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Alimento que é veneno

  

Coca cola e refrigerantes

Coca cola e Refrigerantes.
Texto de um especialista que prefere não se identificar

"Na verdade, a fórmula 'secreta' da Coca-Cola se desvenda em 18 segundos em qualquer espectrômetro-ótico, e basicamente até os cachorros a conhecem. Só que não dá para fabricar igual, a não ser que você tenha uns 10 bilhões de dólares para brigar com a Coca-Cola na justiça, porque eles vão cair matando.

A fórmula da Pepsi tem uma diferença básica da Coca-Cola e é proposital exatamente para evitar processo judicial. Não é diferente porque não conseguiram fazer igual não, é de propósito, mas próximo o suficiente para atrair o consumidor da Coca-Cola que quer um gostinho diferente com menos sal e açúcar.

Entre outras coisas, fui eu quem teve que aprender tudo sobre refrigerante gaseificado para produzir o guaraná Golly aqui (nos EUA), que usa o concentrado Brahma. Está no mercado até hoje, mas falhou terrivelmente em estratégia promocional e vende só para o mercado local, tudo isso devido à cabeça dura de alguns diretores.

Tive que aprender química, entender tudo sobre componentes de refrigerantes, conservantes, sais, ácidos, cafeína, enlatamento, produção de label de lata, permissões, aprovações e muito etc. e tal. Montei um mini-laboratório de análise de produto, equipamento até para analisar quantidade de sólidos, etc. Até desenvolvi programas para PC para cálculo da fórmula com base nos volumes e tipo de envasamento (plástico ou alumínio), pois isso muda os valores e o sabor. Tivemos até equipe de competição em stock-car.

Tire a imensa quantidade de sal que a Coca-Cola usa (50mg de sódio na lata) e você verá que a Coca-Cola fica igualzinha a qualquer outro refrigerante sem-vergonha e porcaria, adocicado e enjoado. É exatamente o Cloreto de Sódio em exagero (que eles dizem ser 'very low sodium') que refresca e ao mesmo tempo dá sede em dobro, pedindo outro refrigerante, e não enjoa porque o tal sal mata literalmente a sensibilidade ao doce, que também tem de montão: 39 gramas de 'açúcar' (sacarose).

É ridículo, dos 350 gramas de produto líquido, mais de 10% é açúcar. Imagine numa lata de Coca-Cola, mais de 1 centímetro e meio da lata é açúcar puro... Isso dá aproximadamente umas 3 colheres de sopa CHEIAS DE AÇÚCAR POR LATA !...

- Fórmula da Coca-Cola?...

Simples: Concentrado de Açúcar queimado - Caramelo - para dar cor escura e gosto; ácido ortofosfórico (azedinho); sacarose - açúcar (HFCS - High Fructose Corn Syrup - açúcar líquido da frutose do milho); extrato da folha da planta COCA (África e Índia) e poucos outros aromatizantes naturais de outras plantas, cafeína, e conservante que pode ser Benzoato de Sódio ou Benzoato de Potássio, Dióxido de carbono de montão para fritar a língua quando você a toma e junto com o sal dar a sensação de refrigeração.

O uso de ácido ortofosfórico e não o ácido cítrico como todos os outros usam, é para dar a sensação de dentes e boca limpa ao beber, o fosfórico literalmente frita tudo e em quantidade pode até causar decapamento do esmalte dos dentes, coisa que o cítrico ataca com muito menor violência, pois o artofosfórico 'chupa' todo o cálcio do organismo, podendo causar até osteoporose, sem contar o comprometimento na formação dos ossos e dentes das crianças em idade de formação óssea, dos 2 aos 14 anos. Tente comprar ácido fosfórico para ver as mil recomendações de segurança e manuseio (queima o cristalino do olho, queima a pele, etc.).

Só como informação geral, é proibido usar ácido fosfórico em qualquer outro refrigerante, só a Coca-Cola tem permissão... (claro, se tirar, a Coca-Cola ficará com gosto de sabão).

O extrato da coca e outras folhas quase não mudam nada no sabor, é mais efeito cosmético e mercadológico, assim como o guaraná, você não sente o gosto dele, nem cheiro, (o verdadeiro guaraná tem gosto amargo) ele está lá até porque legalmente tem que estar (questão de registro comercial), mas se tirar você nem nota diferença no gosto.

O gosto é dado basicamente pelas quantidades diferentes de açúcar, açúcar queimado, sais, ácidos e conservantes. Tem uma empresa química aqui em Bartow, sul de Orlando. Já visitei os caras inúmeras vezes e eles basicamente produzem aromatizantes e essências para sucos. Sais concentrados e essências o dia inteiro, caminhão atrás de caminhão! Eles produzem isso para fábricas de sorvete, refrigerantes, sucos, enlatados, até comida colorida e aromatizada.

Visitando a fábrica, pedi para ver o depósito de concentrados das frutas, que deveria ser imenso, cheio de reservatórios imensos de laranja, abacaxi, morango, e tantos outros (comentei). O sujeito olhou para mim, deu uma risadinha e me levou para visitar os depósitos imensos de corantes e mais de 50 tipos de componentes químicos.

O refrigerante de laranja, o que menos tem é laranja, até os gominhos que ficam em suspensão são feitos de goma (uma liga química que envolve um semipolímero). Abacaxi é um festival de ácidos e mais goma. Essência para sorvete de Abacate? Usam até peróxido de hidrogênio (água oxigenada) para dar aquela sensação de arrasto espumoso no céu da boca ao comer, típico do abacate.

O segundo refrigerante mais vendido aqui nos Estados Unidos é o Dr. Pepper, o mais antigo de todos, mais antigo que a própria Coca-Cola. Esse refrigerante era vendido obviamente sem refrigeração e sem gaseificação em mil oitocentos e pedrada, em garrafinhas com rolha como medicamento, nas carroças ambulantes que você vê em filmes do velho oeste americano. Além de tirar dor de barriga e unha encravada, também tirava mancha de ferrugem de cortina, além de ajudar a renovar a graxa dos eixos das carroças. Para quem não sabe, Dr. Pepper tem um sabor horrível, e é muito fácil de experimentar em casa: pegue GELOL spray, aquele que você usa quando leva um chute na canela, e dê um bom spray na boca! Esse é o gosto do tal famoso Dr.Pepper que vende muito por aqui.

- Refrigerante DIET

Quer saber a quantidade de lixo que tem em refrigerante diet?

Não uso nem para desentupir a pia, porque tenho pena da tubulação de pvc... Olha, só para abrir os olhos dos cegos: os produtos adocicantes diet têm vida muito curta. O aspartame, por exemplo, após 3 semanas de molhado passa a ter gosto de pano velho sujo.

Para evitar isso, soma-se uma infinidade de outros químicos, um para esticar a vida do aspartame, outro para dar buffer (arredondar) o gosto do segundo químico, outro para neutralizar a cor dos dois químicos juntos que deixam o líquido turvo, outro para manter o terceiro químico em suspensão, senão o fundo do refrigerante fica escuro, outro para evitar cristalização do aspartame, outro para realçar, dar 'edge' no ácido cítrico ou fosfórico que acaba sofrendo pela influência dos 4 produtos químicos iniciais, e assim vai... A lista é enorme.

Depois de toda essa minha experiência com produção e estudo de refrigerantes, posso afirmar: Sabe qual é o melhor refrigerante? Água filtrada, de preferência duplamente filtrada, laranja ou limão espremido e gelo... Mais nada !!! Nem açúcar, nem sal."

(AUTOR: ANÔNIMO - por motivos óbvios)

Informação dada por quimicos à todos os consumidores de refrigerantes:

  • Para lavar o banheiro vire uma lata de COCA-COLA no vaso, deixe que a bebida repouse por 1 hora e depois dê descarga.
  • O ácido cítrico elimina as manchas na porcelana. Para eliminar manchas de oxidação de decalques nos automóveis esfregue o decalque com um pedaço de alumínio (bombril) molhado na COCA-COLA.
  • Para limpar a corrosão nos terminais de baterias do automóvel vire uma lata de COCA-COLA sobre os terminais para desfazer a corrosão.
  • Para afrouxar um parafuso oxidado - aplique ao parafuso um tecido enxaguado em COCA-COLA por vários minutos.
  • Para assar um presunto defumado - esvazie uma lata de COCA-COLA na forma, envolva o presunto em papel alumínio e asse-o. Trinta minutos antes que esteja pronto retire o alumínio para que as gotas de COCA-COLA dourarem o presunto.
  • Para tirar a graxa das roupas - esvazie uma lata de COCA-COLA na roupa gordurosa, adicione detergente e programe um tempo médio. A COCA-COLA ajudará a remover as manchas de gordura.
  • COCA-COLA também ajuda a limpar pára-brisas.

Pasmem, mas é isso que nós bebemos!!!! Para sua informação: O ph médio de bebidas gasosas, é de 3.4. Esta acidez é tão forte que dissolve dentes e ossos. Nosso corpo detém o crescimento dos ossos na idade de 30 anos e depois disso, aproximadamente 8-18% dos ossos se dissolve a cada ano através da urina, dependendo da acidez dos alimentos ingeridos. Acidez não depende do sabor da comida, e sim da relação de potássio, cálcio, magnésio e fósforo. Todos os compostos de cálcio dissolvidos se acumulam nas artérias, veias, tecidos da pele e de outros órgãos e isto afeta o funcionamento dos rins.

Os refrigerantes não tem nenhum valor nutritivo (vitaminas ou minerais). Tem um conteúdo alto de açúcar, acidez e mais aditivos como conservantes e corantes.

Algumas pessoas gostam de refrigerantes gelados depois de comer. Adivinhe qual é o impacto?

Nosso corpo tem uma temperatura de 37 graus para o funcionamento das enzimas digestivas. A temperatura do refrigerante gelado é bem menor que 37 graus, algumas vezes chegando quase 0 grau, isto reduz a eficácia das enzimas e força o sistema digestivo a digerir menos comida. De inicio a comida fermenta. Os alimentos fermentados produzem gases e mau-cheiro, decompõem-se e formam toxinas que são absorvidas pelo intestino, entram na corrente sangüinea se espalhando assim por todo o corpo As toxinas pode provocar várias doenças. O bióxido de carbono é algo que nada no mundo o recomendaria.

Se fizer uma experiência, colocando um dente quebrado em uma garrafa de PEPSI, por exemplo, em 10 dias o dente se dissolverá. Dentes e ossos são os únicos elementos do corpo humano que permanecem intactos depois da morte. Imaginem só o estrago que o refrigerante faz no intestino!!!.

Àqueles que gostam podem continuar, mas agora já sabem o que estão fazendo! Se eu pudesse dar uma nota aos refrigerantes, com certeza seria ZERO!

Os perigos da Alimentação Moderna

Açúcar branco.......................(Diabetes, hipoglicemia, cáries, osteoporose)

Enlatados............................................................(Carências nutricionais)

Aditivos artificiais.............................(Câncer, leucemia, dislexia, alergias)

Carnes (acompanhada de hormônios).......................(Câncer, depressão, impotência)

Trangênicos............................................(Depende do acompanhamento)

Presunto, frios................................(Câncer, miomas, cistos, menopausa)

Hamburgers, etc.............................................(Colite, anemia, carências)

Farinhas brancas..................................................(Carências nutricionais)

Sal refinado............................................................(Tireóide, Alzheimer)

Aditivos químicos alimentares

Considera-se como aditivo alimentar toda substância ou composto incorporado a um produto alimentício, podendo ser considerado como Intencional ou Não-Intencional. No primeiro caso o aditivo é usado segundo um objetivo prévio, qual seja, o de impedir deteriorações (conservantes), manter o aspecto e a cor, intensificar o aroma, etc. No segundo caso, o produto químico existe em decorrência de um processo de fabricação, da manipulação, da embalagem e estocagem, existindo geralmente de forma residual. São considerados pelos técnicos da FAO como agentes contaminantes, pois resultam do uso de herbicidas seletivos ou gerais, pesticidas, adubos químicos, antibióticos, fungicidas, toxinas industriais, contaminantes metálicos, etc.

Os Principais Aditivos Alimentares

Aromatizantes: Ou flavorizantes representam os aditivos constituídos por substâncias ou compostos usados com o objetivo de intensificar o paladar e o aroma dos alimentos, ou conferir-lhes um sabor que não possuem.

Corantes: São aditivos usados para dar cor ou realçar o pigmento. São usados principalmente para atrair a atenção, criando-se uma cor-imitação ou realçando uma cor natural, sem que possuam qualquer princípio nutritivo..

Conservantes: São usados para manter os alimentos íntegros, manter-lhes o sabor e o aspecto.

Edulcorantes ou adoçantes: A este grupo de produtos químicos pertencem as substâncias de sabor doce mas que não sejam glicídicas. Sendo assim, não determinam modificações químicas e fermentações específicas produzidas pelos adoçantes açucarados ou que contenham glicose, frutose, dextrose, etc. Os Edulcorantes mais usados são quase todos sintéticos, sendo os mais usados a sacarina e o Ciclamato de sódio.

Antioxidantes: São aditivos usados pela indústria de alimentos para evitar as alterações provocadas pela oxidação, tais como a rancificação das gorduras (óleos vegetais, gorduras animais e carnes animais que contenham gordura) o escurecimento das frutas, a descoloração das carnes, e deteriorização por oxidação dos sucos de frutas cítricas, a modificação da cor de frituras em saquinhos plásticos.

Estabilizantes e espessantes: São aditivos capazes de manter a densidade ou aumentar a viscosidade do alimento.

Aditivos e seus efeitos no organismo

Antioxidantes

- Acido fosfórico (H.III) - Aumento da ocorrência de cálculos renais.

- Acido nordihidroguairético (A. IV) - Interferência nas enzimas do metabolismo das gorduras.

- Butil-hidroxianisol - BHA - (A.V.); Butil-hidroxitolueno BHT-(A. VI) - Ação tóxica sobre o fígado, interfere na reprodução de cobaias de laboratório.

- Fosfolipídios - (A.VIII) - Acrécimo do colesterol sanguíneo.

- Gelato de propila ou de octila (A.IX) - Reações alérgicas, interfere na reprodução de animais de laboratório.

- Etilenodiaminote tetracetato de cálcio e dissódico - EDTA - (A.XII)-Descalcificação e redução da absorção de ferro.

Antiumectantes

- Ferrocianeto de sódio, cálcio ou potássio (AU. VI) - Intoxicação nos rins.

Acidulantes

- Acido acético em geral - Cirrose hepática, descalcificação dos dentes e dos ossos.

Corantes

- Todos - (CI) (CII) - Reações alérgicas: alguns possuem ações tóxicas sobre o feto ou são terstogênicos, ou seja, podem fazer nascer crianças-monstro; anemia hemolítica; o caramelo, quando preparado de modo inadequado, pode conter substâncias capazes de causar convulsões.

Conservadores

- Acido benzóico (PI) - Alergia, distúrbios gastrintestinais.

- Esteres do ácido hidroxibenzóico (P III) - Dermatite; redução de atividade motora.

- Dióxido de enxofre e derivados (PV) - Redução do nível de vitaminas B¹ nos alimentos; aumenta a freqüência de mutações genéticas em animais de laboratório.

- Antibióticos (oxitetraciclina, cloretetraciclina e outros) (PVI) - Desenvolvimento de raças de bactérias resistentes aos antibióticos; reação de hipersensibilidade.

- Nitratos, Nitritos (P VII) (P VIII) - Ao combinarem-se com as aminas de várias fontes alimentares, originam as nitrosaminas, que podem causar câncer gástrico e do esôfago.

- Éster dietilpirocarbônico (PX) - Formação de uretanos (carbonato de etilo, solúvel em água), que são cancerígenos.

Edulcorantes

- Sacarina (DI) - Causa câncer na bexiga de animais de laboratório.

Espessantes

- Em geral: Irritação da mucosa intestinal; ação laxante.

Estabilizantes

- Polifosfatos (ET XV ET XI XVIII) - Elevação da ocorrência de cálculos renais; distúrbios gastrintestinais.

Aromatizantes

- Em geral – Alergia; retardam o crescimento e produzem câncer em animais de laboratório.

Umectantes

- Dioctil sulfossuccinato de sódio (U III) – Distúrbios gastrointestinais circulação pulmonar.

Açúcar Branco

http://www.drmarciobontempo.com.br/preview/artigos/artigo06/artigo06.asp

Até cerca de 300 anos atrás a humanidade não usava aditivos doces na sua dieta ordinária. Os povos antigos e civilizações passadas não conheciam o aditivo doce.

O mel era usado eventualmente, mais como remédio.

Isso por si só demonstra que o açúcar branco é desnecessário como alimento. Foi só a partir dos dois últimos séculos que o começou a ser produzido e consumido de forma cada vez mais intensa. Com a sofisticação da técnica, purificou-se mais ainda o açúcar de cana retirando-se dele apenas a sacarose branca. Hoje somos uma civilização, consumidora de milhares de toneladas diárias de açúcar.

O açúcar branco é o resultado de um processamento químico que retira da garapa a sacarose branca e adiciona produtos químicos - desconhecidos em sua maioria -, sendo que aditivos como clarificantes, antiumectantes, precipitadores e conservantes pertencem a grupos químicos sintéticos muitas vezes cancerígenos e sempre danosos à saúde.

Devemos considerá-lo como um produto quimicamente ativo, pois, sendo o resultado de uma síntese química e um produto concentrado. Quando são retiradas da garapa e do mascavo suas fibras, proteínas, sais minerais, vitaminas etc., resta apenas o carboidrato, pobre, isolado, razão pela qual devemos considerar o açúcar como um produto químico e não um alimento. O corpo humano não necessita de açúcar branco.

O que é realmente necessário é a glicose, ou seja, a menor partícula glicídica dos carboidratos.

A glicose, por sua vez, é importante para o metabolismo, pois produz energia ao ser "queimada".

Embora se diga que "açúcar é energia", sabemos bem que a citação é apenas modesta, pois, na verdade, deveríamos dizer que "açúcar é superabundância de energia química concentrada" e eis aí o problema: açúcar é sempre excesso de energia, além das necessidades reais, e este excesso tende a depositar-se, a exigir trabalho orgânico extra, a diminuir o tempo de vida, pois a célula só usa o que necessita, todo o resto passa a "estorvo" metabólico.

Outro fato importante é que, ao consumir um produto extremamente concentrado, isolado, exigiremos do organismo uma complementação química. Por exemplo, vai exigir muito cálcio e magnésio do metabolismo e das reservas; ele "rouba" os nossos depósitos de um modo diretamente proporcional a quantidade ingerida.

Podemos afirmar então que o açúcar é descalcificante, desmineralizante, desvitaminizante e empobrecedor metabólico. Açúcar não é "alimento", mas um poderoso "antinutriente", um grande ladrão.

Razão pela qual Willian Dufty, em seu mais que consagrado livro sobre o açúcar, o "*Sugar Blues*", considera-o como uma "droga doce e viciante que dissolve os dentes e os ossos de toda uma civilização*". Seus *efeitos nunca são imediatos, mas lentos, acumulativos, insidiosos, drenando a saúde aos poucos.

O consumo da droga doce vem aumentando nos últimos anos. Se levarmos em conta que não necessitamos de açúcar, tudo o que se consome é excessivo, supérfluo, além do que o corpo precisa.

Lembramos que 100 por cento dos carboidratos (farinhas, cereais, açúcar das frutas, etc.) transformam-se em glicose, 60 por cento das carnes ingeridas e até mesmo 15 por cento das gorduras e óleos também se convertem em glicose; é assim que normalmente mantemos as necessidades bioquímicas do corpo. Isso explica por que povos antigos não necessitavam de açúcar extra.

Se julgarmos que açúcar é essencial, então devemos ter como certo que cada viking, mongol, huno, árabe, grego ou romano deveria consumir cerca de 300gr por dia de um açúcar que naquelas épocas absolutamente não existia.

Os conhecimentos e conceitos científicos, principalmente em nutrição, têm sido manipulados, truncados e adulterados.

Devemos entender que a alimentação comum, sem aditivos doces, contém quantidades suficientes de glicose que são armazenadas no fígado sob a forma de glicogênio; em situações de necessidade essas reservas de energia são mobilizadas e entram na circulação sangüínea. Hoje, ingerimos mais "energia" do que precisamos.

Paradoxalmente, quem come muito açúcar fica dependente organicamente do mesmo e tende a ter menos força. Grandes consumidores de açúcar geralmente são fracos, astênicos, que não podem fazer quase nada sem usar um pouco de doce.

Aqui, num dos maiores produtores de açúcar do mundo, (Brasil) consomem-se cerca de 200 g por dia - por pessoa, o que é pouco comparado aos EUA: 400 g em média, por dia. É claro que somos obrigados a falar em termos de média de consumo, pois existem aqueles que não usam nada, até grandes viciados que usam perto de 1000 g diárias e até mais.

Mas um povo como o nosso, usando 200 g diárias per capita consome cerca de seis quilos por mês, o que admite 72 quilos por ano, e tudo isso além das necessidades metabólicas, geralmente ingeridos por puro "prazer", ou seja: docinhos, chocolates, sorvetes, tortas, pudins, sucos ultra-açúcarados etc. Isso nos leva a consumir quase uma tonelada do pó branco em cada dez anos de vida. Então um homem de 35 anos geralmente fez passar pelo seu sangue, até hoje, cerca de três toneladas de açúcar.

Perguntamos se, sinceramente, as autoridades e os profissionais ligados à saúde acham que tal abuso não causa dano algum.

Metade do açúcar refinado é a inocente Frutose cujo metabolismo gera toxinas

A Frutose é conhecida como "o açúcar das frutas". Engorda e faz muito mal porque o organismo não a utiliza diretamente. A converte em glicose e essa conversão produz o colesterol ruim...

O colesterol é uma molécula relativamente grande repleta de “encaixes” para se ligar a outras e mais outras, e formar as redes de estruturas do organismo: paredes de artérias, pele, tecidos de sustentação, membranas, tudo é confeccionado com moléculas de colesterol. Elas são como peças de jogos de encaixar (tipo lego). Esses encaixes são inutilizados quando ingerimos frutose.

A molécula de Glicose, principal fonte de energia é:

C-6+H-12+O-6 contém 6 átomos de Carbono, 12 átomos de Hidrogênio e 6 átomos de Oxigênio.

A molécula de Frutose à

C-6+H-16+O-6 também contém 6 átomos de Carbono e 6 átomos de Oxigênio, mas difere na quantidade de átomos de Hidrogênio, 16 ao invés de 12:

Ao consumir frutose o organismo interpreta a presença na corrente sanguínea como necessidade de utilizar aquilo porque, se foi consumido, é o alimento de que dispõe: Precisa ser utilizado. Para transformar frutose em glicose é preciso retirar 4 hidrogênios de cada molécula de frutose. Mas ... Onde “enfiar” esses hidrogênios? O organismo não pode sacrificar células, nem desperdiçar moléculas protéicas (tecido nobre). Assim, sobram as moléculas de colesterol que formam tecidos de sustentação. Os hidrogênios são encaixados e aquela molécula de colesterol fica inútil: Seus “encaixes” estão preenchidos pelos hidrogênios e não haverá como ser usada nas estruturas do organismo... Inúteis, essas moléculas ficam circulando na corrente sangüínea, esperando serem desmontadas ou removidas. Mas nada disto ocorre: São moléculas relativamente grandes e não conseguem passar pelos sistemas usuais de filtragem (colédocos nos rins, e glândulas sudoríferas na pele); e não são reconhecidos como agentes nocivos pelas partículas de limpeza. Ficam circulando, até que se depositam em algum lugar.

Alguns têm sorte, e essas moléculas de colesterol ruim vão se acumular numa pústula, espinha ou algum outro tipo de alteração na pelo, ou mucosa, e o indivíduo consegue se livrar do colesterol ruim.

Mas outros tem azar, e o colesterol ruim vai se aninhar no coração, ou no cérebro, causando lesões.

Açúcar Branco como causa de câncer e doenças modernas

Sabemos bem que o açúcar é o principal representante da Alimentação industrializada moderna. Temos consciência de que 85% das doenças modernas são provocadas pela poluição alimentar e por uma nutrição desequilibrada. Por ser considerado então como um produto antibiológico, ou antivida", ele está diretamente ligado à causa ou à colaboração para o surgimento de várias doenças, como* a arteriosclerose, o câncer, a leucemias, o diabetes, as varizes, as enxaquecas, as distonias neuro-vegetativas, insônia, asma, bronquite, distúrbios menstruais, infecções,pressão alta, prisão de ventre,diarréias crônicas, perturbações e doenças visuais, problemas de pele, distúrbios glandulares, anomalias digestivas variadas, cáries dentárias, problemas de crescimento, osteoporose, ossos fracos, doenças do colágeno, doenças de auto-agressão etc.*

Podemos considerar também o açúcar como cancerizante, pois é imunodepressor, quer dizer, faz diminuir a capacidade do organismo quanto às suas defesas e principalmente por eliminar o importante íon magnésio, devido à forma excessiva como é consumido hoje.

A incidência do câncer de mama pode variar consideravelmente de um país para outro. Muito rara no Japão, por exemplo, a doença torna-se comum entre as japonesas que imigram para os Estados Unidos.

Depois de estudar diversos fatores que explicassem o fenômeno, os cientistas Stephen Seely, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e D. F. Horrobin, do Instituto e Pesquisa Efamol, de Kentville, no Canadá, concentram suas atenções num deles, a alimentação - e, em artigo publicado na última edição da revista inglesa New Scientist, levantaram a hipótese de que uma das causas do câncer de mama possa ser o açúcar.

Seely e Horrobin compararam os índices de consumo per capita de açúcar e as taxas de mortalidade por câncer de mama em vinte dos países mais ricos do mundo. Revelou-se que as nações que mais comem açúcar são exatamente as que apresentam mais óbitos – por ordem decrescente, a Grã-Bretanha, a Holanda, a Irlanda, a Dinamarca e o Canadá.

Os cientistas avançam uma explicação para as propriedades cancerígenas das sobremesas. Uma parte da glicose contida no açúcar - cerca de 30 por cento - vai direto para a corrente sangüínea. Para fazer face e esse súbito aumento da taxa de glicose no sangue, o pâncreas produz mais insulina, o hormônio encarregado de queimar açúcar. O tecido mamário depende desse hormônio para crescer. O mesmo acontece com as células do câncer de mama.

Seely e Horrobin supõem que a inundação do seio pela insulina, em seguida à ingestão de açúcar, criaria assim as condições ideais para o surgimento do tumor.

Açúcar Como Fator Principal da Hipoglicemia e Diabetes

Um dos efeitos mais diretos dos excessos de consumo do açúcar é a hipoglicemia, ou seja, falta de açúcar no sangue. Hipoglicemia é um distúrbio que se manifesta sob variadas formas, determinando mais comumente langor, fraqueza, sensação de desmaio iminente, vertigens, tonturas, prostração, angústia, depressão, palpitação cardíaca, sudorese, sensação de irrealidade etc. A depressão provocada é variável, dependendo do indivíduo, podendo ser ausente ou fraca ou até mesmo extremamente forte, incapacitante.

Sabemos que muitas pessoas são tratadas pela psiquiatria e até internadas por depressão, cuja única origem é hipoglicemia, ou falta de açúcar em demasia, e se pesquisarmos, grande parte desses pacientes usa muito açúcar. O mecanismo é muito simples: ao consumirmos açúcar em demasia, o organismo, através das células beta das ilhotas de Langherhans do pâncreas, produz muita insulina, que é o hormônio responsável pela "queima" da glicose do sangue. Ora, quanto mais açúcar é consumido, mais insulina é produzida.

Com o tempo, e com o consumo continuado, o pâncreas produz mais insulina do que o necessário, pois a sua liberação depende da avaliação da intensidade de estímulos gástricos e da dosagem de glicose proveniente do sistema porta e hepático. Um pouco mais de insulina determina queima a mais de glicose, gerando falta.

O nosso organismo dispõe de um sistema de regulagem que mantém entre 70 e 110 mg de glicose em cada 100 ml de sangue. Mais insulina do que o normal vai produzir uma queda destes níveis, determinando hipoglicemia. O cérebro é o órgão mais diretamente afetado com isso, daí os mais freqüentes sintomas de depressão, tremores, agitação. O tratamento em caso de hipoglicemia é o primeiro uma boa avaliação e depois diminuição lenta do consumo de açúcar, paralelo a uma dieta bem apropriada. Quase é necessário acompanhamento médico abalizado.

A evolução natural da hipoglicemia, embora muito variável, é o diabetes. Dependendo de uma série de fatores o pâncreas pode entrar em "cansaço" após anos de produção excessiva de insulina; ele começa a produzir menos do que o necessário e como resultado começam a aumentar no sangue os níveis de açúcar, determinando uma hiperglicemia. Nesta situação os sintomas já são completamente diferentes da hipoglicemia. Aqui o paciente não sente nada, a não ser muita sede, muita vontade de urinar e talvez muita fome. O açúcar circulante começa a ser depositado e os problemas do diabetes vão surgindo.

Parece-nos importante que antes de pesquisar um vírus como causa do diabetes, que se compreenda a importância do excesso de consumo de açúcar como gênese mais direta da doença, talvez devido ao enfraquecimento biológico-imunológico que permita a penetração de um vírus. A verdade é que as estatísticas e os estudos de médicos integralistas apontam que diabéticos comuns consumiram muito doce e que diabéticos insulino-dependentes tiveram parentes que o faziam ou eram já diabéticos. Dados oficiais já apontam hoje que perto de 30 por cento da população do 1° mundo é pré-diabética e hoje cresce o número de diabéticos no mundo.

O Açúcar Branco é apontado como principal causa da diminuição da resistência às infecções, subnutrição e morte no Terceiro Mundo:

Existe muita preocupação na diminuição da mortalidade infantil no Terceiro Mundo, onde impera a desnutrição, a diarréia, e as doenças carências. Porém não se tem prestado atenção à presença do açúcar como fator desmineralizante e desvitaminizante, usado em abundância na dieta das crianças nos países subdesenvolvidos.

Vários estudos têm mostrado que a quantidade de proteínas na dieta desses povos é freqüentemente próxima daquela apontada pela FAQ como básica para o desenvolvimento e crescimento (0,635 g por quilo de peso por dia além dos dois anos de idade). Então acredita-se que a causa dos problemas relacionados com essas crianças seria devido à má higiene, a agentes vetoriais de doenças, verminose, falta de saneamento básico, leite materno fraco etc. Estes são estudos mais modernos, pois até agora coloca-se que a falta de proteínas na alimentação é causa determinante.

Califórnia, cientistas da Escola de Odontologia da Universidade de Loma Linda provaram que o poder bactericida dos leucócitos (capacidade das células de defesa destruírem bactérias) diminui muito quanto mais alta a taxa de açúcar no organismo.

A célula de defesa de uma pessoa que não usa açúcar é capaz de destruir cerca de 14 bactérias invasoras, ao passo que se essa mesma pessoa ingerir 24 colherinhas rasas de açúcar branco seu leucócito é capaz de destruir apenas uma bactéria.

Existem muitos livros hoje publicados que apontam a ação negativa do açúcar. Num interessante trabalho dos Drs. Wilder e Kay, denominado "Handbook of Nutrition" encontramos a seguinte citação: "O açúcar não supre coisa alguma à nutrição, apenas calorias. As vitaminas oriundas de outros alimentos são erosadas pelo açúcar para poder liberar calorias".

Apesar das inúmeras provas contra o açúcar como as apresentadas aqui, verificamos a continuidade de uma intensa propaganda aconselhando seu uso e, o que é pior, médicos mal-informados permitindo e incentivando o consumo do mesmo. Temos o exemplo do Dr. L. Rosenvold que, na pág. 22 do seu livro "Nutrition for life", afirma o seguinte: “O açúcar branco é um alimento quase ideal, barato, limpo, branco, portátil, imperecível, inadulterável, livre de germes, altamente nutritivo, completamente solúvel, totalmente digerível, não requer cozimento e não deixa resíduos. Seu único defeito é a sua perfeição. É tão puro que o homem não pode viver dele."

Hoje existem toneladas de livros escritos sobre nutrição; qualquer um julga-se capaz de publicar algo no gênero. O Dr. Rosenvold apontou apenas duas verdades na frase acima, que o açúcar é branco e portátil... O maior absurdo da sua citação é que o açúcar é altamente nutritivo"... Curioso é que o açúcar só tem glicose, sendo pobre em tudo o mais...

O Que Usar? Não Precisamos de Açúcar?

É necessário reaprender a sentir o sabor natural dos alimentos, sem acrescentar nada. Eventualmente poderemos usar mel ou açúcar natural de cana, o mascavo, em pequenas quantidades.

Percebemos que assim teremos até mais energia do que o normal, apenas por ter evitado desgastes excessivos com ingestão de superabundância de energia química.

Apenas os cereais integrais, as frutas, o legumes etc. têm a capacidade de fornecer aquilo de que necessitamos. No caso de desportistas e pessoas que produzem desgaste físico, uma certa quantidade de mel pode ser usada sem problemas.

No caso de diabéticos e hipoglicêmicos, aconselhamos o acompanhamento médico para evitar problemas mais sérios, evitando inclusive orientadores naturistas e macrobióticos que não tenham conhecimentos e experiência em termos de bioquímica e fisiologia, fisiopatologia e clínica médica.

Para pessoas que não têm grandes problemas mas querem parar de consumir açúcar, sugerimos uma eliminação lenta, gradativa, porém consciente, de doces, refrigerantes, sorvetes etc., até adotar uma dieta mais natural e equilibrada. Aproveitamos para alertar que muitos alimentos industrializados e manipulados possuem açúcar, muitos dos quais nem imaginaríamos, como: pão branco comum, pão integral de supermercados, macarrão em pacotes, enlatados, carnes condicionadas, biscoito e bolachas salgadas etc. Para aqueles que usam adoçantes artificiais, sacarina e ciclamatos, aconselhamos abolir o hábito imediatamente, pois representam produtos muito perigosos. Apesar da comprovação de que são substâncias cancerígenas, verbas astronômicas são gastas por laboratórios interessados em pesquisa do tipo: "Ainda não conseguimos provar que adoçantes sintéticos não produzem câncer".

Em termos de história, relativamente recente, o homem aprendeu a obter açúcar bruto (mascavo e amarelo), e somente nas últimas décadas os países desenvolvidos começaram a produzir enormes quantidades (dez mil toneladas) de açúcar branco refinado, contendo 99,75 por cento de sacarose, tornando-o um reagente químico. Lado a lado com esta depuração houve um aumento no consumo de açúcar branco atingindo, nos países altamente desenvolvidos, 100/140 g diárias por pessoa.

Tornou-se tão letal, que o nutricionista britânico Dr. A. Yudtkrin batizou seu livro sobre o problema de açúcar "Puro, Branco e Mortal" enquanto o Dr. Hall, cientista canadense, intitulou seu capítulo sobre açúcar, "O Vilão - Açúcar Refinado".

Tipos de açúcar

* Monossacarídeos:

Glicose Frutose Galactose Manose Pentose Ribose

* Dissacarídeos:

Sacarose Maltose Lactose

* Trissacarídeos:

Rafinose

* Polímeros:

Amido Glicogênio

Formas de apresentação da sacarose

* Açúcar mascavo (açúcar bruto): açúcar petrificado, de coloração variável entre caramelo e marrom, resultado da cristalização do mel-de-engenho, e ainda com grande teor de melaço.

* Açúcar demerara: açúcar granulado de coloração amarela, resultante da purgação do açúcar mascavo, e com teor de melaço em sua composião, mais utilizado para exportação.

* Açúcar refinado granulado: Puro, sem corantes, sem umidade ou empedramento e com cristais bem definidos e granulometria homogênea. O açúcar refinado granulado é muito utilizado na indústria farmacêutica, em confeitos, xaropes de excepcional transparência e mistura seca em que são importantes pelo aspecto, escoamento e solubilidade.

* Açúcar refinado amorfo: Com baixa cor, dissolução rápida, granulometria fina e brancura excelente, o refinado amorfo é utilizado no consumo doméstico, em misturas sólidas de dissolução instantânea, bolos e confeitos, caldas transparentes e incolores.

* Glaçúcar: O conhecido açúcar de confeiteiro, com grânulos bem finos, cristalinos, produzido diretamente na usina, sem refino e destinado à indústria alimentícia, que o utiliza em massas, biscoitos, confeitos e bebidas.

* O xarope invertido: Com 1/3 de glicose, 1/3 de frutose e 1/3 de sacarose, solução aquosa com alto grau de resistência à contaminação microbiológica, que age contra a cristalização e a umidade. É utilizado em frutas em calda, sorvetes, balas e caramelos, licores, geléias, biscoitos e bebidas carbonatadas.

* O xarope simples ou açúcar líquido: Transparente e límpido, é também uma solução aquosa, usada quando é fundamental a ausência de cor, caso de bebidas claras, balas, doces e produtos farmacêuticos.

* Açúcar orgânico: Produto de granulação uniforme, produzido sem nenhum aditivo químico, tanto na fase agrícola como na industrial, e pode ser encontrado nas versões clara e dourada. Seu processamento segue princípios internacionais da agricultura orgânica e é anualmente certificado pelos órgãos competentes. Na produção do açúcar orgânico, todos os fertilizantes químicos são substituídos por um sistema integrado de nutrição orgânica para proteger o solo e melhorar suas características físicas e químicas. Evita-se doenças com o uso de variedades mais resistentes, e combate-se pragas, como a broca da cana, com seus inimigos naturais – vespas, por exemplo.

Açúcar mascavo

É bastante dito que o açúcar mascavo é uma opção mais saudável do que o açúcar branco refinado. Porém, você pode resumir esta afirmação a jogada de marketing ou ilusão simples e pura. Na realidade, açúcar mascavo é na maioria das vezes açúcar normal de mesa que ficou marrom pela adição de melaço. Normalmente, o melaço é separado e removido quando o açúcar é fabricado da cana.

Em alguns casos, o açúcar mascavo - especialmente quando é referido como "açúcar cru" - é meramente o açúcar que não foi inteiramente refinado. Geralmente, os fabricantes preferem reacrescentar o melaço ao açúcar branco e refinado - criando uma mistura com cerca de 5 a 10% de melaço - pois isto permite que controlem melhor a cor e o tamanho dos cristais no produto final.

Portanto, as duas variedades de açúcar são parecidas nutricionalmente. Segundo o Departamento de Agricultura, o açúcar mascavo contém cerca de 17 quilocalorias por colher de chá, comparados com 16 quilocalorias do açúcar branco.

Por causa do melaço, o açúcar mascavo contém certos minerais, mais notavelmente cálcio, potássio, ferro e magnésio (o açúcar branco não contém nenhum). Porém, já que estes minerais estão presentes em quantidades muito pequenas, não existe benefício real para a saúde no consumo do açúcar mascavo. A real diferença entre os dois são o gosto e os efeitos em assados culinários.

CONCLUSÃO: Nutricionalmente, açúcar mascavo e branco não são muito diferentes.

- Anahad O'Connor

A questão do aluminio

A pedido do meu amigo Dr Rolf estou iniciando uma reflexão sobre a questão do aluminio na alimentação, especialmente através das panelas. Por favor colaborem com informações para compartilhar aqui.

A incidência de alumínio encontrada nos cérebros de portadores de Alzheimer é assustadoramente alta. Pesquisas feitas na Austrália e em alguns países da Europa mostraram que, em ratos alimentados com uma dieta rica, o sulfato de alumínio (comumente colocado na água potável para matar bactérias) danificou os cérebros dos roedores de forma muito similar à causada nos humanos pelo Alzheimer.

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Se desejais chegar à casa da alma,
buscai no espelho o rosto mais singelo.
Rumi