A palavra planeta vem do grego e significa "astro que se move" ou "estrela errante".

O Sistema Solar. Eus planetários, deuses interiores

O Sistema solar é constituído por planetas, planetas anões, satélites, asteróides, cometas, meteoritos, e pequenas pedras capturadas do espaço estelar.

A Astrologia revela que o movimento, posicionamento e energia de todos estes corpos celestes estão vinculados à dinâmica da vida na terra, inclusive a vida das pessoas, numa profundidade que chega a impressionar.

O Sol, a Lua, os Planetas e os Asteróides, podem ser vistos como os corpos associados a forças anímicas, inteligentes, arquetípicas e espirituais que se expressam em nós como as potências básicas do ser, funções da personalidade, fluxos diferenciados de energia, vontade e consciência.

Eles reinam no Céu e estendem sua Ordem nos diferentes graus de manifestação da vida. Assim o Ser Humano e o Sistema Solar compartilham a mesma Essência e a mesma Ordem.

Os antigos identificavam os planetas como deusas e deuses, presentes no dia a dia, participando de um Universo vivo, cujos campos, ritmos e ciclos estão interligados entre si e com tudo o que acontece na Terra, constituindo, para quem sabe ler, mapas de forças presentes nas pessoas e no ambiente, para cada momento do Céu.

A presença dos planetas na pessoa é possível de ser reconhecida, a partir do conhecimento das características e atributos dos arquétipos a eles associados. Os planetas podem ser representados por personagens humanizados, deuses em forma humana, assim como Orixas e Santos.

Ao conseguir perceber a manifestação de um planeta na pessoa, pode-se com o objetivo de aprofundar no conhecimento das suas qualidades, o associar a uma personagem, cuja característica fundamental seja expressar a natureza deste planeta. Assim pode-se ao mesmo tempo identificá-lo, senti-lo e contracenar com ele.

A relação consciente com os planetas oferece generosas informações para o conhecimento de si próprio, dos outros e da realidade. Identificados os planetas natais como entidades vivas na pessoa, pode-se mapear seus relacionamentos e assim entender os dramas e enredos dos "eus interiores".

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Ao conjunto das personagens interiores ou Ceus que expressam as qualidades dos planetas na pessoa é ao que chamo de Olimpo Pessoal.

Ao conhecer o olimpo pessoal a pessoa vai descobrir no seu interior as mesmas situações de dinâmica de grupo que observa no exterior, entre as pessoas.

Cada Ceu planetário tem sua personalidade própria, características, desejos, forma de ser e vontade, enquanto o corpo é um só.

Os eus interiores se relacionam e quando se vive ainda no automático: confabulam-se, confrontam-se, lutam entre si, em busca de conquistar poder de expressão e poder possuir o corpo e realizar o que deseja. Uns oprimem com sua força; outros conquistam a liderança com sua inteligência e magnetismo. No melhor dos casos, os "eus" conseguem um acordo interior, mas na maioria das vezes se perde muita energia e vida nas brigas e tensões entre os eus interiores, acontecendo uma alternância de poder excludentes, em dependência de fatores ambientais e circunstanciais.

A cada instante, em dependência do que esteja vivendo, no interior da pessoa se mobilizam vários eus, por exemplo, agora em mim estão presentes vários eus planetários, cada um com sua particularidade: o Professor Uereba que é fundamentalmente meu Mercúrio em Virgem de Casa 9, que adora explicar e informar... O Goroco, meu eu amoroso e sedutor, formado por um grupo de eus correspondentes aos planetas na casa VII e VIII, que nestes momentos fazem questão de servir e agradar aos possíveis leitores deste artigo; também está presente Hectico ou Hectorito, a minha inquieta e dinâmica Lua em Áries, na casa IV, trígono Plutão de casa 8 regendo a casa 11, me precipitando a escrever o que estou sentindo, as vezes sabotando o programado pelos meus eus virginianos e capricornianos. Hectico (a Lua em Áries) fica doido quando o professor Uereba quer entrar em detalhes excessivos. Agora, nestes momentos, está impaciente para largar este discurso e ir desfrutar do fim da tarde brincando como criança, ou assobiando como passarinho alegre.

Como o corpo é um só, os eus planetários que povoam a pessoa tem que aprender a conviver e é o resultado desta dinâmica de grupo no interior que determina a harmonia e paz interior.

É um grande desafio para todo ser humano realizar com harmonia e plenitude a potência de sua mandala natal, o que em termos de %u201COlimpo Pessoal%u201D, seria conseguir harmonizar e conciliar as diferenças entre o "eus interiores" (planetários).

Chega um momento em que a pessoa, consciente de sua mecanicidade pode desenvolver seu eu espiritual (chamado também de self, eu superior ou super-ego) e diante os estímulos responder com mais amplitude e liberdade, mas enquanto a pessoa não acordar, vivera no automático de suas potencialidades planetárias e os valores e costumes introjetados da família e a sociedade.

Imaginemos uma pessoa que tenha que terminar um trabalho num belo fim de semana ensolarado. No seu mapa natal, o Sol está em Capricórnio, Marte em Caranguejo e a Lua em Gêmeos. O Sol em Capricórnio, por uma questão de responsabilidade e compromisso, vai querer executar o trabalho planificado. Marte em Caranguejo, por outro lado, pode estar ligado nos seus vínculos afetivos (quer visitar a família, curtir o seu mundo interior, refletir sobre algum acontecimento que lhe provocou impacto, etc). A Lua, por outro lado, quer passear, desfrutar desses lindos dias, especialmente o fim de semana, porque com certeza a semana deve ter sido uma chatice... Então, diante dessas vontades diferentes, o que fazer? Se a pessoa decide por uma alternativa, as outras vontades vão continuar batalhando por conseguirem o que querem...

Esta situação pode provocar mal-estar interior, perda de energia e possível auto-sabotagem no que se esteja fazendo. Daí a importância de conhecer as vozes dos eus interiores e conseguir conciliar as suas diferenças, buscando uma maneira de viver que atenda as necessidades e desejos de todos. Quando acordado, quem decidirá o que se faz é o eu espiritual, quando se vive no automático, quem decidirá é o "eu planetário" com mais poder, segundo os critérios que regem o automatismo mecânico na pessoa.

A consciência de si, não é apenas uma execução elaborada de ações e reações, que possam se avaliar de eficientes e inteligentes. Mas, acima de tudo, a percepção de si como executor das ações e reações.

O normal é viver, executar atividades de forma inteligente embora mecânica, sem que se tenha uma percepção consciente sequer de que se esteja executando algo.

Isto acontece em situações rotineiras como o ato de respirar, comer, andar, lavar os dentes, trocar a marcha ao dirigir um carro ou subir uma escada.

No período de aprendizado das tarefas do dia a dia, concentra-se toda a atenção na maneira e seqüência exigidas até serem aprendidas e se tornarem condicionadas. Mas isto não quer dizer que a pessoa esteja consciente do que está fazendo, simplesmente está colocando em prática o seu dom para aprender. Com a prática, todas as fases de execução serão assimiladas e se agirá, a seguir, de forma automática, inconsciente de si. Assim se executa uma série pré-determinada ou não de procedimentos padrões assimilados, no comando de programas inteligentes recebidos da família e da sociedade e gravitados pela força das potencialidades planetárias na mandala pessoal.

A pessoa consegue saber que existe, mas sua vida flui no automatismo do aprendido na sua membresia e segundo suas potencialidades biológicas e planetárias. A cada instante surpreende-se como pai, mãe, filho, irmão, companheiro, num enredo de vida que muitas vezes é visto como beco sem saída.

Uma máquina, por mais avançada que possa vir a ser, não será, contudo, capaz de obter uma auto-percepção, auto-conhecimento ou consciência de si.

Mas um ser humano, a diferença da Máquina, ainda que viva no estágio máquina, tem a potencialidade de acordar e conseguir comandar seu corpo e mecanicidade segundo a Vontade de um Eu Acordado, espiritual, ético e no caminho da consciência de si.

No início da consciência de si é recomendável a Meditação e a prática do Monólogo, onde se conquista a possibilidade de identificar o que se sente e pensa e o melhor, o poder de expressar, comunicar e ser entendido.

Depois evolui-se para o diálogo com o outro como ser diferente e individualizado, também constituído por vários eus planetários. Percebe-se a si mesmo. Percebe o outro e suas diferenças. Percebe a relação. Consegue se relacionar com harmonia, fazer trocas, outrar e construir a vida em conjunto.

Diz um belo depoimento de um acordado: quando eu não sabia das coisas as arvores eram arvores, as casas, casas, as pessoas, pessoas. Quando eu comecei a saber, as arvores não eram mais arvores; as casas, casas e as pessoas, pessoas. Agora que sei novamente as arvores são arvores, as casas, casas e as pessoas, pessoas Neste momento da expansão da consciência inicia-se a possibilidade de percepção dos arquétipos, primeiro como conceitos, depois como imagens, e a seguir como holografias vivas e belas portadoras de inteligências espirituais vindas do Céu e da Terra e dos Planetas.

A consciência expandida sobre si mesmo, consegue perceber a forma em que a pessoa vive as diferentes funções e faculdades da vida, quer dizer identificar os eus planetários e a forma em que se relacionam entre si, formas mundanas das deusas e deuses que brilham no Céu e na Terra.

A atividade coerente com as circunstâncias e eficiente nos resultados pode, decerto, indicar sensibilidade, aptidão e inteligência. Entretanto a consciência constitui um padrão de ordem, muito mais sutil que permeia todas as outras faculdades do humano.

A consciência quando alcança as qualidades planetárias abre-se para a refinada mecânica celeste, no interior da pessoa, que mostra suas potencialidades nos diferentes setores da vida, cuja teia é escrita nas estrelas.

O ser humano como um Microcosmo, a semelhança do Sistema Solar, deve possuir centros de energia que correspondam ao Sol, a Lua e aos planetas.

A antiga ioga fala dos chacras ou centros de energia existentes em toda pessoa e relacionam cada um deles a um planeta. A medicina egípcia e grega relacionavam os planetas aos órgãos do corpo.

Os planetas simbolizam forças psíquicas e espirituais fundamentais a vida - impulsos, necessidades e motivações.

Eles representam os princípios ativos mais importantes, que simultaneamente, formam o caráter e motivam todos os tipos de auto - expressão em todos os níveis: mental, emocional e físico.

Em termos antigos, os planetas simbolizam os deuses que devem ser adorados. Isso significa que essas forças fundamentais da vida não podem ser ignoradas, a não ser que o indivíduo se responsabilize pelas conseqüências. Elas devem ser reconhecidas, receber a devida atenção e ser aceitas; então, a energia essencial delas, pode ser conscientemente dirigida. Se não se tem percepção dessas forças na vida, então se esta à mercê delas.

A relação com todos os planetas deve ser vista com muita atenção, porque sua compreensão permite entender as vozes e potências da individualidade.

O ser humano pode ser visto como constituído de no mínimo 10 faculdades e funções básicas que correspondem a cada um dos membros do sistema solar.

A forma individualizada que estas faculdades vão se expressar vai depender dos aspectos ou angulações que os planetas estejam fazendo no mapa, da situação astrológica e do ambiente de vida do indivíduo.

Planetas babilônicos

Of the planets five were recognized - Jupiter, Venus, Saturn, Mercury and Mars - to name them in the order in which they appear in the older cuneiform literature; in later texts Mercury and Saturn change places.

Deuses babilonicos assodiados aos planetas:

  • Júpiter com Marduk;
  • Vênus com a Deusa Ishtar, Tammuz
  • Saturno com Ninurta (Ninib),
  • Mercúrio com Nabu (Nebo),
  • Marte com Nergal.

The movements of the sun, moon and five planets were regarded as representing the activity of the five gods in question, together with the moon-god Sin and the sun-god Shamash, in preparing the occurrences on earth. If, therefore, one could correctly read and interpret the activity of these powers, one knew what the gods were aiming to bring about.

The influence of Babylonian planetary lore appears also in the assignment of the days of the week to the planets, for example Sunday, assigned to the sun, and Saturday, the day of Saturn.

A continuação, uma descrição das características fundamentais dos eus planetários associados ao Sol, a Lua e aos 8 planetas conhecidos: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão.

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Classificação dos planetas

Os planetas podem ser classificados em pessoais, sociais e transpessoais segundo sua manifestação na personalidade e a vida como um todo.

Os planetas definem as diferentes faculdades ou funções da personalidade. Nos textos de Astrologia, muitas vezes quando se fala de planetas, se incluem ao Sol e a Lua para abreviar.

Os Luminares

O Sol e a Lua são chamados de Luminares. Ambos são os astros de maior expressão na Astrologia.

Eu solar

Na pessoa habita um Sol, gerador da energia vital e da consciência de identidade. Ele é o núcleo e centro da personalidade.

Várias religiões falam que na pessoa existe uma centelha divina que é o centro do espírito ou da alma que sustenta a vida no corpo. Esta centelha pode ser vista como de natureza solar.

O Sol interior pode ser associado aos papeis de: Rei, Pai, Provedor, Centro e Curador.

Segundo a mitologia grega o Sol era associado ao Deus Apolo que tinha a faculdade de dar a Consciência. A Ele eram encaminhados os alucinados e os derrotados pela vida. Ele tinha o poder de desmanchar os traumas e feridas da infância, as maldições que vinham da família e de todo tipo de inimigos. Ele expande a Luz e a Consciência e diminui a escuridão e a morbidez. Ele consegue vencer as forças daninhas do destino e as compulsões do passado.

O eu solar é o único capaz de trazer o esplendor e a realização ao indivíduo. A sua situação no mapa deve ser bem entendida e iluminada, de tal forma que possa reinar segundo a sua particularidade com plenitude. Sem lugar a dúvidas o Sol é o Rei e Senhor que deve estar bem conscientizado e dignificado.

É bom entrar em contato com o Sol interior e conscientizá-lo e colocá-lo no lugar que lhe corresponde no Olimpo pessoal.

O Sol interior existe. Ele coroado, gera a Consciência de si, o conhecimento do ser individual e único que se é. Dignificado, identificado e cultuado gera auto-estima, segurança interior, dignidade pessoal, respeito a si, vitalidade, e a delicia de sentir-se presente, centrado, com entusiasmo, disposição e seguro de si.

Ao entrar em contato com o Sol descobre-se centro e individualidade.

Perceba o seu centro. Aquele ponto interior de onde brota uma Luz que gravita todas as partes do ser. Você é um Universo, mas tem um centro. Em torno do qual se estruturam outras funções e forças.

Na presença de um Sol Coroado, um centro com poder e estrutura, os planetas conseguem desenvolver melhor suas funções. A Lua e os outros planetas podem exercer suas funções com referencia, tranqüilidade, aconchego e bem estar.

Na ausência do Sol consciente e coroado, a pessoa pode perder-se nos desafios da vida.

O Sol é o centro do sistema planetário e é o centro do indivíduo. É deste centro (Trono real) que se pode administrar com lucidez e eficiência a complexidade da vida e seus desafios.

Virtudes do Sol: consciência, comando, liderança, coragem, generosidade, centramento, vitalidade, brilho, magnetismo, carisma, paternalidade, calor humano, inspiração, lealdade e integridade.

Ele é quem determina o grau de autoconfiança, auto segurança e auto gestão no indivíduo.

Um Sol perturbado gera egocentrismo, extremismo, ditador, centralizador, vaidade, autosabotagens, autoritarismo e prepotência.

Um Sol interior debilitado pode gerar uma pessoa depressiva, autosabotadora, fracassada, inútil, irresponsável, sem luz e vida.

Veja ritual de coroação de %u201Ceu solar%u201D

O eu lunar:

O eu lunar interior é o equivalente feminino do eu solar. Ele desenvolve os papeis da rainha, da mãe e da criança interior; a parte feminina, receptiva que abençoa com a emoção, a memória; a faculdade de cuidar e nutrir; de se sentir pertencente a um grupo, a um lugar e a uma cultura.

É a forma instintiva de agir com espontaneidade e emoção. É a maneira de se relacionar com a família, a tribo e a origem. É a expectativa emocional dos outros e de como se gosta ser cuidado e nutrido.

Os astrólogos ocidentais associam a Lua ao estômago, e as vísceras em geral.

No mapa, o signo e a casa onde se encontre a Lua natal e os aspectos com os outros planetas revelam as principais características do ser emocional e seus dramas.

O ser lunar também é fundamental ser conhecido e reverenciado. Ela é a Mãe interior, e a Rainha do feminino. Ela conhece o jeito de tratar a criança interior e de cuidar e nutrir para ficar forte e saudável. Ela tem os dons e habilidades do feminino para guiar e defender na escuridão.

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Planetas pessoais: Mercúrio, Vênus e Marte

Mercúrio, Vênus e Marte expressam as forças, e funções da personalidade que se podem dirigir ou modificar, até certo ponto conscientemente. Esses planetas caracterizam os traços mais distintivos da personalidade e os anseios mais fortes do indivíduo.

Todas as pessoas usufruem de um tipo de vitalidade, senso de individualidade e de auto-identidade (Sol); uma maneira de sentir, de reagir instintivamente, de memorizar, de se cuidar e nutrir (lua); uma maneira de reagir espontaneamente, expressar-se, e trocar idéias com outros (Mercúrio); uma forma de valorizar, de amar e se relacionar (Vênus) e uma maneira de agir, decidir, tomar iniciativa (Marte).

Eles são chamados de pessoais porque representam o carimbo da individualidade e reúnem as funções de personalidade que definem a pessoa nos seus aspectos mais mundanos, pessoais e cotidianos.

O eu Mercúrio

O planeta Mercúrio é difícil de ser observado ao olho nu. Mercúrio surge tanto no Oeste depois do por do sol, como ao Leste antes do nascer e sempre próximo do horizonte. Um dos nomes Egípcios de Mercúrio era "O Inerte", como se os antigos astrônomos egípcios quisessem demonstrar a sua preguiça em viajar mais acima na abobada celeste.

Mercúrio representa o eu mental, o entendimento, o pensamento, a expressão e a comunicação. A forma de estabelecer contato e realizar trocas. É o eu que dispõe o contato do individuo com o mundo exterior.

Na Grécia, Mercúrio ou Hermes era o mensageiro dos Deuses e o Deus dos caminhos, dos negócios e da sabedoria da rua. Nas religiões afro-cubanas-brasileiras poderia ser o Deus Eleguá ou Exú.

Mercúrio é também o mensageiro e o informante, aquele que facilita o contato e o entendimento.

O Ser Mercúrio é o eu interior que comanda a expressão, comunicação e tipo de mentalidade. Aquele que tem o poder de comunicar, de por em contato, de entender e explicar e de realizar trocas. Ele tem também acesso aos caminhos e aos meios de transporte.

Qualidades: astúcia, inteligência, deslocamento, oportunismo, contato.

O eu Vênus

Vênus é o astro mais brilhante do céu, depois do Sol e da Lua. O seu brilho pode atingir até 12 vezes o da estrela Sirius. A semelhança de Mercúrio, Vênus mantem-se perto do Sol. Na iconografia Egípcia, Vênus tem duas caras, talvez se referem aqui a uma visão diurna e outra noturna (conhecidas como estrelas da Alvorada e do Atardecer). Para os Egípcios Vênus era o filho de Osíris %u2013 Harsiesis, mas também em alguns casos personificava Isis.

Vênus é o eu que se relaciona, que ama, que gosta e que valoriza. É o que define o senso de estética e o estilo pessoal.

Representa o canal da auto-estima e a estima dos outros. A sensibilidade que permite identificar onde existe equilíbrio, beleza e harmonia. O jeito de valorizar e de gostar. O ser que dispõe da arte do relacionamento. Ela define o estilo de amar.

Na infância assimila-se Vênus especialmente da mãe.

Vênus é também a forma de valorizar e apreciar as coisas materiais, riquezas e dinheiro.

O eu Marte

Marte na pessoa é o eu que age e decide, o guerreiro pessoal.

Marte é ação, auto-afirmação, vontade e disposição para realizar.

Marte é tesão, ímpeto de penetrar, interferir e fazer acontecer.

Planetas sociais ou coletivos: Júpiter e Saturno.

Júpiter e Saturno são chamados de planetas sociais. A eles se lhes atribui forças e virtudes que permitem aos humanos viver em sociedade.

Saturno dando realidade a idéias, projetos, sentimentos, intuições, sonhos, através do trabalho, mostrando limites, o possível, criando regras, códigos, instituições e tradições; enquanto Júpiter da às idéias, vontade, fé, convicção, legalidade e determina a maneira de expansão do individuo.

São duas forças planetárias que agem em conjunto, incitando a formação da sociedade civilizada. Júpiter inspira a visão de mundo, as crenças, a moralidade, enquanto Saturno, as vias de concretizá-la, a estrutura da vida e sua civilização correspondente. Júpiter gera a lei e a Ética enquanto Saturno, a instituição da lei e sua guarda. Júpiter inspira a fé, Saturno as religiões.

No mapa, a significação relativa de ambos refere-se ao seu impacto sobre a maneira como a pessoa deseja tomar parte no mundo.

Saturno: as correntes mais profundas da estabilidade, da tradição e da segurança.

Júpiter: as aspirações futuras, o senso de aventura, os riscos assumidos e o crescimento pessoal.

Os planetas pessoais junto aos sociais determinam o foco da consciência do ser humano na descoberta de sua singularidade tanto individual como nos grupos em que organizou a sua vida.

O eu Júpiter

É o eu político, visionário, generoso e expansivo. Júpiter é benevolente, confiante, seguro, protetor e humano. Gosta da abundância, do conforto, do luxo e do prazer.

O eu Saturno

É o eu exigente, que restringe, que tem senso de realidade, que liga a tradição e valoriza a experiência.

Saturno é o canal que permite tomar corpo e dar corpo, estruturar, concretizar, objetivar e ancorar. Saturno oferece a noção de senso de limite, adequação e responsabilidade.

Saturno é o lado adulto e responsável da pessoa.

É associado a Pretos velhos, Xangô, sábios da tradição.

Planetas transpessoais ou embaixadores do Cosmos: Urano, Netuno e Plutão

Urano, Netuno e Plutão podem ser considerados a oportunidade para um novo estado de percepção, é como se sua descoberta esteja sincrônica com um momento da humanidade onde pode manifestar-se um novo estado de consciência, de leitura da vida.

Em vez de o foco estar na singularidade, no caso dos planetas transpessoais, expande-se para a arte de conviver com a biodiversidade, com as diferenças, inclusive interiores, e com a dimensão mais ampla da vida.

Este grupo de planetas simboliza as mais profundas fontes de mudança na vida da historia da humanidade. Eles revelam as dimensões transcendentes de experiência e as energias mais sutis, com as quais estamos ligados ainda que inconscientes.

Essas forças planetárias afetam as faculdades conscientes através da inspiração, de lampejos de percepção, da intuição, do conhecimento inato, de um desejo ardente de mergulhar num todo muito maior e de um forte impulso no sentido de refinar a nossa natureza mais íntima.

Quando essas energias entram em ação, os velhos padrões de vida são abalados e mudam rapidamente. Em busca de amplitude e capacidade para conviver com a diversidade e os complexos ritmos e intensidades que a cada dia aumentam suas dinâmicas.

Pode-se dizer que em conjunto esses planetas se referem a fatores transpessoais e às energias, fluxos e redes transformadoras que operam dentro da vida de cada um de nós em ligação ao cosmos e em especial a dimensão galáctica.

O eu Urano

É o eu libertador, transformador, revolucionário, inusitado, diferente, surpressivo e inesperado.

Urano é o canal que permite renovar-se em consonância aos fluxos que se estiverem vivendo. Ele revoluciona, transforma, diversifica,.. Ele mostra a dimensão galáctica do ser; as redes de relacionamentos e fluxos.

É a associado a Saint German.

O eu Netuno

É o eu sonhador, espiritualizado, sensível, amoroso e doador.

Netuno é o canal do Amor Universal, do Perdão, do êxtase, da contemplação, da Oração, da Comunhão e do indizível. Netuno é a sensibilidade que nos leva a Arte, a Espiritualidade ou a Confusão.

É associado a Yemanjá, Oxalá. Virgem Maria.

O eu Plutão

Associado a Shiva, Dionísio, Omolú.

É a parte transformadora, penetrante, misteriosa, poderosa, que faz questão de interferir e mexer com profundidade.

É o canal do poder que atua como agente do cosmos.

É a força que impele as profundas transformações. Onde ele está no mapa leva a verdade da alma.

Em Plutão toma corpo o ecológico, holístico, integrado, espiritual e as profundezas inimagináveis.

Planetas trans-plutonianos ou planetas anões

Com a descoberta recente dos planetas trans-plutonianos com características físicas parecidas a Plutão os astrônomos e astrólogos coincidiram em criar esta nova classificação de planetas. Pelos seus tamanhos e características físicas foram chamados de planetas anões.

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NOVOS PLANETAS, ALÉM DE PLUTÃO NO %u201CCINTURÃO DE KUIPER%u201D e NA "NUVEM DE OORT".

Os novos planetas, chamados de planetas anões, ainda estão sendo estudados pelos astrólogos em busca de captar e identificar os seus significados astrológicos. A seguir, informações básicas que lhe permitirão acompanhar seus trânsitos pelo mapa natal, para que você chegue a suas próprias conclusões, bons estudos. No site www.astro.com poderá encontrar efemérides mais detalhadas.

QUAOAR - 2002 LM60

Em 23 de outubro está a 16º15m de Sagitário em movimento direto.

Entrou em Sagitário em outubro de 1994 e sairá em 27 de janeiro de 2017. Ficará em Sagitário 23 anos.

Encontra-se entre Plutão e Sedna. Período 288 anos. Distancia 6,5 bilhões de quilômetros. Diâmetro: 1250 km (quase o mesmo que o diâmetro da lua de Plutão Caronte 1270m). A sua trajetória ao redor do Sol é quase um circulo perfeito. Foi descoberto em 2002.

Quaoar significa "força de criação" na língua da tribo tongva, os primeiros habitantes da bacia de Los Angeles. O %u201CCalifornia Institute of Technology%u201D, onde trabalham os pesquisadores que descobriram este novo objeto, Michael Brown e Chadwick Trujillo, tem sua sede na cidade de Los Angeles. Na região onde atualmente fica esta cidade, existia uma tribo de índios norte-americanos chamados Tongva. Para eles Quaoar era o deus da criação. Quaoar teria descido dos céus e, depois de transformar o caos em ordem, colocou o mundo nas costas de 7 gigantes. Em seguida, Quaoar criou os animais inferiores e, depois, criou a humanidade.

ERIS 2003 UB313

Em 23 de outubro de 07 se encontra a 20º53m de Áries em Movimento Retrógrado. Entra no grau 22 só em 2010.

Entrou em Áries em 05 de junho de 1922 e só sairá em 05 de março de 2048. Assim estará transitando por Áries 146 anos!

Demora 560 anos para dar uma volta completa em torno do Sol. Afélio 97 UA. Periélio 37,77 UA. Inclinação orbital 47,177º. Foi descoberto em 2005. As medidas ainda incertas de seu tamanho, o colocam como um pouco maior que Plutão e menor que nossa Lua.

%u201CEris é a deusa da "discórdia". O novo planeta "anão" foi chamado assim porque a sua descoberta lançou a discórdia entre os astrônomos quanto à definição do que se entende por planeta. Tal reflexão causou, indiretamente, a descida de status de Plutão de "planeta" para "planeta anão". Houve confusão também em relação a sua descoberta, feita sincronicamente em vários observatórios. Mas na verdade, esta nova conceituação de planeta, faz justiça à realidade física e introduz uma diferença que de fato existe na agora numerosa família dos planetas do Sistema Solar.

Na mitologia grega, Éris é famosa por ter causado, indiretamente, a Guerra de Tróia. Era também conhecida por acompanhar o seu irmão Marte (Ares) para o campo de batalha e, quando os outros deuses iam embora, ela ficava rejubilando-se da carnificina.

Antes de receber nome tinha a designação provisória de 2003 UB313, que é uma matrícula atribuída automaticamente de acordo com o protocolo da União Astrológica Internacional (UAI) para os planetas menores. A possibilidade de que fosse classificado como um planeta levou a que a UAI não autorizasse nenhum nome, dado que não era claro se seria classificado como um planeta principal ou não. Caso fosse, a UAI só aprovaria nomes de tradição greco-romana, tal como foi costume ao designar planetas do Sistema Solar. Enquanto a classificação não se definia, apareceu a proposta do nome "Xena", personagem mitológica da série televisiva Xena, A Princesa Guerreira. Outro nome sugerido para Éris era o de Perséfone (Prosérpina romana), mulher de Plutão

SEDNA - 2003 VB12

Em 23 de outubro se encontra a 20º39 de Touro em movimento retrógrado. Sai de Touro em 10 de abril 2024.

Entrou em Touro em 30 maio de 1965 e só sairá em 10 de abril de 2024. Assim estará em Touro 59 anos.

Período 10 500 anos. Diâmetro: 1800 km. Demora 10.500 anos para dar uma volta completa em torno do Sol. Sua órbita é extremamente elíptica e o leva entre de um periélio a 76 UA do Sol (O periélio será alcançado em 2083, externo ao anel principal de Kuiper) até um afélio distante mais de 942 UA do astro-rei (850 vezes a distância Terra-Sol). Pertence a Nuvem de Oort. Foi descoberto por Michael Brown e equipe no 14 de novembro de 2003, Observatório Palomar.

Sedna é uma deusa esquimó que deu vida às criaturas marinhas no Ártico. Na região onde Sedna se encontra, a temperatura nunca é superior a %u2013240°C. Esse mundo gelado está tão distante que segundo Mike Brown, astrônomo do Caltech, "se você estivesse em Sedna poderia tampar o Sol com a cabeça de um alfinete". Para se ter uma idéia, o Cinturão de Kuiper termina abruptamente a 50 UA do Sol, mas Sedna não se aproxima do Sol mais do que 76 UA

Ishtar-Vênus

http://en.wikipedia.org/wiki/Ishtar

Ishtar is a goddess of fertility, sexual love, and war.[1] In the Babylonian pantheon, she "was the divine personification of the planet Venus".[2]

Ishtar was above all associated with sexuality: her cult involved sacred prostitution; her holy city Erech was called the "town of the sacred courtesans"; and she herself was the "courtesan of the gods".[2] Ishtar had many lovers; however, as Guirand notes,

woe to him whom Ishtar had honoured! The fickle goddess treated her passing lovers cruelly, and the unhappy wretches usually paid dearly for the favours heaped on them. Animals, enslaved by love, lost their native vigour: they fell into traps laid by men or were domesticated by them. 'Thou has loved the lion, mighty in strength', says the hero Gilgamesh to Ishtar, 'and thou hast dug for him seven and seven pits! Thou hast loved the steed, proud in battle, and destined him for the halter, the goad and the whip.'

Even for the gods Ishtar's love was fatal. In her youth the goddess had loved Tammuz, god of the harvest, and %u2014 if we are to believe Gilgamesh %u2014 this love caused the death of Tammuz.[2]

Ishtar was the daughter of Sin or Anu.[2] She was particularly worshiped at Nineveh and Arbela (Erbil).[2]

Marduk

http://en.wikipedia.org/wiki/Marduk

In late Babylonian astrology, Marduk was connected to the planet Jupiter. As the ruler of the late Babylonian pantheon, he was equated with the Greek god Zeus (Latin Jupiter), hence the name of the planet

(Sumerian spelling in Akkadian: "solar calf"; perhaps from MERI.DUG; Biblical: Merodach %u05DE%u05B0%u05E8%u05B9%u05D3%u05B7%u05DA%u05B0 %u039C%u03B1%u03C1%u03B4%u03BF%u03C7%u03B1%u1FD6%u03BF%u03C2[1], Mardochaios) was the Babylonian name of a late-generation god from ancient Mesopotamia and patron deity of the city of Babylon, who, when Babylon permanently became the political center of the Euphrates valley in the time of Hammurabi (18th century BC), started to slowly rise to the position of the head of the Babylonian pantheon, a position he fully acquired by the second half of the second millennium BC.

Nibiru, to the Babylonians, was the celestial body or region sometimes associated with the god Marduk.

Ninurta-Saturno

Ninurta (Nin Ur) in Sumerian and Akkadian mythology was the god of Nippur, identified with Ningirsu with whom he may always have been identical. In older transcriptions the name is rendered Ninib and in older commentary he is sometimes seen as a solar deity.

In Nippur Ninurta was worshipped as part of a triad of deities including his father Enlil and his mother Ninlil. In variant mythology, his mother is said to be Ninhursag.

Ninurta often appears holding a bow and arrow and a mace named Car-ur to which he speaks when attacking the monster Asag, and which answers back. Car-ur often takes the form of a winged lion.

In one story Ninurta battles such a monster called Imdugud (Akkadian Anzu). In what may be an alternate version, another text relates how the monster Anzu steals the Tablets of Destiny which Enlil requires to maintain his rule. Ninurta slays each of the monsters later known as the "Slain Heroes" (the Dragon, the Gypsum, the Palm Tree King, Lord Saman-ana, the bison-beast, the scorpion-man, the seven-headed serpent), and finally Anzu is eventually killed by Ninurta who delivers the Tablet to his father, Enlil.

Nabu- Mercúrio

For the online game see Nabu (game). For the DC Comics character see Lords of Chaos and Order. For the obsolete microcomputer system see Nabu Network. For the planet in the Star Wars universe, see Naboo.

Nabu is the Babylonian god of wisdom and writing, worshipped by Babylonians as the son of Marduk and his consort, Sarpanitum, and as the grandson of Ea. Nabu's consort was Tashmetum.

Originally, Nabu was a West Semitic deity introduced by the Amorites into Mesopotamia, probably at the same time as Marduk. While Marduk became Babylon's main deity, Nabu resided in nearby Borsippa in his temple E-zida. He was first called the "scribe and minister of Marduk", later assimilated as Marduk's beloved son from Sarpanitum. During the Babylonian New Year Festival, the cult statue of Nabu was transported from Borsippa to Babylon in order to commune with his father Marduk.

Nabu is accorded the office of patron of the scribes, taking over from the Sumerian goddess Nisaba. His symbols are the clay writing tablet with the writing stylus. He wears a horned cap, and stands with hands clasped, in the ancient gesture of priesthood. He rides on a winged dragon (mu¨hu¨¨u) that is initially Marduk's.

The etymology of his name is disputed. It could be derived from the root nb´ for "to call or announce", meaning something like "He who has called".

His power over human existence is immense, because Nabu engraves the destiny of each person, as the Gods have decided, on the tablets of sacred record. Thus, He has the power to increase or diminish, at will, the length of human life.

Nabu is mentioned in the Bible as Nebo in Isaiah 46:1 and Jeremiah 48:1.

A statue of Nabu from Calah, erected during the reign of Tiglath-pileser III is on display in the British Museum.

In late Babylonian astrology, Nabu was connected with the planet Mercury. As the god of wisdom and writing, he was equated by the Greeks to either Apollo or Hermes, the latter identified by the Romans with their own god Mercury.

Nergal-Marte

The name Nergal (or Nirgal, Nirgali) refers to a deity in Babylonia with the main seat of his cult at Cuthah represented by the mound of Tell-Ibrahim. Nergal is mentioned in the Hebrew bible as the deity of the city of Cuth (Cuthah): "And the men of Babylon made Succoth-benoth, and the men of Cuth made Nergal" (2 Kings, 17:30). He is the son of Enlil and Ninlil. Nergal actually seems to be in part a solar deity, sometimes identified with Shamash, but only a representative of a certain phase of the sun. Portrayed in hymns and myths as a god of war and pestilence, Nergal seems to represent the sun of noontime and of the summer solstice that brings destruction, high summer being the dead season in the Mesopotamian annual cycle.

Nergal was also the deity who presides over the netherworld, and who stands at the head of the special pantheon assigned to the government of the dead (supposed to be gathered in a large subterranean cave known as Aralu or Irkalla). In this capacity he has associated with him a goddess Allatu or Ereshkigal, though at one time Allatu may have functioned as the sole mistress of Aralu, ruling in her own person. In some texts the god Ninazu is the son of Nergal by Allatu/Ereshkigal.

Ordinarily Nergal pairs with his consort Laz. Standard iconography pictured Nergal as a lion, and boundary-stone monuments symbolise him with a mace surmounted by the head of a lion.

Nergal's fiery aspect appears in names or epithets such as Lugalgira, Sharrapu ("the burner," perhaps a mere epithet), Erra, Gibil (though this name more properly belongs to Nusku), and Sibitti. A certain confusion exists in cuneiform literature between Ninurta and Nergal. Nergal has epithets such as the "raging king," the "furious one," and the like. A play upon his name -- separated into three elements as Ne-uru-gal (lord of the great dwelling) -- expresses his position at the head of the nether-world pantheon.

In the late Babylonian astral-theological system Nergal is related to the planet Mars. As a fiery god of destruction and war, Nergal doubtless seemed an appropriate choice for the red planet, and he was equated by the Greeks either to the combative demigod Heracles (Latin Hercules) or to the war-god Ares (Latin Mars) -- hence the current name of the planet. In Babylonian ecclesiastical art the great lion-headed colossi serving as guardians to the temples and palaces seem to symbolise Nergal, just as the bull-headed colossi probably typify Ninurta.

Nergal's chief temple at Cuthah bore the name Meslam, from which the god receives the designation of Meslamtaeda or Meslamtaea, "the one that rises up from Meslam". The name Meslamtaeda/Meslamtaea indeed is found as early as the list of gods from Fara while the name Nergal only begins to appear in the Akkadian period. Amongst the Hurrians and later Hittites her was known as Aplu, a name derived from the Akkadian Aplu Enlil, meaning "the son of Enlil". As God of the plague, he was invoked during the "plague years" during the reign of Suppiluliuma, when this disease spread from Egypt.

The cult of Nergal does not appear to have spread as widely as that of Ninurta, but in the late Babylonian and early Persian period, syncretism seems to have fused the two divinities, which were invoked together as if they were identical. Hymns and votive and other inscriptions of Babylonian and Assyrian rulers frequently invoke him, but we do not learn of many temples to him outside of Cuthah. Sennacherib speaks of one at Tarbisu to the north of Nineveh, but significantly, although Nebuchadnezzar II (606 BCE - 586 BCE), the great temple-builder of the neo-Babylonian monarchy, alludes to his operations at Meslam in Cuthah, he makes no mention of a sanctuary to Nergal in Babylon. Local associations with his original seat -- Kutha -- and the conception formed of him as a god of the dead acted in making him feared rather than actively worshipped. Nergal was also called Ni-Marad in Akkadian. Like Lugal Marad in Sumerian, the name means "king of Marad," a city, whose name means "Rebellion" in Akkadian, as yet unidentified. The name Ni-Marad, in Akkadian means "Lord of Marad". The chief deity of this place, therefore, seems to have been Nergal, of whom, therefore, Lugal-Marad or Ni-Marad is another name.

Shamash

Shamash was the common Akkadian name of the sun-god and god of justice in Babylonia and Assyria, corresponding to Sumerian Utu. Shamash, also the hebrew word %u05E9%u05DE%u05E9 word for sun, pronounced Shemesh and is part of the Jewish menorah, which contains a central stem called Shamash used to light the other candles in its candelabrum.

The name simply means "sun". Both in early and in late inscriptions Sha-mash is designated as the "offspring of Nannar," i.e. of the moon-god, and since, in an enumeration of the pantheon, Sin generally takes precedence of Shamash, it is in relationship, presumably, to the moon-god that the sun-god appears as the dependent power. Such a supposition would accord with the prominence acquired by the moon in the calendar and in astrological calculations, as well as with the fact that the moon-cult belongs to the nomadic and therefore earlier stage of civilization, whereas the sun-god rises to full importance only after the agricultural stage has been reached. The two chief centres of sun-worship in Babylonia were Sippar, represented by the mounds at Abu Habba, and Larsa, represented by the modern Senkerah. At both places the chief sanctuary bore the name E-barra (or E-babbara) "the shining house" %u2013 a direct allusion to the brilliancy of the sun-god. Of the two temples, that at Sippara was the more famous, but temples to Shamash were erected in all large centres %u2013 such as Babylon, Ur, Mari, Nippur and Nineveh. Another reference to Shamash is the Babylonian epic Gilgamesh. When Gilgamesh and Enkidu travel to slay Humbaba, each morning they pray and make libation to shammash in the direction of the rising sun for safe travels.

The attribute most commonly associated with Shamash is justice. Just as the sun disperses darkness, so Shamash brings wrong and injustice to light. Hammurabi attributes to Shamash the inspiration that led him to gather the existing laws and legal procedures into a code, and in the design accompanying the code the king represents himself in an attitude of adoration before Shamash as the embodiment of the idea of justice. Several centuries before Hammurabi, Ur-Engur of the Ur dynasty (c. 2600 BC) declared that he rendered decisions "according to the just laws of Shamash." Mesopotamian limestone cylinder seal and impression: worship of Shamash, (Louvre) Mesopotamian limestone cylinder seal and impression: worship of Shamash, (Louvre)

It was a logical consequence of this conception of the sun-god that he was regarded also as the one who released the sufferer from the grasp of the demons. The sick man, therefore, appeals to Shamash as the god who can be depended upon to help those who are suffering unjustly. This aspect of the sun-god is vividly brought out in the hymns addressed to him, which are, therefore, among the finest productions in the entire realm of Babylonian literature. It is evident from the material at our disposal that the Shamash cults at Sippar and Larsa so overshadowed local sun-deities elsewhere as to lead to an absorption of the minor deities by the predominating one. In the systematized pantheon these minor sun-gods become attendants that do his service. Such are Bunene, spoken of as his chariot driver, whose consort is Atgi-makh, Kettu ("justice") and Mesharu ("right"), who are introduced as servitors of Shamash. Other sun-deities, as Ninurta and Nergal, the patron deities of important centres, retained their independent existence as certain phases of the sun, Ninib becoming the sun-god of the morning and of the spring time, and Nergal the sun-god of the noon and of the summer solstice, while Shamash was viewed as the sun-god in general.

Together with Sin and Ishtar, Shamash forms a second triad by the side of Anu, Enlil and Ea. The three powers, Sin, Shamash and Ishtar, symbolized the three great forces of nature, the sun, the moon and the life-giving force of the earth. At times, instead of Ishtar, we find Adad, the storm-god, associated with Sin and Shamash, and it may be that these two sets of triads represent the doctrines of two different schools of theological thought in Babylonia which were subsequently harmonized by the recognition of a group consisting of all four deities.

The consort of Shamash was known as Aya. She, however, is rarely mentioned in the inscriptions except in combination with Shamash.

This entry was originally from the 1911 Encyclopædia Britannica.

Nanna-Sin-Lua

Nanna (also called Suen) is a Sumerian god in Mesopotamian mythology. He is the god of the moon and the son of Enlil and Ninlil. His sacred city was Ur. The name Nanna is Sumerian for "illuminator."

Sin's chief sanctuary at Ur was named E-gish-shir-gal ("house of the great light.") His sanctuary at Harran was named E-khul-khul ("house of joys.") On cylinder seals, he is represented as an old man with a flowing beard and the crescent as his symbol. In the astral-theological system he is represented by the number 30 and the planet Venus. 30 probably refers to the average number of days (correctly around 29.53) in a lunar month, as measured between successive new moons.

The "wisdom" personified by the moon-god is likewise an expression of the science of astrology in which the observation of the moon's phases is so important a factor. The tendency to centralize the powers of the universe leads to the establishment of the doctrine of a triad consisting of Sin, Shamash, and Ishtar, personifying the moon, the sun, and the earth as the life-force.

He was named Sin in Babylonia and Assyria and was also worshipped in Harran. Sin had a beard made of lapis lazuli and he rode on a winged bull. His wife was Ningal ("Great Lady") who bore him Utu ("Sun") and Inanna, and in some texts, Ishkur. His symbols are the crescent moon, the bull, and the tripod (which may be a lamp-stand.) An important Sumerian text ("Enlil and Ninlil") [1] tells of the descent of Enlil and Ninlil (pregnant with Nanna - Suen) into the underworld. There, three "substitutions" are given to allow the ascent of Nanna - Suen. The story shows some similarities to the text known as "The Descent of Inanna".

Metais e planetas

¿Qué es el Hierro? Es el Alma de "Samael-Marte" evolucionando allí.

¿Qué es el Cobre? El Alma de "Uriel-Venus", evolucionando allí.

¿Qué es el Plomo? El Alma de "Orifiel-Saturno", evolucionando allí.

¿Qué es el Oro? El Alma de "Michael-El Sol", evolucionando allí.

¿Qué es la Plata? El Alma de "Gabriel-La Luna", evolucionando allí.

¿Qué es el Estaño? El Alma de "Zachariel-Júpiter", evolucionando allí.



feliz

hector othon
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Sol, Lua e Planetas

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Se desejais chegar à casa da alma,
buscai no espelho o rosto mais singelo.
Rumi