlutãoSEDNA - 2003 VB12
Entrou em Touro em 30 maio de 1965 e só sairá em 10 de abril de 2024. Assim estará em Touro 59 anos. Período 10 500 anos. Diâmetro: 1800 km. Demora 10.500 anos para dar uma volta completa em torno do Sol. Sua órbita é extremamente elíptica e o leva entre de um periélio a 76 UA do Sol (O periélio será alcançado em 2083, externo ao anel principal de Kuiper) até um afélio distante mais de 942 UA do astro-rei (850 vezes a distância Terra-Sol). Pertence a Nuvem de Oort. Foi descoberto por Michael Brown e equipe no 14 de novembro de 2003, Observatório Palomar. Sedna é uma deusa esquimó que deu vida às criaturas marinhas no Ártico. Na região onde Sedna se encontra, a temperatura nunca é superior a %u2013240°C. Esse mundo gelado está tão distante que segundo Mike Brown, astrônomo do Caltech, "se você estivesse em Sedna poderia tampar o Sol com a cabeça de um alfinete". Para se ter uma idéia, o Cinturão de Kuiper termina abruptamente a 50 UA do Sol, mas Sedna não se aproxima do Sol mais do que 76 UAClassificação dos planetas em ordem de distância ao Sol e a Terra: Planetas interiores e exteriores
Planetas interiores: Mercúrio e Vênus.- conjunção inferior: o planeta está na mesma direção do Sol (e = 0), e mais próximo da Terra do que o Sol.
- conjunção superior: o planeta está na mesma direção do Sol (e = 0), e mais longe da Terra do que o Sol.
- máxima elongação ocidental: o planeta está ao oeste do Sol (nasce e se põe antes do Sol). É visível ao amanhecer, no lado leste: (Mercúrio) = 28 ; (Vênus) = 48 ;
- máxima elongação oriental: planeta está a leste do Sol (nasce e se põe depois do Sol). É visível ao anoitecer, no lado oeste: (Mercúrio) = 28 ; (Vênus) = 48
- conjunção: o planeta está na mesma direção do Sol (e = 0º), e mais longe da Terra do que o Sol.
- oposição: o planeta está na direção oposta ao Sol (e = 180º). O planeta está no céu durante toda a noite.
- quadratura ocidental: (e = 90º). O planeta está 6h a oeste do Sol.
- quadratura oriental: (e = 90º). O planeta está 6h a leste do Sol.
Planetas babilônicos
Deuses babilônicos associados aos planetas:- Júpiter com Marduk;
- Vênus com a Deusa Ishtar, Tammuz
- Saturno com Ninurta (Ninib),
- Mercúrio com Nabu (Nebo),
- Marte com Nergal.
- Sol com Shamash
- Lua com Sin
Ishtar-Vênus
http://en.wikipedia.org/wiki/Ishtar Ishtar is a goddess of fertility, sexual love, and war.[1] In the Babylonian pantheon, she "was the divine personification of the planet Venus".[2] Ishtar was above all associated with sexuality: her cult involved sacred prostitution; her holy city Erech was called the "town of the sacred courtesans"; and she herself was the "courtesan of the gods".[2] Ishtar had many lovers; however, as Guirand notes, woe to him whom Ishtar had honoured! The fickle goddess treated her passing lovers cruelly, and the unhappy wretches usually paid dearly for the favours heaped on them. Animals, enslaved by love, lost their native vigour: they fell into traps laid by men or were domesticated by them. 'Thou has loved the lion, mighty in strength', says the hero Gilgamesh to Ishtar, 'and thou hast dug for him seven and seven pits! Thou hast loved the steed, proud in battle, and destined him for the halter, the goad and the whip.' Even for the gods Ishtar's love was fatal. In her youth the goddess had loved Tammuz, god of the harvest, and %u2014 if we are to believe Gilgamesh %u2014 this love caused the death of Tammuz.[2] Ishtar was the daughter of Sin or Anu.[2] She was particularly worshiped at Nineveh and Arbela (Erbil).[2]Marduk
http://en.wikipedia.org/wiki/Marduk In late Babylonian astrology, Marduk was connected to the planet Jupiter. As the ruler of the late Babylonian pantheon, he was equated with the Greek god Zeus (Latin Jupiter), hence the name of the planet (Sumerian spelling in Akkadian: "solar calf"; perhaps from MERI.DUG; Biblical: Merodach %u05DE%u05B0%u05E8%u05B9%u05D3%u05B7%u05DA%u05B0 %u039C%u03B1%u03C1%u03B4%u03BF%u03C7%u03B1%u1FD6%u03BF%u03C2[1], Mardochaios) was the Babylonian name of a late-generation god from ancient Mesopotamia and patron deity of the city of Babylon, who, when Babylon permanently became the political center of the Euphrates valley in the time of Hammurabi (18th century BC), started to slowly rise to the position of the head of the Babylonian pantheon, a position he fully acquired by the second half of the second millennium BC. Nibiru, to the Babylonians, was the celestial body or region sometimes associated with the god Marduk.Ninurta-Saturno
Ninurta (Nin Ur) in Sumerian and Akkadian mythology was the god of Nippur, identified with Ningirsu with whom he may always have been identical. In older transcriptions the name is rendered Ninib and in older commentary he is sometimes seen as a solar deity. In Nippur Ninurta was worshipped as part of a triad of deities including his father Enlil and his mother Ninlil. In variant mythology, his mother is said to be Ninhursag. Ninurta often appears holding a bow and arrow and a mace named Car-ur to which he speaks when attacking the monster Asag, and which answers back. Car-ur often takes the form of a winged lion. In one story Ninurta battles such a monster called Imdugud (Akkadian Anzu). In what may be an alternate version, another text relates how the monster Anzu steals the Tablets of Destiny which Enlil requires to maintain his rule. Ninurta slays each of the monsters later known as the "Slain Heroes" (the Dragon, the Gypsum, the Palm Tree King, Lord Saman-ana, the bison-beast, the scorpion-man, the seven-headed serpent), and finally Anzu is eventually killed by Ninurta who delivers the Tablet to his father, Enlil.Nabu- Mercúrio
For the online game see Nabu (game). For the DC Comics character see Lords of Chaos and Order. For the obsolete microcomputer system see Nabu Network. For the planet in the Star Wars universe, see Naboo. Nabu is the Babylonian god of wisdom and writing, worshipped by Babylonians as the son of Marduk and his consort, Sarpanitum, and as the grandson of Ea. Nabu's consort was Tashmetum. Originally, Nabu was a West Semitic deity introduced by the Amorites into Mesopotamia, probably at the same time as Marduk. While Marduk became Babylon's main deity, Nabu resided in nearby Borsippa in his temple E-zida. He was first called the "scribe and minister of Marduk", later assimilated as Marduk's beloved son from Sarpanitum. During the Babylonian New Year Festival, the cult statue of Nabu was transported from Borsippa to Babylon in order to commune with his father Marduk. Nabu is accorded the office of patron of the scribes, taking over from the Sumerian goddess Nisaba. His symbols are the clay writing tablet with the writing stylus. He wears a horned cap, and stands with hands clasped, in the ancient gesture of priesthood. He rides on a winged dragon (mu¨hu¨¨u) that is initially Marduk's. The etymology of his name is disputed. It could be derived from the root nb´ for "to call or announce", meaning something like "He who has called". His power over human existence is immense, because Nabu engraves the destiny of each person, as the Gods have decided, on the tablets of sacred record. Thus, He has the power to increase or diminish, at will, the length of human life. Nabu is mentioned in the Bible as Nebo in Isaiah 46:1 and Jeremiah 48:1. A statue of Nabu from Calah, erected during the reign of Tiglath-pileser III is on display in the British Museum. In late Babylonian astrology, Nabu was connected with the planet Mercury. As the god of wisdom and writing, he was equated by the Greeks to either Apollo or Hermes, the latter identified by the Romans with their own god Mercury.Nergal-Marte
The name Nergal (or Nirgal, Nirgali) refers to a deity in Babylonia with the main seat of his cult at Cuthah represented by the mound of Tell-Ibrahim. Nergal is mentioned in the Hebrew bible as the deity of the city of Cuth (Cuthah): "And the men of Babylon made Succoth-benoth, and the men of Cuth made Nergal" (2 Kings, 17:30). He is the son of Enlil and Ninlil. Nergal actually seems to be in part a solar deity, sometimes identified with Shamash, but only a representative of a certain phase of the sun. Portrayed in hymns and myths as a god of war and pestilence, Nergal seems to represent the sun of noontime and of the summer solstice that brings destruction, high summer being the dead season in the Mesopotamian annual cycle. Nergal was also the deity who presides over the netherworld, and who stands at the head of the special pantheon assigned to the government of the dead (supposed to be gathered in a large subterranean cave known as Aralu or Irkalla). In this capacity he has associated with him a goddess Allatu or Ereshkigal, though at one time Allatu may have functioned as the sole mistress of Aralu, ruling in her own person. In some texts the god Ninazu is the son of Nergal by Allatu/Ereshkigal. Ordinarily Nergal pairs with his consort Laz. Standard iconography pictured Nergal as a lion, and boundary-stone monuments symbolise him with a mace surmounted by the head of a lion. Nergal's fiery aspect appears in names or epithets such as Lugalgira, Sharrapu ("the burner," perhaps a mere epithet), Erra, Gibil (though this name more properly belongs to Nusku), and Sibitti. A certain confusion exists in cuneiform literature between Ninurta and Nergal. Nergal has epithets such as the "raging king," the "furious one," and the like. A play upon his name -- separated into three elements as Ne-uru-gal (lord of the great dwelling) -- expresses his position at the head of the nether-world pantheon. In the late Babylonian astral-theological system Nergal is related to the planet Mars. As a fiery god of destruction and war, Nergal doubtless seemed an appropriate choice for the red planet, and he was equated by the Greeks either to the combative demigod Heracles (Latin Hercules) or to the war-god Ares (Latin Mars) -- hence the current name of the planet. In Babylonian ecclesiastical art the great lion-headed colossi serving as guardians to the temples and palaces seem to symbolise Nergal, just as the bull-headed colossi probably typify Ninurta. Nergal's chief temple at Cuthah bore the name Meslam, from which the god receives the designation of Meslamtaeda or Meslamtaea, "the one that rises up from Meslam". The name Meslamtaeda/Meslamtaea indeed is found as early as the list of gods from Fara while the name Nergal only begins to appear in the Akkadian period. Amongst the Hurrians and later Hittites her was known as Aplu, a name derived from the Akkadian Aplu Enlil, meaning "the son of Enlil". As God of the plague, he was invoked during the "plague years" during the reign of Suppiluliuma, when this disease spread from Egypt. The cult of Nergal does not appear to have spread as widely as that of Ninurta, but in the late Babylonian and early Persian period, syncretism seems to have fused the two divinities, which were invoked together as if they were identical. Hymns and votive and other inscriptions of Babylonian and Assyrian rulers frequently invoke him, but we do not learn of many temples to him outside of Cuthah. Sennacherib speaks of one at Tarbisu to the north of Nineveh, but significantly, although Nebuchadnezzar II (606 BCE - 586 BCE), the great temple-builder of the neo-Babylonian monarchy, alludes to his operations at Meslam in Cuthah, he makes no mention of a sanctuary to Nergal in Babylon. Local associations with his original seat -- Kutha -- and the conception formed of him as a god of the dead acted in making him feared rather than actively worshipped. Nergal was also called Ni-Marad in Akkadian. Like Lugal Marad in Sumerian, the name means "king of Marad," a city, whose name means "Rebellion" in Akkadian, as yet unidentified. The name Ni-Marad, in Akkadian means "Lord of Marad". The chief deity of this place, therefore, seems to have been Nergal, of whom, therefore, Lugal-Marad or Ni-Marad is another name.Shamash
Shamash was the common Akkadian name of the sun-god and god of justice in Babylonia and Assyria, corresponding to Sumerian Utu. Shamash, also the hebrew word %u05E9%u05DE%u05E9 word for sun, pronounced Shemesh and is part of the Jewish menorah, which contains a central stem called Shamash used to light the other candles in its candelabrum. The name simply means "sun". Both in early and in late inscriptions Sha-mash is designated as the "offspring of Nannar," i.e. of the moon-god, and since, in an enumeration of the pantheon, Sin generally takes precedence of Shamash, it is in relationship, presumably, to the moon-god that the sun-god appears as the dependent power. Such a supposition would accord with the prominence acquired by the moon in the calendar and in astrological calculations, as well as with the fact that the moon-cult belongs to the nomadic and therefore earlier stage of civilization, whereas the sun-god rises to full importance only after the agricultural stage has been reached. The two chief centres of sun-worship in Babylonia were Sippar, represented by the mounds at Abu Habba, and Larsa, represented by the modern Senkerah. At both places the chief sanctuary bore the name E-barra (or E-babbara) "the shining house" %u2013 a direct allusion to the brilliancy of the sun-god. Of the two temples, that at Sippara was the more famous, but temples to Shamash were erected in all large centres %u2013 such as Babylon, Ur, Mari, Nippur and Nineveh. Another reference to Shamash is the Babylonian epic Gilgamesh. When Gilgamesh and Enkidu travel to slay Humbaba, each morning they pray and make libation to shammash in the direction of the rising sun for safe travels. The attribute most commonly associated with Shamash is justice. Just as the sun disperses darkness, so Shamash brings wrong and injustice to light. Hammurabi attributes to Shamash the inspiration that led him to gather the existing laws and legal procedures into a code, and in the design accompanying the code the king represents himself in an attitude of adoration before Shamash as the embodiment of the idea of justice. Several centuries before Hammurabi, Ur-Engur of the Ur dynasty (c. 2600 BC) declared that he rendered decisions "according to the just laws of Shamash." Mesopotamian limestone cylinder seal and impression: worship of Shamash, (Louvre) Mesopotamian limestone cylinder seal and impression: worship of Shamash, (Louvre) It was a logical consequence of this conception of the sun-god that he was regarded also as the one who released the sufferer from the grasp of the demons. The sick man, therefore, appeals to Shamash as the god who can be depended upon to help those who are suffering unjustly. This aspect of the sun-god is vividly brought out in the hymns addressed to him, which are, therefore, among the finest productions in the entire realm of Babylonian literature. It is evident from the material at our disposal that the Shamash cults at Sippar and Larsa so overshadowed local sun-deities elsewhere as to lead to an absorption of the minor deities by the predominating one. In the systematized pantheon these minor sun-gods become attendants that do his service. Such are Bunene, spoken of as his chariot driver, whose consort is Atgi-makh, Kettu ("justice") and Mesharu ("right"), who are introduced as servitors of Shamash. Other sun-deities, as Ninurta and Nergal, the patron deities of important centres, retained their independent existence as certain phases of the sun, Ninib becoming the sun-god of the morning and of the spring time, and Nergal the sun-god of the noon and of the summer solstice, while Shamash was viewed as the sun-god in general. Together with Sin and Ishtar, Shamash forms a second triad by the side of Anu, Enlil and Ea. The three powers, Sin, Shamash and Ishtar, symbolized the three great forces of nature, the sun, the moon and the life-giving force of the earth. At times, instead of Ishtar, we find Adad, the storm-god, associated with Sin and Shamash, and it may be that these two sets of triads represent the doctrines of two different schools of theological thought in Babylonia which were subsequently harmonized by the recognition of a group consisting of all four deities. The consort of Shamash was known as Aya. She, however, is rarely mentioned in the inscriptions except in combination with Shamash. This entry was originally from the 1911 Encyclopædia Britannica.Nanna-Sin-Lua
Nanna (also called Suen) is a Sumerian god in Mesopotamian mythology. He is the god of the moon and the son of Enlil and Ninlil. His sacred city was Ur. The name Nanna is Sumerian for "illuminator." Sin's chief sanctuary at Ur was named E-gish-shir-gal ("house of the great light.") His sanctuary at Harran was named E-khul-khul ("house of joys.") On cylinder seals, he is represented as an old man with a flowing beard and the crescent as his symbol. In the astral-theological system he is represented by the number 30 and the planet Venus. 30 probably refers to the average number of days (correctly around 29.53) in a lunar month, as measured between successive new moons. The "wisdom" personified by the moon-god is likewise an expression of the science of astrology in which the observation of the moon's phases is so important a factor. The tendency to centralize the powers of the universe leads to the establishment of the doctrine of a triad consisting of Sin, Shamash, and Ishtar, personifying the moon, the sun, and the earth as the life-force. He was named Sin in Babylonia and Assyria and was also worshipped in Harran. Sin had a beard made of lapis lazuli and he rode on a winged bull. His wife was Ningal ("Great Lady") who bore him Utu ("Sun") and Inanna, and in some texts, Ishkur. His symbols are the crescent moon, the bull, and the tripod (which may be a lamp-stand.) An important Sumerian text ("Enlil and Ninlil") [1] tells of the descent of Enlil and Ninlil (pregnant with Nanna - Suen) into the underworld. There, three "substitutions" are given to allow the ascent of Nanna - Suen. The story shows some similarities to the text known as "The Descent of Inanna".Configurações planetárias especiais
Clique aqui para ver o texto das configurações planetárias especiais: stellium, cruz planetária, balde, etc.Metais e planetas
A associação entre planetas e metais se apóia:- semelhança entre a aparência física do metal e o significado astrológico do planeta
- semelhança real entre os efeitos desse metal quando ingerido pelo ser humano e a ação atribuída aos planetas.
Chumbo - Saturno Que é o Chumbo? É a Alma de "Orifiel - Saturno", evoluindo aí. Saturno, planeta que representa o sóbrio, a estrutura, o que pesa, freia, inativa, retarda, dificulta é associado ao chumbo, metal usado usado na construção de tumbas. Quando o chumbo é ingerido o principal efeito psicológico que provoca é anorexia, lentidão de raciocínio e reações, dificuldade de movimentação. Existe um conjunto de transtornos físicos chamados de "saturnismo ou plumbismo" devidos à intoxicação pelo chumbo. O chumbo é o metal tóxico mais importante para o ser humano. Assim, como os outros minerais pesados, tem tendência de ligar-se aos grupos tiol das moléculas de proteína, inativando, principalmente as de função enzimática. Ela afeta milhões de pessoas em todo o mundo como resultado da poluição ambiental. Fontes de contaminação ou intoxicação:
- escapamento de automóveis.
- exposição tópica a gasolina.
- suplementos de cálcio de ossos.
- dolomita.
- alguns cosméticos.
- alimentos contaminados com inseticidas.
- fertilizantes.
- poluição atmosférica.
- água poluída.
- vasilhas de cerâmica vitrificada.
- locais de estocagem de chumbo.
- soldas contendo chumbo.
- atum enlatado.
- conchas de ostras.
- tintas
- baterias de automóveis, pilhas, soldas,
- emissões industriais
- cefaléias agudas
- paralisia motora
- dores articulares
- irritabilidade
- neurites óticas
- anorexia. Redução ou perda de apetite; inapetência.
- constipação intestinal, diarréia, gosto metálico, dor abdominal
- comportamento maníaco, distúrbios mentais gerais
- ataxia, Incapacidade de coordenação dos movimentos musculares voluntários, desconforto muscular, convulsões
- fadiga fácil, fraqueza muscular
- insônia, pesadelos, irritabilidade
- Carência de cálcio ou fósforo.
- Carência de ferro.
- Baixa ingestão protéica
- Altos níveis de vitamina D (muito comum devido aos alimentos fortificados).
- Doenças renais preexistentes.
- Aumento da ingestão dietética de cálcio e fósforo (cálcio de osso e dolomita contém chumbo).
- Alta ingestão de ácido ascórbico.
- Ingestão de vitaminas do complexo B especialmente piridoxina, ácido fólico, cianocobalamina e ácido nicotínico.
- Uso de cromo, pectina, algina, metionina, cisteina, cistina, tocoferois.
- Emprego de agentes quelante I.V. ou I.M. como EDTA, BAL.
- A penicilamina está indicada para remoção rápida de chumbo quando há sintomas de intoxicação em presença de elevados níveis de chumbo.
- A água quente acumula chumbo no cano à noite, por isso, deixe a água correr um pouco antes do seu uso.
- A ingestão de uma dieta rica de grãos, ovos, cebola e alho, nutrientes que contém, enxofre quelado com aminoácidos possibilitaria ao organismo realizar suas funções adequadamente, mesmo que exposto a quantidades de chumbo acima da média, promovendo a secreção desse mineral pesado.
- Cálcio – baixos níveis de cálcio exacerbam os efeitos do chumbo.
- Ferro – O excesso de chumbo interfere na síntese de porfirina, interrompendo a produção de hemoglobina com conseqüente anemia.
*Prata - Lua*
Que é a Prata? É a Alma de "Gabrie l- a Lua", evoluindo aí. A prata, metal que apresenta grande poder de reflexão, foi relacionada com a Lua, que reflete a luz do Sol. A Lua, na astrologia, está associada ao delírio e às manias, enquanto a ingestão de prata (e principalmente do nitrato de prata) provoca delírio e confusões.
*Estanho - Júpiter*
Que é o Estanho? É a Alma de "Zachariel-Júpiter", evolucionando aí.
A Lei de Titus-Bode (1766)
Estabeleceu-se no século XVIII uma relação empírica que nos fornece aproximadamente as distâncias dos planetas ao Sol. Essa relação foi difundida pelo astrônomo alemão Johann Daniel Titus (1725-1796) na tradução da obra Completation de la Nature de C. Bonnet para o alemào. Nela continha a lei de Bode desenvolvida por Johann Elert Bode (1747-1826). Ambos, Titius e Bode, trabalhando em colaboração, aperfeiçoaram a relação hoje conhecida como a Lei de Títus-Bode:
a = Unidade Astronômica (UA) UA - Distância da Terra ao Sol = 1 UA
n - número de ordem do planeta Tabela: Resultados da Lei de Titius-Bode (1766)
| Planeta | n | a | Distância Média Real |
|---|---|---|---|
| Mercúrio | 0,4 | 0,39 | |
| Vênus | 0 | 0,7 | 0,72 |
| Terra | 1 | 1,0 | 1,00 |
| Marte | 2 | 1,6 | 1,52 |
| Ceres | 3 | 2,8 | 2,77 |
| Júpiter | 4 | 5,2 | 5,20 |
| Saturno | 5 | 10,0 | 9,54 |
| Urano | 6 | 19,6 | 19,18 |
| Netuno | 30,06 | ||
| Plutão | 7 | 38,8 | 39,52 |
feliz hector othon
hectorcubano@terra.com.br
